Arquivo para Turismo na Amazônia - Daniele Barreto
20
julho
2015
Férias: textos suspensos temporariamente

Olá, pessoal, bom dia. Tudo bem?

Hoje entro de férias do trabalho e vou viajar para a Amazônia. Nos próximos dias, não teremos postagens no blog, programas de rádio, nem a coluna “Política à Flor da Pele”. Assim que conseguir regularizar a questão da internet (a TIM não está colaborando), tento postar do Amapá.

11811473_884865858257936_4283595801253378844_n

Navegando no Rio Oiapoque, chegando no restaurante, no meio da Floresta Amazônica

Ah, enquanto não faço as postagens sobre a viagem ao Oiapoque (meus 30 dias no meio da floresta Amazônica), você pode relembrar a aventura que fiz em dezembro, também no estado do Amapá, conhecendo o quilombo do Curiaú, a Fortaleza de São José, a orquestra no município de Tartarugalzinho e muito mais. Confira:

Confira a série sobre a viagem (em dezembro) ao Amapá:

Me encontre nas redes sociais para conversarmos sobre os acontecimentos políticos do país diariamente:

 Facebook | FanPage | Twitter | Instagram


27
maio
2013
Praça Madeira-Mamoré, em Porto Velho (RO)

Olá, meus amigos,

no mês de abril estive em Porto Velho, capital de Rondônia, e fiquei apaixonada!!! #inlovetotal Conheci vários lugares legais, muito diferentes. Primeiro o “riozão” (rsrs) Madeira, de uma grandiosidade e beleza fantásticas (no próximo post vou mostrar um passeio SENSA que fiz lá)! Além da Praça Madeira Mamoré, do artesanato indígena (que já coloquei em outro POST e fiz até um VÍDEO), o Palácio do Governo, Mercado Municipal, Mercado Cultural, Museu do Presépio, e a delícia de culinária.

No post de hoje trago algumas fotos da Praça Madeira Mamoré, localizada às margens do Rio Madeira. Nela estão o local de embarcação para passeios no rio, armazéns de carga e descarga, a Estação de Porto Velho, o Museu da Estrada de Ferro Madeira Mamoré – essa estrada foi uma das construções mais difíceis da engenharia mundial (ao lado da construção do Canal do Panamá), verdadeiro marco do ciclo da borracha, quando a extração do látex da seringueira era produto estratégico da Amazônia.

A Praça, aos finais de semana e feriado, se torna um local ainda mais atrativo para famílias e crianças, com alguns brinquedos. Sua grama bem conservada e sombra das árvores proporciona uma tarde deliciosa à beira do rio. Além da conservação do patrimônio histórico-cultural, chama a atenção a limpeza do local e educação dos transeuntes. Um belo lugar para se conhecer e passar uma tarde em Porto Velho!

Link permanente da imagem incorporada

Conhecer a Praça é um passeio pela história da Amazônia e do Brasil! A Madeira-Mamoré se constitui em um marco histórico do desenvolvimento da Amazônia e completou 101 anos em abril de 2013 – tendo sido uma das primeiras grandes obras de engenharia americana fora dos Estados Unidos, que custou oficialmente R$ 700 milhões (em valores de hoje), mas historiadores acreditam que o valor final foi quatro vezes maior. São 366 quilômetros formando um corredor de exportação da borracha – produzida na região – para comercialização na Europa e Estados Unidos.

Construída na floresta mais violenta do mundo, a Madeira-Mamoré custou de 8 a 10 mil: vítimas de malária, cólera, escorbuto e varíola; mas também de ataques de índios e acidentes no trabalho.

As máquinas da foto não relíquias cuidadas por funcionários que labutam para que suas engrenagens não virem ferrugem.

Eu fiquei encantada com tudo que pude ver e aprender nesse passeio incrível pela história da Amazônia. Certamente fica o exemplo para que outros gestores tenham o mínimo de responsabilidade com o patrimônio público e entendam nossos valores culturais e históricos como  o que de fato são: preciosidades de um povo que o gestor obrigação de zelar e contribuir para a perpetuação de um local que custou muito dinheiro público e as vidas de trabalhadores. Que nossos gestores por esse Brasil afora aprendam a honrar a história do povo que, momentaneamente, o elegeu para gerenciar o município – e que façam questão de deixar um legado social, cultural e histórico ainda mais belo e conservado do que encontrou! (leia mais…)