Arquivo para Papa Francisco - Daniele Barreto
24
setembro
2015
Vídeo – 5 Minutos de Política: Papa faz visita política à Cuba

Oi, pessoal

Noite de quinta-feira, e a visita do Papa Francisco a Cuba e aos Estado Unidos continua no centro do cenário político internacional. Crítico, politizado e defensor de uma sociedade mais justa, o pontífice tem sido o artífice da reaproximação história entre Cuba e os Estados Unidos, tendo sido aclamado na ilha por milhares de fiéis. Em respeito a autoridade moral do Papa, Raúl Castro e Obama – líderes de dois países que possuem relações hostis há mais de uma década – aceitaram a conclamação ao diálogo e mudanças já ocorreram.

No vídeo do “5 Minutos de Política” (no Youtube) faço um resumo pra vocês da visita do Papa a Cuba, que antes de religiosa ou humanitária, foi uma visita política, abordando os temas:

  • aclamação do Papa Francisco como herói
  • decisiva participação do Papa no fim das restrições a Cuba
  • revolução cubana e Castro´s no poder
  • redução das restrições comerciais e sanções a Cuba
  • fim do embargo econômico a Cuba (Congresso americano poderá revogar)
  • Papa entrega livro de padre mentor de Fidel que foi exilado depois que o guerrilheiro chegou no poder

E o Papa já está nos Estados Unidos! Para que vocês possam acompanhar mais facilmente a passagem dele por lá, eu fiz uma seleção de mat matérias mais importantes para compartilhar com vocês. Segue:

  1.  Papa Francisco discursa na ONU e critica organismos financeiros – G1
  2. Papa Francisco faz discurso no Congresso dos Estados Unidos – G1

[ lembrando  que o “5 Minutos de Política” vai ao ar todo dia às 20h, no Youtube ]

Mande também sugestões para vídeo do nosso web programa “5 Minutos de Política”, ok? 

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24
março
2014
Papa Francisco nomeia vítima para comissão contra a pedofilia na igreja

Oi, gentee, tudo bem?

A pedofilia cometida por membros da Igreja Católica é uma mancha na instituição. Considerada a “vergonha da Igreja” pelo Papa Francisco, a prática desse crime passou décadas encoberta sob o manto da benevolência. Ao que parece, sem qualquer constrangimento maior por parte de uma instituição que optou por “manter a imagem” à adotar medidas que visassem punir criminosos (que, em regra, se aproveitam da sua influência local, do medo que assola as famílias, do “respeito” que gozam frente à sociedade).

Mas uma notícia tem repercutido internacionalmente e chamou a atenção nesse final de semana: o Papa Francisco – que já deixa sua marca como um líder que enfrenta os assuntos mais espinhosos da Igreja – nomeou uma das maiores ativistas no combate à pedofilia para uma comissão relacionada ao tema.

Trata-se da irlandesa Marie Collins.

Aos 13 anos, ela foi abusada por um sacerdote do hospital onde estava internada na Irlanda, inclusive com registros fotográficos. Quando tentou denunciar, anos depois, foi informada por funcionários da própria igreja que “proteger o bom nome” do padre era mais importante do que remediar um erro “histórico”.

Marie fez campanha para a proteção das crianças e por justiça para as vítimas de abuso clerical de menores. O grupo é composto por oito especialistas e sinaliza uma mudança de postura após as Nações Unidas acusarem a Igreja – para proteger a reputação – impor uma “lei do silêncio” sobre a questão.

Segundo o porta-voz da Igreja, o grupo vai considerar opções como ação penal contra os infratores.

A medida mostra a disposição de Francisco ao enfrentamento de correntes mais retrógradas e pode ser o início da coibição da prática e punição de clérigos criminosos.


29
julho
2013
‘Se a pessoa é gay, procura a Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?’, disse o Papa Francisco