Arquivo para Macapá - Daniele Barreto
06
abril
2017
Look Vem Verão, Riachuelo

Como já comentei, amo a cor branca, principalmente na praia, natureza, campo. E aproveitei para usar, nos looks, sempre uma peça nessa. Usei uma blusa branca da Riachuelo, cigana, uma moda que vira e mexe volta – e nesse verão está com tudo. O branco dá leveza ao visual e super combina com o clima de mata e natureza da viagem. Essa blusa transparente usei com biquíni por baixo, que além de dar uma cor ao visual (vermelho), fica super discreta. A blusa não fica muito transparente (não gosto quando fica aparecendo muito), então ficou ótima para os passeios na cidade, em Macapá, e pra esticar no final de tarde na piscina. O tecido é lindo e tem uns desenhos em relevo! Amei!

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Usei acessórios indígenas, amo! Esse arranjo no cabelo comprei (com uma índia na rua em Porto Velho). Acho que a gente tem que valorizar o artesanato local, como forma não só de ajudar economicamente, mas de ampliar nossa cultura sobre tradições e costumes locais.

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30
março
2017
Riachuelo na viagem ao Amapá: abacaxi é a fruta do verão!

Viajar é maravilhoso, quando se tem acessórios e roupas confortáveis para explorar cada beleza do local, é ainda melhor. E quando se fala em bater perna, o quesito “calçado confortável” é recorde de preocupação. Em Macapá, tenho optado por sapatilhas confortáveis da Riachuelo. Boa companhia de tour! Escolhi a Riachuelo como companheira esses dias! hahaha Todos os meus looks (blusas, shorts, sapatilhas, sandálias) foram escolhidos na loja do Shopping Iguatemi em Salvador, para deixar minha viagem ainda mais charmosa e confortável.

Além de coleções que valorizam a nossa flora e fauna (adoro!), a Riachuelo seguiu a tendência internacional de frutas e flores tropicais em peças leves e descontraídas!!! Eu fiz um “enxoval” (rsrsrs) na loja da marca e amo poder curtir os passeios de forma confortável e alegre (as cores estão incríveis).

Sapatilha de estampa de abacaxi! <3 Tô in love total por ela. Usei muito na viagem (combina com roupas de várias cores). O abacaxi é a fruta preferida nas nossas estampas da coleção Alto Verão. Camisetas, biquínis, sandálias ou espadrilles vão bem com o toque tropical da fruta – que combina perfeitamente com nosso verão.

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A sapatilha de estampa de abacaxi dá um ar mais irreverente a qualquer look que você escolher e vai deixar seus pés lindos!

Como faço alguns passeios andando muitooooo na capital amapaense, minha escolha optei por priorizar as sapatilhas. Usei a sapatilha de estampa de abacaxi nos passeios na Área de Proteção Ambiental de Curiaú, Fortaleza de São José, Mercado de Peixes Igarapé das Mulheres! (vou postar sobre todos os passeios e looks aqui)

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08
novembro
2016
Viagem ao Amapá: Look Riachuelo

Amando essa fase do blog e youtube na qual nos aproximamos mais e vamos conversar também sobre estilo de vida. Não só roupas, acessórios e maquiagens para quem trabalha na área, mas também os looks de viagens que envolvam cultura e conhecimento político. O 1° look da viagem é total Riachuelo (como os demais também rsrsrs). Eu amo branco e foi a cor escolhida da viagem. Em quase todos os looks, coloquei uma peça branca. O branco dá leveza ao visual e super combina com o clima de mata e natureza da viagem. Essa blusinha além de uma transparência discreta, tem uns gripis na ponta que amo. Fica feminina e leve.

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Aproveitei para combinar com um short bem colorido da mesma loja e acessórios em tons de terra e amarelo.

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Esse colar, eu comprei na minha primeira viagem ao Amapá, em 2009, e o brinco de pena no Complexo do Marco Zero no dia dessas fotos. Na verdade o brinco é uma história engraçada: o rapaz que atende na loja do Marco Zero começou a conversar comigo sobre a Bahia e eis que revela que a mãe nasceu numa cidade chamada… chamada… adivinhe?! Óbvio: Alagoinhas. hahahahaha Aí falamos sobre o bairro de Santa Terezinha, onde parte da família dele mora até hoje e também sobre o distrito de Buracica (onde a mãe efetivamente nasceu, ele viveu na sua infância e eu super conheço por causa dos poços da Petrobrás). Foi incrível! Quando fui pagar o brinco, ele não deixou e me deu de presente. Own!!! :-) Amei! kkkkkkkkk

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O Hotel que fiquei hospedada foi o CETA – Centro Equatorial de Turismo Ambiental Amazônico com trilhas ecológicas, lago em frente ao quiosque (amei o quarto) e com diversidade de riqueza de fauna e flora. Fica localizado entre os municípios de Macapá e Santana.

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03
novembro
2016
Viagem ao Amapá: APA Quilombo do Curiaú

O que estão achando dos posts sobre a viagem ao Amapá? Eu amei e hoje conto mais sobre a Área de Proteção Ambiental que é um dos maiores remanescentes de quilombo do país. ;-)

A Área de Proteção Ambiental o Riu Curiaú fica localizada na foz do rio Curiaú, no estado do Amapá, distante 14 quilômetros da capital Macapá. Com o objetivo de proteger e conservar os recursos naturais e ambientais da região, a APA é local de resistência e preservação da memória dos antigos escravos, que chegaram à região no século XVIII, para a construção da Fortaleza de São José do Macapá.

Eles originaram o Quilombo do Curiaú, constituído pelas comunidades: “Curiaú de Dentro” , “Curiaú de Fora“, “Casa Grande” e o “Curralinho“, totalizando 1.500 pessoas e constituindo-se em dos raros remanescentes de quilombo existentes no Brasil.

Não foi fácil chegar! Como eu estava no Mercado de Pescado Igarapé das Mulheres, pedi informação em uma venda e o dono, super mega atencioso, anotou todo o meu itinerário para chegar no Curiaú. Lá passa Ônibus para a APA, mas ele me explicou que é apenas um, então tem que esperar ele ir e voltar (14km cada percurso). Aí demoraria muito. Então, primeiro fui andando até a Avenida FAB (caminhada dazorra, num sol que olha…), lá pegue um ônibus e desci na estrada, já na entrada da APA, de onde peguei um táxi. (que demorou quase uma hora para passar) Na volta, retornei com o ex-Secretário de Cultura do Estado, aí foi rapidinho.

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Com área 23 mil hectares de área verde, rio e córregos, na APA há economia voltada para:

  • cultivo de peixes
  • criação de búfalos

Subsistência:

  • mandioca
  • frutas
  • pequenos animais
  • casa de farinha

Vale lembrar que têm surgido problemas sociais devido à expansão da periferia da cidade sobre as terras do quilombo. Os moradores já fizeram protestos para a desocupação de moradias irregulares e as áreas foram destinadas a filhos de quilombolas.

Há vários bares e restaurantes que, pela beleza e tranquilidade do local, atraem turistas e moradores de Macapá. Nas pesquisas na internet, li alguns textos que informam sobre o descontentamento dos moradores do quilombo com festas que, proibidas na cidade, são realizadas na APA, varando a madrugada, trazendo insegurança e causando acidentes com pessoas e animais.

Há uma Associação dos Moradores do Quilombo, um posto médico, um posto policial, dois postos de guarda, um museu/centro cultural, duas igrejas, uma escola que vai até a 8ª série, o Conselho Comunidades Quilombolas – CECADA , Associação de Mulheres, o grupo cultural Raízes do Bolão de músicas regionais, e há projetos como de Orquestra,  Ponto de Cultura, Esportes e Ponto de Leitura.

Terras do quilombo

“A terra é de todos” – essa é a filosofia dos moradores. No vídeo abaixo, um descendente de escravo explica como seu a posse da terra inicialmente e que se trata de herança para filhos e netos dos quilombolas.

Há histórias de que os primeiros moradores foram negros e negras escravizados/as que fugiram da construção do Forte de São José e se esconderam na região. Outros contam que na verdade foram negros do Mazagão que não eram escravizados, vindos do Marrocos para povoar a região.

Aproveitei a ida ao Quilombo para almoçar em um restaurante na beira do lago (que nesse período de estiagem está seco, mas que atrai muitos turistas quando as chuvas enchem os mananciais).

Além de uma comida deliciosa (pedi um “pf” de peixe frito dos deuses, que dava para servir duas pessoas tranquilamente), o valor é bem acessível: R$ 15,00. Os restaurantes estavam fechados, devido à festa de Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro), esse era o único aberto na APA, mas são muitos e espalhados por diferentes pontos.

As mesas são embaixo de árvores e de madeira local, com animais caminhando soltos! (fiquei meio com nojinho dos porcos, mas depois me acostumei hahahaha). O interior do restaurante é super limpo e a comida muito bem feita. Deu água na boca só de olhar a foto. kkkkk
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Criação de búfalos

No local há criação de búfalos, que podemos ver passando pela estrada. Há muito leite e queijo para vender na região, inclusive coloquei uma foto no post sobre o Porto de Santana mostrando o embarque de queijos de búfala enormes. ;-)

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Marabaixo

Antes de viajar para o Amapá, eu já tinha pesquisado muito sobre o estado (até por já ter ido outras vezes e não conseguir tempo para alguns passeios). A APA de Curiaú estava na lista de prioridades desse passeio e lá eu queria conhecer o marabaixo (dança e música típicos que amo). E poder ver a confecção dos instrumentos, que são produzidos no remanescente de quilombo por pessoas que ajudam a manter viva a tradição.

O Marabaixo e o Batuque são ritmos e danças locais que animam as muitas festas. O Marabaixo compõem várias festas católicas populares nas comunidades negras da área metropolitana de Macapá e Santana. “São danças de negros!” O marabaixo é um lamento, e até a dança mostra sofrimento do escravo no arrastar dos pés (a corrente não deixava que eles mudassem o passo). (pesquisas na net)

Fiz alguns vídeos no local, mas nenhum ficou como esse (ótimo) que encontrei no Youtube e compartilho com vocês:

Instrumentos em confecção que conheci na visita ao remanescente de quilombo!

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Adorei conhecer a APA Quilombo do Curiaú!

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17
outubro
2016
Diário de Viagem ao Amapá: conhecendo o Balneário de Fazendinha, Macapá (01)

Às vezes é bom dar uma paradinha nas postagens com comentários políticos (nem que seja por algumas horas) para falar de outros assuntos. Sei que vocês gostam! E vamos conversar sobre o Brasil e suas belezas.

Quem me acompanha nas redes sociais, viu que passei 20 dias no Amapá. Amo o estado e, como sempre, foi uma viagem incrível, de descobertas e muita reflexão e curas. Aproveitei para visitar Macapá, Santana e Tartarugalzinho. Nos próximos dias, vou escrever sobre a viagem aqui no blog e dividir com vocês um pouco mais desse estado lindo (já tinha prometido isso no Facebook, e estava devendo rsrsrs). É impressionante como nosso país é grande e com cultura e biodiversidade ricas, né? Fico encantada a cada viagem que faço e com o Amapá, especialmente, tenho uma ligação muito forte. Sempre amo as viagens que faço para lá, e, inacreditavelmente, elas surgem quando mais preciso de um tempo para mim, para refletir alguns acontecimentos e aprendizados da minha vida. Dessa vez, novamente sozinha (como sempre vou ao estado), conheci pessoas incríveis e lugares que encheram meu coração de força.

  • Chegada no Amapá

A vista do avião, já é um deslumbre a parte! Se o voo (TAM ou GOL) for durante o dia, você pode ver – sobrevoando baixinho – a Floresta Amazônica, o Rio Amazonas, pequenas jangadas no rio, casas no meio da floresta. É de uma beleza incrível e como o avião está bem baixinho, é possível visualizar tudo com muita nitidez.

O estado do Amapá não possui ligação por terra com o resto do território brasileiro. Está situado a nordeste da  Região Norte, colado às Guianas. Seu território, de 142.828,521 km², está delimitado pelo estado do Pará, pela Guiana Francesa, o Oceano Atlântico e Suriname. Além da capital, as cidades mais importantes são Santana, Laranjal do Jari, Oiapoque e Mazagão.

72% do território do estado é destinado a unidade de conservação e terras indígenas. No total, são 19 Unidades de Conservação, e na viagem, aproveitei para conhecer uma delas: a Unidade de Preservação Ambiental do Quilombo do Curiaú, que vou contar nos próximos posts aqui do blog. Os principais rios são Amazonas, Jari, Oiapoque, Araguari, Calçoene e Maracá.

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“E porque os índios estão tão longe da minha aldeia e suas flechas não atingem meus olhos nem o meu coração, não me importa que tirem suas terras, sua alma. Analfabeto de solidariedade, não sei ler sinas de fumaça. Se eu tivesse um nome indígena, seria ‘Cachorro Medroso'” – Poeta Sérgio Vaz

  • Balneário Fazendinha

Logo no primeiro dia, ao chegar em Macapá, fui conhecer o Balneário de Fazendinha. Na verdade, estava na minha programação ir ao local –  tinha pensando tanto nisso kkk – só não imaginei que a oportunidade surgiria logo de cara! O Balneário da Fazendinha é uma praia muito conhecida no Amapá, às margens do Rio Amazonas – o maior do Mundo. blog1 blog2 blog3 blog4

 

Fazendinha é um distrito tranquilo e na saída de Macapá para o município de Santana, um pouco afastado do centro da capital. Tem restaurantes e uma moqueca mista (peixe e camarão) das deusas! Almocei lá, mas fiquei louca para voltar nos dias seguintes para passar mais tempo e não consegui. Mas já está na lista de desejos para a próxima viagem ao estado (em breve! rsrs) Gostaram das fotos do Balneário da Fazendinha? :-)

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Bjo.