Arquivo para Dilma - Daniele Barreto
07
julho
2016
Acorda pra Política: População desconfia da imprensa

Bom diaaaa!!! A população desconfia da imprensa, é o que divulgou a Carta Capital em matéria dessa semana. Em pesquisa, parcela significativa dos brasileiros acredita que a imprensa atua de forma diferente quando trata Dilma e Temer.

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Vem ver o vídeo e debata conosco nas redes sociais (postei o vídeo no Youtube e no Facebook para conversarmos mais, ok) 

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12
maio
2016
Dilma afastada do cargo! O que acontece agora?

O Senado acaba de aprovar a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma. Ela será, portanto, afastada por 180 dias, e nesse período vivermos sob a batuta do presidente em exercício Michel Temer.

Ainda faltam algumas questões de ordem técnica, como Renan Calheiros, enquanto presidente do Senado, noticiar a presidente. Está previsto pronunciamento dela para as 10 horas.

Vou gravar vídeo para vocês sobre os passos que se seguem ao afastamento preliminar, mas resolvi compartilhar o banner abaixo para que possamos já compreender o que acontece com Dilma afastada do cargo.

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07
maio
2016
A hora e a vez de Temer (Revista Época)

Bom dia!!! Tudo certinho com vocês nesse domingo?

Chegou aquele momento do dia em que lemos revista juntos. Confesso que é um dos projetos do blog/youtube que mais gosto. Sempre tive por hábito ler semanários, e foi inevitável trazer essa boa mania para esse espaço no qual dividimos opinião e debatemos política. Nem toda semana compro todas as revistas, claro! (olha a crise aí, genteee rs) Mas esteja certo de que, acessando nossas redes, você acompanha as principais matérias das revistas de circulação nacional no Brasil.

Hoje vamos falar da Revista Época.

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Uma das matérias que mais me chamou atenção, foi a coluna que enfatiza a autofagia do PT no governo. Seja quais os argumentos que possamos levantar para justificar a queda do partido, certamente a maioria deles (se não a totalidade) tem ligação direta com erros, crimes e equívocos do partido.

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A matéria principal “A hora e a vez de Temer”, trás um relato pró-peemedebista – que analiso e esmiúço no vídeo com vocês.

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E, ao contrário do que BEM sabemos, tenta convencer de que o vice-presidente manteve a sobriedade e seriedade durante o processo de afastamento temporário de Dilma. O que não condiz com as articulações e negociações pessoais que Temer empreendeu no último ano.

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No vídeo,

leio trechos da revista para vocês e avaliamos, juntos, as medidas que Temer adotará governando para o mercado, deixando de lado a CLT, mitigando a legislação trabalhista e acentuando desigualdades sociais.

Assista ao vídeo:

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06
maio
2016
Porque inventaram que Dilma vai renunciar?

PORQUE A MÍDIA e OPOSIÇÃO INVENTARAM QUE DILMA VAI RENUNCIAR?

O Globo inventou que a presidente Dilma pensa em renunciar e convocar novas eleições, ainda essa semana.

E isso termina de expôr uma prática da mídia: invencionices. Criam que Dilma tá louca, criam que o PSDB não quer cargos, criam que em 24 horas Lula será preso, criam que o mandado de prisão de Dilma já está pronto só esperando sei lá o que, criam que Dilma vai decretar estado de Defesa… Dia após dia, saem matérias mentirosas nos veículos de comunicação. Como os fatos são muito rápidos, estão quase nos atropelando, então, em poucas horas parece que a gente esquece aquela mentira que foi contada e não se realizou.

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Mas, ainda que não tenha se realizado, a mentira contada por esses jornalistas e veículos de comunicação terminam criando uma áurea geral de caos que ajuda na consecução dos interesses desses veículos. Ou de políticos que também entraram na onda das invencionices. Eles vivem de espalhar caos e tentar qualquer teoria que cole.

Os objetivos são: criar esse sentimento de fim dos tempos, tocar o terror no país, desviar nosso olhar dos fatos verdadeiros e vender revista, bem como ampliar os acessos dos sites de notícias.

O caos jornalístico se apoderou de 2015 e precisamos ler e ouvir tudo com muito cuidado.

Eis que o Jornal O Globo cria que Dilma vai renunciar.

Primeiro: Dilma não vai renunciar. E não sou eu quem digo isso, é a presidente.

Além dela já ter dito, outros fatores corroboram para que a gente acredite que, realmente, não haverá renúncia da presidente.

A biografia da petista é um desses fatores. Vocês acham que uma mulher com o passado de Dilma, com a história política dela vai desistir, gente? Olha, tem que ser muito ingênuo para imaginar isso como algo possível. Não é possível. E se você acompanha a política e conhece os personagens do nosso cenário nacional, você riu quando leu a matéria no Globo.

Outra coisa, Dilma não vai renunciar e Dilma NÃO PODE renunciar. Dilma foi eleita legitimamente, a Lava Jato já escarafunchou a vida dela inteira e não encontrou nada que a denuncie; ela vem sendo considerada como a presidente que mais autonomia deu ao Ministério Público e Polícia Federal, isso foi dito por um procurador da Lava Jato. Nesse clima de tensão e investigações, Dilma é a única pessoa que não tem nenhuma denúncia de corrupção contra si. E ela tem milhares de pessoas lutando, tomando as ruas, chorando, esbravejando para que ela possa cumprir seu mandato até o final.

Então, mesmo que Dilma acorde doida pra renunciar e diga “meu Deus, que vontade de renunciar daqui pra meio-dia”, ela não tem esse direito.

Ela não vai manchar sua biografia com a ação mais acovardada que um presidente pode adotar.

Ela tem que lutar pelos milhões que votaram nela e que querem a continuidade do seu governo.

Ela tem que aguentar, porque um presidente não é eleito para renunciar, é eleito para lutar até o último dia pelo seu mandato, utilizando todas as possibilidades que a lei lhe confere, e empenhando todas as suas forças nisso. Quando alguém recebe do povo a incumbência de governar um país, sabe que terá intempéries e tem obrigação de resistir a todas elas. Porque lutar pelo seu cargo é lutar pela vontade popular, conferida pelo voto nas urnas.

Dilma não vai desistir.

Mas porque O Globo inventou isso?

Gente, não é apenas uma mentira boba. Não é mais uma mentirinha.

Eu disse para vocês a alguns vídeos atrás, que a mídia e a oposição se concentrariam em forçar Dilma a renunciar.

Por vários motivos.

O primeiro deles:

Não existe fundamentação legal para o impeachment de Dilma, então, existe uma possibilidade do Senado não tirar a presidente do seu cargo. Essa possibilidade é remota, mas existe. Muito remota, mas ainda existe.

E mais: tem ministro do STF entendendo que o Tribunal pode reformar a decisão do Senado se ela não tiver embasamento jurídico.

Mas o motivo mais importante: a imprensa internacional e os organismos internacionais de forma absolutamente independente e imparcial já noticiaram que o impeachment é lesão à democracia, da forma como está sendo conduzido.

A ONU, a OEA, veículos como The Guardian, CNN, SIC Internacional, todos já fizeram matérias extensas avaliando a situação do país e dizendo que o brasil está passando por um atentado à Democracia.

Então, se o impeachment ocorrer, mesmo que o Senado aprove e que o STF não interfira, será um escândalo internacional. Ainda que nossa imprensa todos os dias nos diga que está tudo indo muito bem com o novo governo Temer, sempre irá pairar sobre revistas como a Veja, sobre veículos como a Globo que eles auxiliaram na lesão ao processo democrático. É assim que a comunidade internacional vai encarar.

Os organismos internacionais, nações e a imprensa internacional está cobrindo o que acontece nesse momento no Brasil como uma lesão à Democracia.

E este registro histórico jamais se apagará.

A não ser que…

A imprensa aliada à oposição, pressione o povo a pedir (coitado) a renúncia de Dilma.

Digamos que Dilma renuncie:

  • A comunidade internacional deixa de cobrir o fato como golpe e passa a dizer: “ok, Dilma abriu mão do cargo voluntariamente”;
  • Os livros de história vão mostrar uma presidente covarde, que abandona seu cargo porque não aguenta pressão.

Aí você me pergunta: mas Dani, mas ela não vai renunciar e aí não fica feio para o jornal?

Não.

Primeiro porque já mentiram tanto que a gente nem lembra tudo que já falaram.

Segundo que, se Dilma não renunciar, eles vão dizer que “nós denunciamos o golpe que a presidente daria e ela desistiu de renunciar”.

É isso!

É a mídia a serviço dos políticos da ala do quanto pior melhor.

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06
maio
2016
Dilma vai renunciar?

Olá, pessoal. Tudo certinho?

Já comentei com vocês em vídeos anteriores que, na ausência de fundamentação jurídica para o impeachment, os defensores da ideia vêm espalhando boatos na mídia e corredores de Brasília que a presidente Dilma vai renunciar.

Ela não vai!

Nesse vídeo, explico para vocês os motivos pelos quais Dilma não abrirá mão do cargo e o que leva os opositores a inventar que ela jogará a toalhe.

Assista:

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03
maio
2016
#BomDia! Romero Jucá, Edson Lobão e o fim dos movimentos sociais

#BomDia, pessoal.

Não tem sido fácil acompanhar esse tumultuado cenário político, né? Revistas vão se acumulando e o jornal de ontem já não nos serve os novos escândalos de hoje. Nesse ritmo, acompanhar a torrente de informações e os malabarismos de políticos e jornalistas para defender seus próprios interesses não têm sido tarefa das menos árduas.

E essa semana algumas notas na Revista Veja sobre os poderosos Temer, Romero Jucá e Edison Lobão chamaram atenção. Já tinha lido a reportagem de capa, mas não me debruçado o suficiente nos textos de alguns colunistas. E nessa manhã de chuva em Salvador, acordei cedo e resolvi compartilhar 3 notas com vocês para avaliarmos juntos.

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Na coluna Radar, da Vera Magalhães, a publicação (uma das que mais têm encampado a retirada da presidente Dilma do poder) trás as dúvidas de Romero Jucá sobre qual o seu lugar e papel no governo Dilma, a traição de Edison Lobão à presidente e a intenção de Temer em acabar com os movimentos sociais.

DSC00666Romero Jucá e Edison Lobão são dois dos peemedebistas mais importantes e compõem a linha de frente das negociações de Michel Temer – que entrará para a história como o vice-presidente mais sórdido e oportunista do país.

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Romero Jucá é do PMDB de Roraima, um dos estados com quase todos os municípios de baixo para muito baixo IDH. Aliás, impressionante como alguns estados do Norte do país, embora contem com alguns dos mais poderosos políticos do cenário nacional, esse prestígio não se reverte em desenvolvimento e benefícios para o povo.

Jucá foi líder do governo de Fernando Henrique Cardoso, do governo Lula, de Dilma e se colocou como um dos mais bravos guerreiros em prol de tirar a presidente de sua cadeira a força. Nos bastidores, agiu cooptando lideranças, distribuindo cargos e aquinhoando promessas de ministérios e superintendências.

Viraria piada, aceitando ser líder mais uma vez, se não fosse inteligente e articulado o suficiente para ninguém rir de suas tramoias que, em regra, terminam com o povo pagando o pato.

Ignorando que se trata de um dos maiores envolvidos na operação Lava Jato e outros escândalos, posa de moralizador ao lado dos que articulam a queda de uma presidente. Enquanto isso, o povo aplaude a tomada do poder por esse tipo de gente.

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Edison Lobão é apadrinhado político de Sarney, com quem aprendeu tudo: de fazer política a fazer dinheiro.

É veterano de escândalos e escandalizou os petistas mais radicais quando teve seu nome indicado pela Dilma para tomar conta do galinheiro: o Ministério de Minas e Energia. E foi tomando conta das galinhas que o lobo recebeu propina para a construção da usina Angra 3, conforme Moro apurou nas investigações da Operação Lava Jato.A Polícia Federal já realizou buscas em sua mansão. Mas o lobão mostra que, no Brasil, o crime compensa e a recompensa pode ser (mais) um pomposo (e recheado de dinheiro) ministério.

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Mas, para a conta dos lobos travestidos de cordeiros fechar, vai ser necessário que o dinheiro saia de algum lugar, né?

Vai sair das políticas públicas e dos movimentos sociais. Criminalizados pela direita, pelo empresariado e odiado por quem gosta de manipular recontando a história de um Brasil que pouco conhece a si mesmo, os movimentos sociais ainda são um respiro na luta de um povo que não conhece seus direitos, que recebe uma educação de péssima qualidade e alienante e que não sabe o significado de educação política. Diante de tão caótico cenário, se manifestam como a possibilidade real de discutir política num país onde os partidos políticos que agora tomam o poder não investem em militância, estrangulam o orçamento das ações sociais e matam qualquer sonho de jovens competentes a ingressarem na política partidária.

Nos próximos meses, sairão de cena os movimentos sociais e entrarão em cena os que sempre comandaram os bastidores da corrupção no país.

E o povo vai pagando para ver!

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26
abril
2016
FHC diz que Dilma é honesta

Sim!, senhor(a). Você leu o título do post direitinho.

Dilma é honesta e o impeachment é político.

Quem disse isso não fui eu, mas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Nessa tormentosa relação do PMDB com o PSDB, na qual os cargos já andam sendo distribuídos nos bastidores, os tucanos têm adotado ações que constrangem o passado do partido. O PSDB de José Serra, Aécio, Aloysio Nunes e e cia já tinha dado a possibilidade de ocupar a presidência da República como perdida para a próxima década. O partido nunca conseguiu fazer uma oposição aguerrida, não representa bem o eleitorado que sempre esperou mais proatividade na fiscalização do governo petista, e jamais conseguiu fazer Aécio tomar juízo e levar a política a sério.

Quando José Serra visualizou em Eduardo Cunha um aliado para chegar ao poder, ficou fascinado com seus dotes e não controlou seus impulsos em procurá-lo para oferecer-se no projeto de tomada de poder (seja ela uma tomada constitucional ou não). Serra aproveitou para aproximar Temer de Aécio, que, em agosto de 2015, contou com a participação do vice-presidente da República em evento organizado pelo PSDB e empresários em São Paulo. Ali, Temer sacramentou que estava disposto a qualquer coisa para assumir a cadeira outorgada a Dilma. (comentei com vocês em um vídeo em setembro, ASSISTA AQUI)

Só que uma figura que ainda tem voz nos bastidores do partido e que age mais discretamente é Fernando Henrique Cardoso. Acompanhou todos os passos e fases e avalizou a aproximação dos tucanos com Temer.

FHC é um dos maiores apoiadores do impeachment e defende que, num eventual governo Temer, o partido deve participar ativamente, porque, segundo ele, ajudou a derrubar Dilma. E defende aumento de impostos. O que, para o tucano, será medida inevitável.

Ontem, em entrevista à Folha de São Paulo, acrescentou que sempre se referiu a Dilma como uma mulher honesta, que a presidente não é criminosa e que o processo de impeachment é político.

Mas defende a saída de Dilma alegando que ela perdeu a capacidade de agregar.

Enquanto tucanos, peemedebistas e aliados reclamam que Dilma não tem possui capacidade de diálogo com o Congresso, mascara que esse mesmo Congresso nunca aceitou dialogar com a presidente. (aqui os conclamo a distinguir “diálogo” de “achaque”) Criaram dificuldades de diálogo para alegar a ingovernabilidade. Criaram dificuldades para gerar facilidades. E as colhem agora!

Não dá para avaliar os fatos isoladamente. Precisamos perceber a política de forma sistêmica e não apenas observar acontecimentos como se fossem espasmos. Base aliada cria problema para, futuramente (e o futuro é agora), reclamar da dificuldade de diálogo.

E PMDB, DEM, PSDB, PP, SD e aliados nanicos realizaram um acordão. Nele, o PSDB – que nunca fez oposição nem defendeu  o povo em 13 anos de desmandos petistas, tampouco fiscalizou e denunciou – virá a ocupar espaços num governo simplesmente porque ajudou a desmoronar (sorrateiramente nos bastidores e usando a falta de memória do povo brasileiro como instrumento) o anterior.

Conhecer o calabouço da política brasileira e saber os contornos da queda de Dilma permitem a Fernando Henrique discorrer sobre a suposta honestidade da presidente e garantir que o impeachment não se trata de nada mais do que um processo político.

E de oportunidades!

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25
abril
2016
Fotos das manifestações na votação do impeachment, em Brasília

Calma, calma, calma, pessoal! Sei que estou devendo as fotos das manifestações no dia da votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Consegui postar em tempo real no Facebook (está vendo a importância de adicionar e acompanhar nossas postagens por lá também?), mas ainda não tinha compartilhado com vocês aqui no blog.

Em que pese a desnecessidade de comentar a importância desse dia histórico para o país, preciso compartilhar com vocês a relevância pessoal desse momento para mim. Sempre amei política, desde adolescente (na verdade no final da infância) e durante toda a vida me dediquei a trabalhar na área que amo. E lá se vão 15 anos entre campanhas eleitorais, cargos públicos e organização de partidos políticos. Mais de uma década que, nos bastidores da política, vivo intensamente os momentos pelos quais nosso país atravessa.

E não poderia deixar de acompanhar as votações pessoalmente, em Brasília, para onde convergiu olhares e torcidas no final de semana da votação do impeachment da presidente Dilma.

Compartilhei com vocês meu pensamento, análises políticas e emoções durante a estadia na capital federal, e hoje, esfriados os ânimos, trago fotos de um dia que marca a história do país, seja pelo prosseguimento do afastamento da presidente, seja pelos brados de que o Brasil vive um golpe.

O lado a favor da manutenção de Dilma no poder

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O lado contra Dilma no poder

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Opine!

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25
abril
2016
Nós no Facebook: ciclovia, impeachment de Dilma e Temer

Oi, pessoal, bom dia. Já comentei com vocês que algumas vezes por semana vou disponibilizar aqui no blog algumas das discussões que estamos desenvolvendo no Facebook. Sei que muitos de vocês acompanham o blog, mas nem todos os posts do Face e sempre fica complicado rolar a página para ver os debates anteriores. Por isso, resolvi sempre colocar os links, assim, olhando o post, vocês conseguem identificar mais facilmente quais assuntos têm interesse em participar das discussões e opinar. Espero que gostem da ideia!

Vamos à postagens? Organizei abaixo da mais recente para a mais antiga.

Lázaro Ramos sobre Eduardo Cunha:

Mais sobre a Câmara dos Deputados:

Sobre a homenagem ao ditador:

Vídeo sobre perfil dos manifestantes em Brasília:

Só lembrando da sessão de horrores que vivemos no domingo de votação do impeachment na Câmara dos Deputados:

Opine!

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24
abril
2016
Vídeo: deputado se arrepende de voto a favor do impeachment

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Bom dia, pessoal! Manhã nublada em Salvador, e nessa madrugada bati um papo com vocês sobre o deputado cearense que se arrependeu de votar pelo impeachment da presidente Dilma alegando que apenas cumpriu uma determinação partidária, mas que não há embasamento legal para afastar a presidente do cargo.

Oxe!

Confira explicação no vídeo:

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23
abril
2016
Vídeo: os segredos por trás das homenagens a Deus, família e municípios

A votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados nos deixou em estado de choque diante da TV. Poucos citaram a lei, ordenamento jurídico, ordem jurídica ou as pedaladas fiscais. Falaram preferencialmente em Deus, família, homenagens à cidade natal. Mas será que além de bizarros (coisa que a maioria é), aqueles deputados são ingênuos ao ponto de pagar esse mico em rede nacional a troco de nada? Ou existe algo por trás dos discursos proferidos na Câmara?

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Foto da internet / não encontrei crédito

Depois de passado o choque (rs), está na hora de avaliarmos de forma técnica e fria os discursos. E percebermos que ali estavam recados muito claros, objetivando atingir um eleitorado específico, manipulado pelo discurso cristão moral (que substituiu a “teologia da prosperidade” em tempos de crise) e visando as eleições 2016.

Explico tudo no vídeo:

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23
abril
2016
Vídeo: Raquel Muniz prova que o Brasil tem jeito

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Um circo dos horrores na Câmara dos Deputados espantou o país na noite do domingo, quando muita gente pode, pela primeira vez, descobrir quem são nossos deputados federais, o que pensam e como agem em busca de holofotes e negociatas.

Mas a deputada federal por Minas Gerais, Raquel Muniz – que homenageou o marido Ruy Muniz, prefeito de Montes Claros, MG – conseguiu se transformar no cartão de visitas da Câmara dos Deputados, simbolizando cada um daqueles que bradaram por moralidade, mas merecem uma visitinha da Polícia Federal.

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Crédito desconhecido / Internet

Assista ao vídeo no qual explico por que ele foi preso:

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22
abril
2016
Vídeo: A culpa não é do muro

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Uma das polêmicas mais debatidas nas últimas semanas foi a construção do muro que dividiu manifestantes em Brasília, na frente do Congresso Nacional: o muro do impeachment.

Com 1,1 km e 3 metros de altura, o muro dividiu a Esplanada dos Ministérios em 2 lados, deixando quem participava dos protestos a uma distância de aproximadamente 150 metros e com uma barreira policial e tendas da Polícia Militar separando-os. Tudo organizado pela Polícia Militar do Distrito Federal.

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Mais do que necessário num momento tenso do nosso país, o muro do impeachment separa o que nunca esteve junto: pautas diversas que, muitas vezes, se opõem. O muro escancara nossas diferenças e explicita como o povo brasileiro diverge em bandeiras e políticas públicas importantes.

O desafio é: como governar para esses dois “Brasis”?

Confira minha opinião no vídeo:

Opine!

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21
abril
2016
Vídeos: manifestações em frente ao Congresso Nacional – Impeachment

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Como comentei com vocês no Facebook, perdi meu voo de Brasília para Salvador e não consegui gravar e editar os demais vídeos que gravei para publicar para vocês. Na terça-feira e quarta-feira tive que correr com os compromissos do trabalho, que se acumularam em razão da viagem para acompanhar a votação na Câmara dos Deputados.

Aproveitei esse feriado para editar o material que gravei nas manifestações do domingo e, ao longo do dia, publiquei para vocês. Resolvi fazer da seguinte forma: editei e publiquei todos, e condenso os vídeos nesse post para vocês. Assim não sobrecarrego o blog de posts semelhantes, néam?! Gostaram da ideia?

Vamos lá!

Vídeo mostrando a militância a favor de Dilma, em Brasília

Sai do hotel andando em direção ao Congresso Nacional. Mais próxima da área reservada aos militantes, comecei a encontrar grupos organizados de petistas e sindicalistas que defendem a permanência da presidente Dilma no cargo. Como comecei a caminhar pelo “lado petista” (no sábado havia começado pelo lado “anti-Dilma), vocês podem ver a movimentação da CUT, trios e a chegada de muitos manifestantes pela rodoviária. A medida em que me aproximada do início do muro, aumentava a quantidade de manifestantes. Como a concentração dos movimentos sociais foi marcada para outro local, o lado petistas ainda estava meio vazio, mas já deu para sentir o clima e observar as pautas.

Atravessando o muro e manifestantes contra Dilma, em Brasília

Quando cheguei bem próxima ao Congresso Nacional, atravessei o muro mostrando para vocês a distância do alambrado e como está o clima do outro lado. Muito mais cheio, o lado a favor do impeachment foi marcado por discursos de sindicatos patronais e do agronegócio. Bandeiras, chapéus, frases de efeito, cartazes mostram a indignação de uma parcela da população com o governo Dilma.

Entrevista com manifestante que pede a intervenção militar, do lado contra Dilma

Entrevista com militante que quer a volta da monarquia, contra Dilma

Um dos militantes que encontrei defende a volta da monarquia como solução para o Brasil. Como acredito sempre no diálogo, e na necessidade de estarmos abertos aos mais diversos argumentos, conversei com ele para que vocês conheçam o posicionamento de quem defende o retorno dos reis e rainhas para o trono no país.

Quem está contra Dilma?

Quem defende Dilma?

Opine!

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18
abril
2016
Vídeo: bate papo com Kim Kataguiri

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Olá, pessoal, boa noite!!!

O dia hoje foi corrido e já coloquei algumas postagens mais cedo para vocês, entre perda do voo e bancos do aeroporto. E foi justamente no aeroporto que encontrei Kim Kataguiri, um dos jovens que se destacam na defesa ao projeto do impeachment – encampado pelos que querem tirar a presidente Dilma da cadeira.

Teve que ser um papo bem rapidinho, por causa dos nossos voos, mas deu tempo dele passar uma avaliação geral da votação após a aprovação do impeachment pela Câmara dos Deputados e falar sobre o futuro do país.

Confira no vídeo abaixo:

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Dos dias 15 a 18 de abril, vou fazer uma cobertura especial de tudo que envolve o processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Se inscreva no canal doYoutubepara acompanhar e aproveite para enviar os vídeos para seus amigos. Politize-se!

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17
abril
2016
Nós no Facebook: acompanhando a votação na Câmara dos Deputados

impeachment de dilma

Gente, acabou agora a votação do impeachment da presidente Dilma na Câmara dos Deputados, e venho trazer para vocês alguns dos debates que tivemos no Facebook. Convido-os a adicionar por lá, para que possamos conversar em tempo real sobre as disputas de poder e o cenário político.

Venha debater conosco!

Chegada no hotel, antes do início das votações:

Frente do Congresso Nacional poucos minutos antes de começar a votação. A imagem foi feita do local no qual gravei os comentários durante as atividades da Câmara dos Deputados.

Começou a votação:

Constrangimento de assistir à votação:

Panelaço no final da votação, em Brasília:

Militantes do PT saindo do gramado da Esplanada dos Ministérios após a votação do impeachment:

Opine!

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17
abril
2016
Vídeo: perfil dos manifestantes em Brasília

impeachment de dilma

Estamos ao vivo no Facebook discutindo tudo que se passa na Câmara dos Deputados e acabo de publicar vídeo avaliando o perfil dos manifestantes que se dividiram de um lado e do outro do muro do impeachment.

Obviamente, Brasília é extremamente segmentada e com classes sociais alta e baixíssima muito bem definidas, mas, em que pese a peculiaridade local, vale a pena analisar o perfil de quem representou todo um país em frente à Câmara dos Deputados em um dos momentos mais importantes de nossa história democrática.

Opine!

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17
abril
2016
Vídeo: Impeachment – pelo que você votaria?

impeachment de dilma

Continuamos com nossa cobertura ao vivo, no Facebook, da votação do impeachment na Câmara dos Deputados.

Acompanhe agora vídeo que acabei de gravar conversando com vocês sobre as homenagens feitas pelos deputados federais bizarros no momento do voto, em um dos fatos políticos mais importantes e mais deprimentes de nossa história.

Opine!

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17
abril
2016
Vídeo: não sou petista, mas não sou cega

impeachment de dilma

Sempre que alguém (como eu) defende a permanência da presidente Dilma no cargo, logo vem algum desinformado ou intolerante nos acusar de sermos petistas. Eu nunca fui, não sou e nem pretendo ser petistas. Mas estudei numa excelente universidade de Direito e sou atenta o suficiente para saber que não fundamentação legal e para conhecer os motivos reais pelos quais a presidente Dilma vive um processo de impeachment.

Eu não sou petista, mas não sou cega!

Mais um vídeo que acabei de gravar para vocês enquanto acompanhamos juntos, no Facebook, a votação do impeachment na Câmara dos Deputados.

Assista:

Opine!

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17
abril
2016
Vídeo: Constrangimento de assistir à votação do impeachment

impeachment de dilma

É inevitável: precisamos falar do constrangimento de assistir à votação na Câmara dos Deputados, um show de horrores promovido por indivíduos repugnantes, corruptos e falso moralistas.

Crédito: G1

Crédito: G1

Acabei de gravar vídeo opinando sobre o que tem sido acompanhar essa votação ao vivo:

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17
abril
2016
Vídeo: Cobertura do Impeachment – O povo chegando!

impeachment de dilma

Olá, pessoa, tudo pronto! Estou a postos na sala de reuniões do Hotel Saint Morritz, em Brasília, com o Congresso Nacional de fundo, para comentar todos os passos da votação com vocês no Facebook e através de vídeos aqui no canal.

Mas antes, confiram o vídeo da chegada dos manifestantes que defendem Dilma.

Gravei para vocês saindo do hotel, indo para o local das manifestações e acompanhando a chegada dos primeiros manifestantes que defendem a presidente Dilma.

Confira:

Fiquem ligados no Facebook que já estou por lá comentando os fatos mais importantes desse 17 de abril histórico.

Opine!

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17
abril
2016
Nós no Facebook: cobertura do impeachment, os dois lados, militância aguerrida

impeachment de dilma

Olá, pessoal, o dia começou hoje com um café da manhã especial e histórico (histórico pelo menos do ponto de vista pessoal, claro hahahaha), com vista para o Congresso Nacional. Está sendo uma satisfação imensa poder acompanhar os trabalhos da Câmara dos Deputados e as manifestações populares em Brasília, no coração dos acontecimentos políticos. Não tem sido uma tarefa fácil, especialmente porque tenho cuidado de todas as fases de gravação, produção, autorizações, edição de imagens, postagens. Mas tem sido uma grata tarefa para quem acredita na educação política, e na interação como forma de aprimoramento democrático. Espero que esteja sendo útil para vocês tanto quanto está sendo para mim!

Se os policiais não confiam na Globo, não posso fazer nada. hahahaha

Vídeo entrevistando militante do MST:

Saindo do hotel para acompanhar as manifestações na frente do Congresso Nacional:

Opine!

Adicione no Facebook para acompanhar todas as discussões políticas que faremos durante a votação na sessão deliberativa da Câmara dos Deputados. (só vou poder compartilhar as postagens aqui no final da noite, portanto, só acompanhando por lá garantirá que possamos conversar em tempo real, ok?!)

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16
abril
2016
Registros do muro do impeachment

impeachment de dilma

Hoje estive na área destinada às manifestações e fiz algumas fotos do “muro do impeachment” para vocês.

Inicialmente, logo quando soube do muro, ainda em Salvador, discordei da ideia. Depois fui percebendo que se trata de uma constatação social a construção desse muro.

Pessoalmente, uma vez em Brasília, pude observar, especialmente hoje, o clima das ruas e vi que não se trata de segmentação promovida pelo muro, mas uma precaução necessária para assegurar a segurança dos presentes.

Precisamos falar mais, nos próximos dias, sobre o que esse muro representa!

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LADO DOS MANIFESTANTES A FAVOR DE DILMA

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LADO DOS MANIFESTANTES CONTRA DE DILMA

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16
abril
2016
Agradecimento: mil inscritos e 100 mil visualizações

Como é bom ser grata e poder agradecer a todos que ajudam no crescimento do nosso canal. E que maravilha poder comemorar mil inscritos e 100 mil visualizações com essa viagem especial, avaliando o futuro do país e debatendo com vocês nossa opinião.

Meu agradecimento especial a todos:

Deixe sua opinião. Opine! Se manifeste!

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14
abril
2016
Nós no Facebook: impeachment, Temer e pão com mortadela

Pessoal, estou achando excelente compartilhar com vocês os posts do Facebook, assim, quem tiver interesse em discutir temas específicos não precisa ter aquele trabalhão de rolar a página do Face por horas, por vir aqui e encontrar todas as discussões políticas e opiniões. Para participar, clique no link:

Dei algumas dicas de livros:

Falamos sobre uma possível interferência de Dilma na Lava Jato:

Estramos o silêncio da operação Lava Jato:

Mais postagens:

E começou a polêmica do muro do impeachment:

E começamos a avaliar o Plano Temer (vem mais vídeo sobre isso por aí, tá?)

Agradeço a cada um de vocês por nos acompanhar no Youtube:

Fechando o dia:

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13
abril
2016
Vídeo: Dilma interfere na Lava Jato?

Em meio a tantas notícias ruins, vamos falar de algo positivo do governo.

Muito tem se falado sobre a possibilidade da presidente Dilma interferir em uma das mais consolidadas instituições do nosso país, o Ministério Público. Mas será que no grau de amadurecimento democrático que temos hoje seria possível a interferência da presidente nessa instituição?

Quem responde é o procurador integrante da força-tarefa da Lava Jato, que informa:

“Boa parte da independência atual do Ministério Público, da capacidade técnica da Polícia Federal decorre de uma não intervenção do poder político, fato que tem que ser reconhecido. Os governos anteriores mantinham o controle das instituições, mas esperamos que isso esteja superado.”

E mais:

“Aqui temos um ponto positivo que os governos investigados do PT têm a seu favor. Quero quer que nenhum governo no Brasil signifique alterações de rumo no Ministério Público, no Judiciário, na Polícia federal. Queremos simplesmente que as instituições continuem livres para continuar a fazer o que a lei exige delas.”

No vídeo, opino sobre as declarações do procurador:

Créditos: Blusa – Renner / Brinco e anéis – Feranda / lojas são do Shopping Salvador

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13
abril
2016
Nós no Facebook: Lula, Dilma e o impeachment

Convido todos vocês leitores do blog a adicionar no Facebook, para acompanhar todas as nossas discussões políticas em tempo real. Lá, consigo passar o dia conectada com cada um de vocês, falando sobre os fatos políticos mais importantes e trocando conhecimento.

Clique no assunto que você tem interesse em debater conosco, puxe a cadeira, sente e fique a vontade. A casa é nossa! ;-)

Aquela hora de divulgar produtos que amamos:

Conversamos muito pouco aqui no blog sobre temas ligados ao aborto e direitos das mulheres, vamos corrigir isso, tá? É tema que precisa ser cada vez mais debatido:

Essa é uma daquelas gratas surpresas do Youtube:

Esses dias, conversamos também sobre a lamentável capa da revista IstoÉ, que desce ao fundo do poço da discussão política para expor fragilidades e a imagem de um ser humano:

Porta dos Fundos sambando com um vídeo criticando quem fez campanha de boicote ao canal:

Mais comentários no Facebook, para debates os temas conosco, clique nos links abaixo:

E sobre o áudio que Temer vazou propositadamente:


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11
abril
2016
Vídeo: Os surtos de Dilma e a hipocrisia da namorada do Ministro

Vamos ao nosso primeiro post sobre política hoje? Vamos!

A Revista IstoÉ publicou, na semana passada, uma reportagem na qual enfatiza supostas cenas de desequilíbrio da presidente Dilma. Abrindo mão do respeito, bom senso, jornalismo de qualidade e afastando a condição humana da gestora, o periódico presenteia a FIESP e outros patrocinadores com um texto que deve ter os agradado muito, mas decepciona o leitor mais consciente e atento.

descontrole

A capa visa o único objetivo de denegrir a presidente, fazer chacota de supostos problemas emocionais e humilhar que faz uso de medicamentos controlados. Gerando constrangimentos no meio político e jurídico, a revista se comporta como um militante de quinta categoria, daqueles desrespeitosos e sem argumentos, que se fazem valer de deboche e ataques a condições físicas e emocionais para agredir e achincalhar. No jornalismo – pelo menos no sério – e no debate político – igualmente sério – é inadmissível que se desrespeite pessoas em nome de vender revistas e honrar espúrios acordos.

Lamentável! Lamentável que num momento em que devemos aproveitar a oportunidade para fazer de política de forma consciente e séria, levando informação de qualidade às pessoas e empoderando-as enquanto cidadãos, um dos maiores veículos de comunicação do país não se digne a manter a ética e decência jornalísticas.

Explico do vídeo:

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09
abril
2016
Vídeo: Os 4 caminhos de Dilma

Pois é! Mas se não está fácil pra gente, imagine para Dilma que só tem 4 caminhos hoje:

  • negociar seu mandato com o Congresso Nacional para não perdê-lo;
  • perder o cargo através do processo de impeachment em curso;
  • cassação da chapa pelo TSE; e
  • renúncia.

No vídeo, explico detalhadamente cada possibilidade de caminho de Dilma, diante do cenário nacional, e qual a mais provável.

Vem ver:

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09
abril
2016
Resposta a Leandro Narloch: Dilma não vai renunciar!

Dilma não vai renunciar! Mas, alheios (ou fingindo essa condição) a essa constatação, muitos anti-governistas, anti-petistas e anti-dilmistas vêm substituindo o discurso do impeachment pelo da renúncia da presidente. É uma estratégia bem bolada para jogar com a plateia (plateia, no caso, o povo brasileiro).

E o colunista da revista Veja Leandro Narloch escreveu um texto argumentando o quanto renunciar seria virtuoso e digno para Dilma. Eu respondi aos argumentos dele, até porque muitos deles não possuem compatibilidade com o cenário político nem se fincam na tão prezada honestidade intelectual.

Como o impeachment perde força na medida em que o processo se aproxima do Senado, onde Dilma pode reverter a situação, cada vez mais o discurso do “Dilma tem que renunciar” cresce entre os oposicionistas, e será, obviamente, levado às ruas nas próximas manifestações – com a população inflamada pela frase que será repetida exaustivamente nos meios de comunicação nos próximos dias.

Mas Dilma já informou que não renuncia! E tem todo o direito de não renunciar. Aliás, mais do que isso, tem o DEVER de não renunciar.

dilma renuncia

Eleita democraticamente – sim!, temos eleições e sim! somos um país democrático – é compreensível que não entregue o cargo, ainda que com toda a pressão de movimentos organizados, políticos e partidos políticos. Presidentes não são eleitos para renunciar. E ela dificilmente o fará.

E se manterá no cargo não por um esforço individual, mas:

  • por um projeto que ainda leva milhares de pessoas às ruas e ainda sustenta seu governo;
  • pelo que votaram nela;
  • pelos que ainda compreendem a manutenção de seu mandato como a representação da vontade popular
  • pelos que, ainda que com inúmeras objeções ao seu governo, não acreditam na cisão de um processo democrático como forma de melhorar o país.

Eu me incluo na última hipótese citada acima e comento, no vídeo abaixo, os argumentos do que acreditam que a renúncia é o melhor caminho para Dilma nesse momento.

Assista:

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21
março
2016
Vídeos: Manifestações contra Dilma

No último dia 13 de março, manifestações com pautas extensas tomaram as ruas do país. Militantes contra Dilma, pró impeachment, defensores da Ditadura e anti-corrupção ladearam lotando as ruas do país. Em algumas, políticos foram bem recepcionados – inclusive corruptos -, em outras, hostilizados, parlamentares como Aécio viram-se expulsos da própria manifestação que fomentou. Enquanto Bolsonaro bailava chutando um pixuleco de cima do trio.

Com ampla divulgação na mídia e forte apelo moral, as manifestações foram um sucesso em todos os estados do Brasil.

Abaixo, dois vídeo sobre a maior manifestação pública dos últimos tempos no país. No primeiro, falo sobre a importância de observar criteriosamente as incitações promovidas pela imprensa, e a forma como opinião vem sendo irresponsavelmente emitida travestida de “informação”.

No segundo vídeo, que você assiste abaixo, avalio com vocês a importância de duas medidas jurídicas controversas que, dissonantes do ordenamento, serviram para inflamar a população e levar milhares às ruas. Mais do que a judicialização da política, assistimos a espetacularização da justiça.

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Créditos: Blusa – Riachuelo / Brinco – Feranda / lojas são do Shopping Salvador

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18
março
2016
Vazamento anula delação de Delcídio?

Uma das dúvidas que me enviaram semana passada no Facebook foi sobre a possibilidade do vazamento anular a delação premiada de Delcídio do Amaral – que incendiou o governo revelando os segredos de alcova de Mercadante. Êta!

Já coloquei vídeo no canal falando sobre a delação premiada de Delcídio, mas no vídeo abaixo, falo da apuração encampada pelo ministro do STF Teori Zavaschi, que está empenhado em investigar os vazamentos.

Foto: Geraldo Magela /Agência Senado

Foto: Geraldo Magela /Agência Senado

A lei que trata das delações premiadas impõem sigilo ao acordo, com alguns objetivos:

  • proteger o delator – que pode fazer suas declarações sem medo de represálias
  • proteger as investigações – o que possibilita que sejam aprofundadas sem que os demais envolvidos tomem ciência do conteúdo da delação
  • evitar instabilidades políticas no país – como vazamentos seletivos e descontextualizados (isso te lembra alguma coisa?)

Por mais que a gente AME (e a gente ama hahaha) o vazamento das delações, precisamos compreender a nocividade para o andamento do processo. É sobre isso que trato no vídeo, e explico como homologações podem ser anuladas e prejudicadas com a publicização das informações, inclusive a delação de Delcídio.

ASSISTA O VÍDEO:

Aguardo vocês nas redes sociais!!!

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16
dezembro
2015
Impeachment: o que o STF está analisando?

Oiii, vamos a nosso último post de hoje no blog!

É!, o cenário nacional agitado e não podemos nos furtar de discutir nenhum assunto, não é mesmo?

Daqui a pouco vou publicar vídeos sobre: 1. Bloqueio do Whatsapp no Brasil; 2. Depoimento de Cerveró; e uma surpresa que vocês vão amar (só digo uma coisa: vai rolar presente para leitores do blog e quem me acompanha no Youtube; yeeey). Mas nosso postagem derradeira dessa quarta-feira é um vídeo sobre a ação que o Supremo Tribunal Federal está julgando, acerca do rito do impeachment! Após sessão longa hoje, amanhã o STF continuará os trabalhos.

Vamos lá!

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No nosso canal do Youtube, você acompanha o quadro Diário do Impeachment no qual publico vídeos sobre os encaminhamentos do processo de afastamento de Dilma Rousseff do cargo de Presidente do Brasil. No vídeo de hoje, conto para vocês sobre a análise que o STF está fazendo dos procedimentos já realizados pela Câmara dos Deputados.

Inicialmente, é importante salientar que a interferência do STF (o chamado para que interfira, protocolado pelo PC do B) é absolutamente normal e necessário para o andamento dos atos de acordo com o devido processo legal. Tanto Eduardo Cunha, como alguns dos seus comparsas aliados e parte significativa da mídia trata o assunto como uma interferência negativa, levantando a desnecessidade de judicialização do processo. Não é bem assim. A interferência é legal e assegura os feitos.

Dessa análise promovida pelo STF, pode advir a anulação integral de todos os atos realizados na Casa Legislativa citada ou apenas a anulação da votação da comissão do impeachment. Mas esses não são os únicos assuntos que o STF discute, ele também analisa o rito a se seguir e o momento no qual a presidente deverá ser afastada de seu cargo.

Para entender tudo sobre esses assuntos, aperta o play:

Muito obrigada por acompanhar os vídeos e compartilhar comigo a sua opinião! Seus comentários são muito valiosos para continuarmos a discutir política com seriedade e ampliarmos o exercício da cidadania.

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Créditos: Blusa – Riachuelo / Brinco – Feranda / Bracelete – acervo pessoal / Batom: Velvet, da Quem Disse, Berenice? / todas as lojas são do Shopping Salvador

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16
dezembro
2015
Vlog: judicialização do impeachment, voto secreto e baixaria na Câmara dos Deputados

Olá, pessoal boa noite.

Você pode substituir o Whatsapp (que está bloqueado) por meus vídeos no Youtube! O que acha? rsrs Olha, brincadeiras a parte (já postei texto na noite dessa quarta-feira explicando o real motivo do bloqueio do Whatsapp no Brasil), que bom que você está por aqui, porque tenho alguns temas importantes para conversarmos.

A semana passada quase não terminou, não foi? Com certeza foi uma das mais longas e polêmicas da nossa política nos últimos anos. E além dos vídeos “normais” que sempre publico discutindo, no web programa 5 Minutos de Política, os temas mais relevantes do cenário nacional, resolvi também gravar uma espécie de vlog-político (olha a gente inovando aí geeeeente hihihi). Vou explicar melhor ara vocês: como os escândalos e assuntos relevantes foram surgindo em cascata, não daria tempo de gravar o 5 Minutos de Política sobre cada tópico, então, a medida em que os fatos aconteciam, fui gravando minha opinião e citando a abordagem feita pelos maiores veículos de comunicação. No final da semana, juntei tudo em nosso vídeo que você assiste abaixo.

Os temas que comentei foram:

  • Judicialização do Impeachment – muito se comenta sobre a judicialização, mas o que a mídia e os contrários à presidente não dizem é que é absolutamente normal que o Supremo Tribunal Federal seja chamado a intervir durante todos os procedimentos, sendo, assim, o balizador do rito do impeachment;
  • Comissão do Impeachment – a comissão do impeachment foi votada após briga entre os líderes dos partidos (aqui você assiste vídeo no qual falo da deposição do Leonardo Picciani da liderança do PMDB na Câmara dos Deputados), agressões físicas (como cabeçadas) e urnas quebradas no Plenário da Câmara dos Deputados;
  • Brigas – enfatizo o comportamento nocivo dos deputados federais à Democracia;
  • Carta de Temer -o vice-presidente nos premiou no início da semana com uma carta para a presidente Dilma; embora de conteúdo patético e que explicita de forma clara o interesse do vice no toma lá dá cá, a carta foi feita para vazar, essa era a intenção de Temer;
  • Livros – livros novos sobre política que comprei na quarta-feira;
  • Voto secreto – uma das maiores polêmicas da semana foi a eleição da comissão do impeachment, que fez com que o Supremo Tribunal Federal paralisasse o rito para decidir sobre sua constitucionalidade.

Assista:

Espero que vocês gostem do formato! Curtam o vídeo para eu saber a sua opinião e gravar mais vlogs políticos nas próximas semanas.

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Créditos: Blusa – Riachuelo / Brinco – Feranda / Bracelete – acervo pessoal / Batom: Velvet, da Quem Disse, Berenice? / todas as lojas são do Shopping Salvador

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08
dezembro
2015
Desabafo na madrugada: impeachment, Cunha, opinião

Vídeo desabafo da madrugada.

Ontem fiquei indignada depois que Cunha mudou a data da eleição da comissão do impeachment, e resolvi gravar um vídeo DESABAFO falando sobre o fato e aproveitei para responder alguns questionamentos que os amigos me fazem aqui, sobre meu posicionamento a respeito do impeachment, o rumo do país, consequências… como foi um vídeo improvisado, aproveitei e falei tudo!

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07
dezembro
2015
Impeachment: Deputados instalam a comissão hoje

Oi, pessoal!

Bom dia! Sei, sei, são 5h da manhã de uma véspera de feriado e eu deveria estar dormindo mais um pouco, né? hahaha Sonho! Mas a política está pegando fogo e hoje mais passos importantes serão dados em Brasília visando o processamento e impeachment da Presidente Dilma, então, eu mal deitei para pesquisar tudo, analisar os assuntos do ponto de vista jurídico e político, e contar tudo para vocês aqui no blog, ok? Estão vendo como sou boazinha? hehehe

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Então, a partir de hoje você encontra minha opinião sobre os temas que envolvem o impeachment, além de lista das notícias mais relevantes veiculadas na mídia. Agora temos esse compromisso: e você pode acessar o blog várias vezes ao dia, para sempre ler as novidades da política em primeira mão e ter conhecimento de conteúdo imparcial e diversificado.

Mas vamos lá…

A Câmara dos Deputados tem uma sessão extraordinária marcada para hoje para eleger a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.  O processo de impeachment foi deflagrado na quarta-feira da semana passada, num ato de vingança de Eduardo Cunha, presidente da Câmara, contra sua inimiga Dilma e o PT – partido com o qual trava guerra e é desafeto recente – já tendo, outrora, conciliado e obtido muitas vantagens (cargos, ministérios, contratos etc – tudo aquilo que seu partido gosta e sempre gozou nos governos petistas).

Eu trouxe algumas informações técnicas sobre essa comissão que se formará hoje, para que a gente possa entender melhor como o processo funcionará. Segue…

Quando será a reunião para instalação da comissão:

  • a reunião de instalação está marcada para 18h desta segunda-feira (7) no plenário da Câmara dos Deputados

A comissão do impeachment será composta por:

  • 65 integrantes titulares
  • e igual número de suplentes

Os nomes dos deputados federais integrantes da comissão serão indicados:

  • pelos partidos políticos

O critério para sabermos quantos integrantes da comissão cada partido político indicará é:

  • tamanho das bancadas (critério de representatividade) – ou seja, quanto mais deputados federais o partido tiver na Câmara dos Deputados, mais nomes poderá indicar para o colegiado.

Haverão reuniões preliminares para os partidos políticos decidirem os nomes que irão indicar:

  • os partidos da base aliada e da oposição têm até as 14h para definir os parlamentares que integrarão a comissão especial. portanto, essa manhã de segunda-feira será de reuniões dos parlamentares dos partidos para decidir os nomes

Quantidade de indicados de alguns dos maiores partidos políticos:

  • PT tem direito a oito assentos e ao mesmo número de suplentes; confirmou que o líder do partido na Câmara, Sibá Machado (AC), será um dos indicados para compor a comissão
  • PMDB também tem 8 assentos; o partido não vai divulgar nenhum nome antes de fechar a lista completa
  • PSDB – 6 vagas na comissão
  • DEM – 2 assentos
  • PRB – 2 vagas
  • SD – tem 2 vagas
  • PSC – 2 vagas
  • PDT – duas vagas
  • PROS – duas vagas
  • PP – 4 vagas
  • PSD – 4 vagas
  • PR – 4 vagas
  • PSD – 4 vagas
  • PTB – três vagas
  • As bancadas do PHS, PTN, PMN, PEN, PCdoB, PPS, PV, SOL, PTC, PTdoB, Rede e PMD, terão, cada uma, um representante na comissão.

Hoje a comissão será formada, e amanhã, terça-feira, haverá a eleição do presidente e do relator da comissão.

Funções da comissão:

Caberá à comissão:

  • proferir parecer pela continuidade ou não do processo, que depois precisará ser votado em plenário.
Após a instalação da comissão, Dilma será notificada e começará a contar o prazo de dez sessões da Câmara para que a presidente se defenda.
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Assim que a comissão for definida, você encontra aqui no blog vídeo falando sobre cada um dos escolhidos pelos partidos e seu histórico político (vou falar dos escândalos também, tá?) para a gente ter ideia de em que mãos estão os procedimentos referentes ao impeachment da presidente – um acontecimento que abala a economia do país, mitiga a credibilidade internacional e, caso se consolide, ocasionará anos de recessão para nos recuperarmos.
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21
setembro
2015
Vídeo – 5 Minutos de Política: Temer quer assumir a presidência da República

Oi, pessoal! Tudo bem?

Vamos ao nosso vídeo de hoje do “5 Minutos de Política”? Lembrando que todos os dias – inclusive nos finais de semana e feriados – temos vídeo novo às 20h no canal do Youtube no qual eu posto as análises políticas, dicas de livros e conto sobre a rotina de trabalho na política.

Com o cenário político agitadíssimo, não faltam assuntos para debatermos. E vamos agora falar sobre:

  • reuniões do vice presidente Temer com grupo da oposição
  • pronunciamentos de Temer criticando – abandonando a discrição – o governo
  • Temer sinaliza à oposição que quer assumir a cadeira de presidente da República
  • traições, lealdade e abandono aos correligionários
  • benefícios que o PMDB obteve nos governos petistas
  • PT e PMDB sabem o que o outro fez no verão passado

Assista o vídeo:


[ lembrando  que o “5 Minutos de Política” vai ao ar todo dia às 20h, no Youtube ]

Mande também sugestões para vídeo do nosso web programa “5 Minutos de Política”, ok? :-)

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03
setembro
2015
Vídeo – 5 Minutos de Política: sumiço, picada e Dilma

Oi, pessoal. Tudo bem?

Estavam achando que hoje não ia ter post? hahahaha Teeeem, sim! E é um post mega hiper especial, que marca o retorno do web programa “5 Minutos de Política“. A pedido de MILHÕES de pessoas (na verdade foram só umas 3 pessoas mesmo hehehe), hoje a gente retorna com os vídeos do “5 Minutos de Política“, no nosso canal do Youtube. Êêêêêêêêê

E com duas novidades:

  • terá vídeo novo todo dia, incluindo os finais de semana e feriado – sim!, a blogueira e youtuber aqui decidiu organizar a agenda de trabalho e … e… e… trabalho, e vou conseguir gravar para publicar vídeo novo todos os dias.
  • teremos um horário fixo – tipo programação de TV, sabe? hihihi E os vídeos vão ao ar às 20h.

Pronto! Assim, nosso encontro está marcado para com dia e hora agendadinhos. Eu tenho um compromisso com vocês de realizar pesquisas, ler os jornais, interagir com as notícias, escolher o tema mais bombado do dia, gravar, editar … UFA!, postar! E vocês tem o compromisso de não me deixar falando sozinha lá no canal do Youtube e aqui no blog. Fechado? Então, tá. Obrigada! hehehe

No vídeo de hoje, falo sobre a mea-culpa de Dilma (crise econômica) e a Reforma Administrativa pessimamente anunciada. Mas antes conto para vocês porque parei de gravar os vídeo e o retorno com força total.

Assista o vídeo:

Gostaram do retorno do web programa “5 Minutos de Política”? Gostaria muito da opinião de vocês? :-)

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26
agosto
2015
Entrevista de Dilma: velhos erros

Pronto! Vocês pediram e lá vamos nós comentar a entrevista que Dilma concedeu ao entrevista ao GLOBO e aos jornais “Folha de S.Paulo” e “O Estado de S. Paulo”, em mais um post da série “Comentando a matéria”, quando você encontra: abaixo em azul, o texto da Folha e em itálico preto meus comentários.

Dilma afirma que errou na avaliação da situação econômica

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A presidente Dilma Rousseff ensaiou um mea-culpa nesta segunda (24) e admitiu que errou na avaliação da situação econômica durante a campanha eleitoral do ano passado, demorando a perceber a gravidade da crise.

Em entrevista à Folha e a outros dois jornais brasileiros, a petista afirmou que as dificuldades só ficaram mais claras entre os meses de novembro e dezembro de 2014, depois da sua reeleição.

Não se trata de mea-culpa, nem assunção de erros pelo Governo. Já havia, ainda durante a campanha eleitoral de 2014, clara noção da situação política e econômica do país. Anos atrás, alguns políticos da oposição, como o Senador Álvaro Dias, discorriam em seus discursos sobre os riscos da Presidente da República maquiar contas públicas e expor o país a uma severa crise econômica. Obviamente que durante a campanha, com a economia dando mostras de estar aos frangalhos, a publicidade oficial (nunca se gastou tanto como no ano passado) e o marketing da campanha criaram ficções para levar Dilma ao resultado que esperavam: a vitória nas urnas. A situação econômica do país era diagnosticada por especialistas em jornais, programas de TV, centros acadêmicos, corredores de universidades… Nenhuma dúvida havia sobre isso! E Dilma sabia, até pela formação acadêmica que possui, e pela habilidade em lidar com números. Até porque, boa parte da situação se mostrava consequência de decisões adotadas por seu próprio Governo.

A presidente convidou jornalistas para explicar a reforma administrativa anunciada nesta segunda pelo governo, que promete cortar dez ministérios até setembro.

Não se sabe por que cargas d´água Dilma demorou tanto para fazer isso: convocar uma coletiva, assumir erros e mostrar controle da situação. Em outros momentos da crise,  Dilma se deixou representar por ministros inexpressivos – inclusive em pronunciamentos na TV – quando deveria ter mostrado aos brasileiros que estava no controle – pois eleita para tanto.

O mais impressionante é que Dilma possui ao seu lado um dos papas do marketing político, que jamais, em tempo algum, deixaria de se adiantar à crise que cerca a presidente e adotar providências de gerenciamento eficaz da imagem. Inacreditavelmente, o João Santana deixou  que transcorressem muito tempo e muitas denúncias, possibilitando, assim, uma aproximação perigosa entre as acusações e a imagem da presidente. Partindo de João Santana, não se pode considerar isso um erro. Ele jamais cometeria um erro dessa natureza. E como também não foi um acerto, só podemos interpretar como uma ação consciente do marqueteiro, que, extremamente hábil em gerenciar crises de imagem, negligenciou intencionalmente de sua pupila mor.

O atual grau de comprometimento da imagem de Dilma, e a ausência de providências oportunas, deixam claro a extemporaneidade da entrevista aos jornais que Dilma reuniu nessa oportunidade.

Admitir erros e cortar na carne são duas das principais cobranças feitas pela oposição e até por aliados desde a corrida presidencial. Dilma não quis falar sobre a crise política que enfrenta, e evitou responder aos críticos e àqueles que defendem seu impeachment ou renúncia.

Apesar da forte turbulência econômica e política, Dilma mostrou-se tranquila, e garantiu estar em fase “budista”, mas atacou aqueles que, segundo ela, tentam envolver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com corrupção e incentivam a intolerância: “É fascista”, disse.

*

REFORMA ADMINISTRATIVA

A presidente previu dificuldades políticas para mexer em redutos ocupados por aliados, mas disse que ninguém será preservado dos cortes, nem mesmo seu partido, o PT. “Vamos passar todos os ministérios a limpo”, disse ela.

Em entrevista à Folha em julho, porém, ela classificou como “lorota” a proposta de redução dos ministérios, defendida pela oposição, por não trazer “economia real” aos cofres públicos. Nesta segunda, disse que o objetivo principal não é arrecadar mais. “Quero tornar eficiente o gasto. E tenho, ao mesmo tempo, de fazer a composição política”. Alegou não ter feito antes um enxugamento da Esplanada porque tinha “urgências maiores”, como o ajuste fiscal. “Ninguém consegue brigar em todas as frentes.”

Não há qualquer dúvida sobre o motivo de tantos ministérios, né? Loteamento de cargos e  espaços, contratos e lobby norteiam as decisões sobre a criação e composição do alto escalão desses órgãos públicos.(escrevi post no blog falando sobre isso em abril, quando se levantou a possibilidade de diminuição dos ministérios)

O tema sempre gerou críticas ao governo e não era difícil perceber que, a cada crise, iam aumentando as pastas, afinal, nada como um ministério para “acalmar” os ânimos de partidos políticos ávidos por poder e dinheiro (e doidos para fazer um escarcéu midiático para conseguir seu intento). Na contramão, muita gente mais esclarecida (e que acompanha o cenário político mais e perto) sempre defendeu a desnecessidade das pastas em grande número, ressaltando os gastos para manutenção.

Dilma defendia as pastas não por uma convicção pessoal, mas por dois motivos menos republicanos: necessidade de agradar aliados e opção pelo aparelhamento do Estado.

CRITÉRIOS

Dilma argumentou que seus objetivos são ganhar eficiência de gestão, mas não quis antecipar quais cargos cortará. “Não posso dizer quem está marcado para morrer porque eu não tenho certeza, primeiro, se vai morrer”. Questionada se o PT seria preservado, disse: “Óbvio que não, querida. Não é por partido. O critério não pode ser o PT será preservado e todos os outros… Não será isso.”

O critério será reajustar os interesses dos verdadeiros aliados. Serão limados do processo aqueles que ocupam dezenas de cargos de primeiro e segundo escalão – mas que comandam o arsenal contra Dilma nos bastidores para angariar cada vez mais cargos, contratos e posar de oposição, quando foram alguns dos mais beneficiados pelo governo petista, como o PMDB da Bahia e do Rio de Janeiro.

A estratégia de Dilma será, obviamente, reposicionar as peças no tabuleiro. Com uma centena de aliados achacadores, a presidente usará a estratégia de tirá-los da zona de conforto, da qual eles, sentados convenientemente, colhem os louros de ameaçar a governabilidade, na mesma medida em que panfletam contra o governo. Vamos ver quem está disposto a pagar o preço de entregar seus cargos (cultivados e cultuados no apagar das luzes) para continuar bradando moralidade ao acender das luzes da Esplanada.

CORRUPÇÃO

Questionada se, em algum momento, imaginou que petistas estivessem envolvidos no esquema de corrupção descoberto na Petrobras, disse: “Não”. Quando um dos jornalistas quis saber se tinha sido “completamente surpreendida”, respondeu: “Fui. Acho, e lamento profundamente”.

Uma resposta previsível.

LAVA JATO

Dilma não quis tecer comentários sobre o juiz Sergio Moro. “Minha querida, me desculpa, se você me perguntar de qualquer pessoa, não vou dar opinião”. Sobre o futuro da Lava Jato, afirmou: “ninguém pode interromper esse processo”. Reconheceu, porém, que “as investigações, quanto mais rápidas, melhor”.

(aproveite para ler a matéria do Globo sobre a mesma entrevista)

SAÍDA

Dilma não quis responder sobre os pedidos de impeachment, feitos pela oposição, ou para que renuncie ao cargo, sugestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Não vou falar”, afirmou. “Não é fácil, né? Não é uma sugestão fácil [pedir para alguém que renuncie.”

Como estadista, julgo desnecessário o comentário de Fernando Henrique Cardoso. E também não haveria motivos para Dilma comentar a afirmação equivocada do ex-presidente. Como tal, ao contrário de Lula, que nunca desce do palanque, FHC deveria ter mantido o decoro mínimo exigido e não entrar em especulações (e espetacularização) sobre renúncia e impeachment.

ERRO 1

“Vocês sempre me perguntam: em que você errou? Eu fico pensando (…). Em ter demorado tanto para perceber que a situação podia ser mais grave do que imaginávamos. E, portanto, talvez nós tivéssemos de ter começado a fazer uma inflexão antes”, disse. “Talvez porque não tinha indício de uma coisa dessa envergadura. A gente vê pelos dados”, justificou. “Nós levamos muito susto. Nós não imaginávamos. Primeiro que teria uma queda da arrecadação tão profunda. Ninguém imaginava”. Para a presidente, a crise só ficou evidente entre novembro e dezembro.

Mais do que uma avaliação equivocada, houve um menosprezo ao fato de se maquiar contas públicas, e a tentativa oficial de mascarar a crise. Não foi um erro, um equívoco ou uma decisão não administrada corretamente. Foi uma opção. Se tinha a certeza da dimensão da crise, mas era mais importante maquiar com a publicidade institucional e garantir a eleição.

ERRO 2

“Gasto público. Talvez o meu erro foi não ter percebido prematuramente que a situação seria tão ruim como se descreveu. Ela [dificuldade] começa em agosto. Só vai ficar grave entre novembro e dezembro. É quando todos os Estados da federação percebem que a arrecadação caiu”, disse.

MICHEL TEMER

Dilma fez um desagravo ao vice-presidente da República, que deixou parte da articulação política do governo nesta segunda. “O Temer, aquele dia estava inteiramente estressado porque percebeu que o país ia ter uma aprovação de uma medida provisória que impactaria em bilhões e bilhões”, contou. “Não acho que ele falou aquilo [sobre a necessidade de ter ‘alguém’ para ‘unificar’ o Brasil] com a intenção que atribuíram a ele. O Temer tem sido de imensa lealdade comigo”, “tem responsabilidade com o país”, defendeu. “O papel dele é a macro política, não a micro”.

Ao contrário da ala revoltada do PMDB, Michel Temer somrep foi tido internamente no partido como alguém que “resolve a vida dele” e abandona os reclames dos correligionários. Enquanto Temer deixava de lado os peemedebistas mais insaciáveis, a gula dos mesmos crescia, articulados, nos bastidores, pelos mais gananciosos e que não existam em inventar, plantar matérias e especular para manter-se – sem nenhum mérito – no cenário político. Temer tem sido, desde os governos Lula, de uma lealdade (aos presidentes petistas) que irrita o PMDB.

CONGRESSO

“Não dá para dizer que cada vez que você perde é uma crise. Não é. Se olhar o cômputo geral, a palavra é ‘exitoso’. Apesar de sofrer derrotas sucessivas no Legislativo, afirmou que, “mesmo com todas as turbulências, foi um período bastante tranquilo”. Segundo ela, a primeira fase da articulação política, que aprovou o ajuste fiscal, foi “um sucesso”.

LULA

Dilma defendeu o ex-presidente Lula. “Não acho correto o que fazem com ele. Quero manifestar em alto e bom som que não concordo”, disse. “Acho que tentam diminuí-lo, que tentam envolvê-lo. Não acredito que em algum momento no futuro dê certo. Eu acho que é uma coisa triste de ver isso sendo feito. Passam de todos os limites.”

INTOLERÂNCIA

Em seguida, sem citar nomes ou partidos, sinalizou que a oposição incentiva um sentimento de “intolerância inadmissível”. “De repente você começa a ver que isso é cultivado, incentivado. A intolerância é a pior coisa que pode acontecer numa sociedade, porque cria um ‘nós e o eles’. O ‘nós’ tem direto a tudo, e o ‘eles’, a nada. É fascista.”

Realmente, a intolerância vem sendo disseminada pela oposição (e posso afirmar por vários fatos envolvendo postagens que escrevo nas redes sociais e discussões presenciais com defensores do “Fora, Dilma”), mas se trata de velha estratégia de guerrilha virtual da esquerda – portanto, inegavelmente, inadmissível que ambos os lados utilizem essa estratégia.

CHANCELER

A presidente negou que sua relação com o ex-presidente Lula esteja arranhada. “As minhas relações com o Lula são as mais próximas possíveis”. Dilma afirmou, porém, não ter oferecido um ministério ao ex-presidente. “Jamais acharia que o presidente Lula, pelo tamanho dele, […] mas claro que, se houvesse esse interesse do país, eu não teria nenhum obstáculo”, afirmou. “Todos aqueles que tentaram ou tentam me afastar dele, não vai dar certo. Eu conheço certas coisas do Lula de olhar. E não acho correto o que fazem com ele. Quero manifestar que acho que todas as atitudes que tentam diminuí-lo não vão dar certo”.

EDUARDO CUNHA

Questionada sobre o que sentia em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que ameaça patrocinar um processo de impedimento da petista no Congresso, afirmou, reclamando da pergunta: “Estou ficando budista, viu?”. O cara pode ter denunciado ele, mas não se faz isso, não se manifesta pessoalmente sobre ninguém. Eu não tenho comentários. Estou hoje uma pessoa Dilminha paz e amor.”

CRESCIMENTO

Dilma não quis projetar a evolução do PIB (Produto Interno Bruto) para 2016 nem dizer se haverá aumento de impostos.

“Vamos nos esforçar para que não ocorra [crescimento negativo]. Mas ainda não sabemos como fica o mercado internacional. Espero que a gente tenha um crescimento positivo. Eu espero, mas…”. Em seguida, reclamou: “Só jornalista acha que previsão é exata.”

DESEMPREGO

“Nos preocupamos imensamente com duas coisas. Primeiro é a queda no emprego. Segundo é a inflação.” A presidente previu que a desaceleração da economia da China “terá um efeito bastante acelerado”. Todo mundo pensa que é só commodities. Não é.”

PESSIMISMO

“Acho um perigo pessoas muito pessimistas em relação ao cenário, posto que uma das forças em relação à economia é a expectativa. Não dá para ficar plantando quanto pior, melhor”, disse. “Não temos bolha. Nossas instituições financeiras todas são estáveis. Ninguém aqui no Brasil usou o crédito para comprar ativos desbragadamente. Ou se endividou comprando ações. Não temos uma estrutura especulativa no Brasil.”

MAROLA OU TSUNAMI?

“Até eu voltar [da reunião] dos Brics [em julho], estava achando que [a situação da China] era superável. Só não contava com essa queda sistemática [das bolsas]. Estava achando que era superável por tudo que eu sabia. Ia ter dificuldade, mas não ia ter uma situação muito difícil. A partir de hoje, não sei. Ninguém sabe.”

LEVY

A presidente mostrou-se chocada com rumores espalhados no mercado financeiro nesta segunda de que seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deixaria o cargo pelo fato de ter viajado para os Estados Unidos inicialmente sem compromissos oficiais. “Vou te falar uma coisa, é de assustar. Me disseram hoje que ele tinha saído daqui porque tinha brigado. É mentira. Ele foi ver a menina [filha] dele, que vai para a China passar um ano.”

FOFOCA

Avessa a vazamentos de ações do governo para a imprensa, Dilma disse ter lido “um livro muito interessante sobre fofoca”. “Daquele [Yuval Noah] Harari, ‘Sapiens – uma breve história da humanidade'”. “E uma das coisas que ele diz, sabe qual é? Que nós [humanos] criamos vínculos sociais. […] E uma das coisas que mais unia era fofoca. Uma coisa que nos distingue, que chimpanzé não faz. Orangotango não faz. Fazemos nós só.”

E você, o que achou da entrevista de Dilma?

Você já leu as últimas matérias que comentei aqui no blog? Vem ver:

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25
agosto
2015
Comentário político na rádio 93 FM (áudio)

Bom dia, pessoal!

Hoje acordei animada depois de MORAR 31 DIAS na fronteira do Brasil, no meio da Floresta Amazônica e chegar em Salvador morta de cansaço. hahaha Corri para colocar o comentário político que fiz na semana passada na rádio 93 FM. Não tinha disponibilizado para vocês ainda por que a semana passada foi uma loucura. Depois de perder meu voo de Macapá para Salvador, cheguei em terras soteropolitanas e na quarta-feira já fiz comentário político na rádio, e entrei ao vivo para um bate papo com os apresentadores sobre a sucessão, caso Dilma seja realmente afastada. Na correria, terminei não colocando o texto e áudio para vocês aqui. Mas hoje, depois de dar aquela zapeada pelas notícias, venho cumprir nosso acordo (de sempre colocar os áudios no blog para quem não consegue ouvir os programas ao vivo).

E tenho duas notícias:

  • depois das férias de um mês sem comentários nas rádios, voltamos com força total
  • os comentários na 93 FM passam a ser quinzenais

Ah, e nessa zapeada pelas notícias, me deparei com a nova descoberta de Dilma: sim, o país está em crise. Pois é, se você, como Dilma, minimizou a crise econômica, saiba que até ela já assumiu as dificuldades e erros numa entrevista para a Folha de São Paulo (que vamos esmiuçar mais tarde aqui no blog, tá?)

Resumo do comentário político:

Iniciando essa nova fase dos comentários políticos do programa Opinião, vamos falar hoje sobre a crise que se agrava no país. A crise econômica já bateu na porta dos brasileiros que veem a inflação aumentar de forma perigosa e vivenciam a consequente perda do poder de compra. A indústria brasileira realizou no semestre passado os maiores cortes dos últimos 14 anos. Todos os 18 ramos da indústria pesquisados pelo IBGE tiveram queda na produção. O que mais pesou foi a queda da produção no meio de transportes, que inclui montadoras de veículos, aviões e navios. Estamos num período de menor consumo das famílias, juros altos, crédito escasso e inflação elevada. Os resultados da economia têm sido fracos. Paralelamente, vivemos um período de crise política.

Diante disso, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou essa semana que a renúncia de Dilma seria um gesto de grandeza, ressaltando que cresce a desarticulação do governo no Congresso. Outro ex-presidente cujo destaque volta a crescer no cenário nacional é o Lula. As opiniões seguem divididas, com manifestações pedindo o afastamento da presidente Dilma e outras mobilizando os movimentos sociais que ainda o apoiam.

Ouça o áudio do comentário COMPLETO:

Ouça os áudios de comentários das semanas anteriores:

Como já comentei com vocês aqui no blog, nem sempre os leitores conseguem ouvir nossas participações em programas de rádio, ou por estarem ocupados no horário do programa, ou por não conseguirem sintonizar (tendo em vista que são programas no interior do estado). Então, toda semana, publico aqui no blog os áudios dos programas para que possamos ouvir juntos, avaliar os temas e debater, ok? Fica mais democrático, néam? rs Quem perdeu os áudios anteriores, pode clicar abaixo e ouvir. Ah, nos links vocês encontram também os temas dos comentários políticos e um resumo do assunto abordado!

Qual a opinião de vocês sobre a volta de Lula e FHC ao protagonismo do cenário político? Comentem!

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06
maio
2015
Impeachment de Dilma: Aécio X PSDB

Bom dia, genteee!!!!

Vamos começar o dia com um assunto que não é novidade: o suposto pedido de impeachment de Dilma – tão clamado por alguns partidos políticos e líderes partidários. Devaneios a parte, venho falar com vocês sobre a discussão que envolve internamente o PSDB, maior partido de oposição à presidente Dilma (por que vocês não acham que eu considero o PMDB algo mais do que “oportunistas do momento”, né? Bondade demais da parte de quem chama o PMDB de oposição).

Então, vamos lá…

Desde o final das eleições 2014 que muitos cidadãos, grupos organizados e partidos políticos pedem o afastamento da presidente Dilma mediante processo de impeachment. Eu fico extasiada toda vez que vejo um líder partidário escrever frases de efeito nas redes sociais ou gravar vídeos bradando “Fora, Dilma!”. Não que não tenham esse direito. Tem! (bendita liberdade de expressão) Mas falta responsabilidade, né? E falta, acima de tudo, esclarecer às pessoas que curtem e compartilham esse tipo de informação  quais as verdadeiras motivações que levam esse ou aquele grupo político a chancelar essas ideias. (mas, anotem a regra: dificilmente os motivos que levam um político a se manifestar contraria ou favoravelmente a algo serão os mesmos motivos que levam VC a ter a mesma opinião)

Alguns partidos políticos vêm manifestando apoio explícito ao impeachment de Dilma. Outros, caso do PSDB, trabalham nos bastidores: incitando a população que adere a esse tipo de ideia, mas se escondendo quando se trata de declarar o apoio publicamente. Vão jogando! Na medida em que a população ganha cada vez mais as ruas, eles vão financiando grupos da sociedade civil (tipo o PT faz, sabe?), vão plantando notícias, e colaborando com o sangramento ininterrupto de Dilma. Assim fica fácil, ao se posicionar – posteriormente – colocar sua decisão sob a responsabilidade dos “anseios populares”. (anseios esses conduzidos previamente e manipulados próprio partido)

Não estou criticando quem corrobora a tese do impeachment.

Estou apenas levantando duas questões iniciais: 1. não se deixar conduzir por qualquer que seja o grupo partidário, sempre priorizando ouvir os dois lados e formar sua própria opinião; 2. a irresponsabilidade de grupos políticos que possuem extremo conhecimento jurídico e administrativo e que, por conveniência, apoiam medidas incapazes de solucionar os problemas – e, no caso do impeachment, de caráter jurídico duvidoso.

No PSDB, o presidente nacional da legenda vinha se posicionando favoravelmente ao impeachment e alguns parlamentares o apoiavam (acreditando muito mais na força das urnas e no levante de uma parcela da população, do que em tratados de Direito Público). Após o racha público – com as manifestações de José Serra e Fernando Henrique Cardoso dando conta de que o pedido não tinha cabimento jurídico e que não comungariam ao desatino aecista – o ex-presidenciável voltou atrás.

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Inicialmente, Aécio postergou a decisão sobre pedir o impeachment de Dilma Rousseff para o início de maio. O tucano foi pressionado por correligionários que queriam a imediata apresentação do pedido de impeachment da presidente. Alguns veículos de comunicação creditam a Aécio os super poderes de ter convencido a bancada a “pensar melhor” e aguardar a articulação com outros partidos. Por essa versão (divulgada, inclusive, pela Folha de São Paulo), Aécio é o “sensato” que espera os melhores momentos e “convence” os demais a aguardar o momento certo. Mas não é bem assim. Aécio viu que seu posicionamento radical e panfletário não encontrava guarida entre os mais experientes do partido, como FHC, Aloysio Nunes e José Serra. Assim, deu uma recuada estratégica e, argumentando aos demais parlamentares que faziam coro às suas ideias, conseguiu ganhar mais tempo (até hoje, prazo para o partido formular um posicionamento em consenso).

Hoje, com a clara divisão no PSDB, ele adiou a decisão para o final de maio, dia 20. A falta de consenso no PSDB é um sintoma claro de que não há indícios legais suficientes para formular o pedido. Mas, assim como a população que toma as ruas, uma parcela do partido acredita que conseguirá articular forças políticas para a medida. O que, em nosso entendimento, é uma gravíssima afronta à Democracia.

Não se pede o afastamento de uma presidente por indícios de envolvimento, sem provas ou por mero capricho político.

Notem que nem falo em “afastar a presidente”, mas em “pedir o afastamento”. O simples pedido ou manifestação pública de apoio a uma tese que não coaduna com os valores de uma Democracia já é um grave ato de um partido político. É preciso respeitar as regras do jogo.

Para adiar a decisão, Aécio usou como argumento as novas investigações e documentos sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas – que coloca Dilma como personagem fundamental das investigações.

Aécio vai se reunir com Miguel Reale Júnior – ex-ministro – para discutir o parecer jurídico que está sendo elaborado para dar base ao pedido de impeachment. Insistente, e decidido a convencer a parcela da cúpula do partido (mais racional, experiente, democrática e sensata), Aécio acredita que o parecer dará substrato para o pedido de perda do cargo de Dilma. Ele também conta com convencer outros partidos – já simpáticos à ideia – a se unir na sua empreitada.

Se tivesse dispendido tanta força, empenho e energia (que está dispendendo para fazer Dilma sangrar), articulando no Senado, realizando militância de verdade, percorrendo o Brasil nos últimos 10 anos, não compondo com o PT em seu estado, fortalecendo as bases do partido, organizando a juventude partidária, ouvindo os movimentos sociais, não silenciando diante do cenário político, se colocando diante da agenda nacional… ou seja, fazendo política de verdade e trabalhando, não estaria (porque não precisaria), em pleno 2015, tentando ganhar no “tapetão”.

Para quem se interessa pelo tema, fiz uma seleção de matérias. Vem ver:

E vocês, o que acham dessa história de impeachment? Concordam? Deixe seu comentário aqui ou nas redes sociais!

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25
abril
2015
Vídeo: Dilma X Congresso

Olá, pessoal, tudo bem?

É final de semana, mas tem post no blog (sempre tem vaáriosss kkkk). Hoje trago mais um vídeo do “5 Minutos de Política“, no qual falo sobre a relação de Dilma com o Congresso.

Olha, uma pesquisa foi realizada e os deputados federais falaram que a relação com Dilma tem piorado. De 50% em março, 61% declararam a dificuldade de diálogo, em abril. Um aumento de 11% de um mês para o outro.

Mas que você não ache que essa mudança se deu porque os digníssimos passaram a ouvir o povo ou porque estão indignados com as denúncias envolvendo o Governo federal. Os motivos da insatisfação estão ligados a critérios menos republicanos: o poder atrai irresistivelmente e a ausência dele (a queda da popularidade) repulsa.

Lembra que já vivemos – no auge do Lulismo e petismo – um momento no qual ninguém batia em Lula? Tinha a máxima: “se batesse em Lula, pedia voto”. rsrs Se naquela época o poder e a popularidade davam o dom do discurso de muitos parlamentares (que viviam na sombra do gestor), hoje a lógica continua a mesma. O que não continua é a aprovação do Governo, e isso muda TUDO!

Vem ver:

Recadinhos:

Algumas meninas sempre me pedem informações sobre os batons e roupas usadas nos vídeos, então, a partir de agora, vou sempre colocar no post, porque aí fica mais fácil para quem tem interesse saber qual o produto usado:

Aguardo vocês nas redes sociais!!!

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