Arquivo para Crise no Brasil - Daniele Barreto
22
dezembro
2015
Dicas de presentes de Natal para driblar a crise

Olá, pessoal, tudo bem? Bom dia!

O Natal se aproxima e sempre bate aquela dúvida sobre como conseguir fazer o dinheiro render e comprar presente para amigos e familiares. Além disso, em ano de crise econômica, muitos estão usando o 13º para honrar as contas e entrar 2016 no verde! Por isso, resolvi ajudar vocês com as escolhas de Natal. Espero que gostem do vídeo e ajude nas compras.

2015 não foi um ano fácil para ninguém, houve queda brusca da economia e a nossa radiografia é a de profunda recessão. Com desemprego em 8% e inflação em 9,9%, a renda da família brasileira está sendo minada. E a economia encolheu 5%. Mas isso não vai abalar seu Natal. No vídeo, explico 5 dicas simples para não comprometer o orçamento e encaixar as compras natalinas no salário, pois é fundamental não entrar 2016 devendo.

Temos também dicas de produtos da Avatim, Boticário, Granado, Paper View, Vult Cosméticos e Tok Stok para fazer feliz seu bolso e seu presenteado! <3

Aperta o play

Gostaram das dicas?

Curta o vídeo e mande suas sugestões para os próximos vídeos do canal.

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Créditos: Blusa – Riachuelo / Batom – Vult / todas as lojas são do Shopping Salvador

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02
novembro
2015
Bom dia! Revista Isto É: O PMDB está sem rumo?

Oi, pessoal. tudo bem?

O que era para ser um feriado pacato, vai virar um dia para conversarmos muito sobre política aqui no blog. Aproveitando o descansinho de segunda-feira (amamos feriado!), resolvi dar uma geral em algumas matérias que não consegui ler durante a semana. Acordei mais cedo do que se tivesse ido para o trabalho (pra você ver a empolgação que fico quando é dia de me dedicar exclusivamente ao blog hihihihi), e já tomei meu café-da-manhã lendo a Revista Isto É da semana passada (vai ter vídeo falando sobre a matéria de capa), que trouxe uma reportagem intitulada “PMDB sem rumo”, na qual ressalta a heterogeneidade do partido (eu não chamaria simplesmente de “heterogeneidade”) e elenca frases dos caciques e idas e vindas dos dirigentes do partido, que todo dia muda de posição.

Eu discordo de algumas questões levantadas pela revista, especialmente por saber que as “idas e vindas” do PMDB em nada podem ser interpretadas simplesmente como falta de rumo do partido. O PMDB tem uma direção clara e certa. O PMDB sabe o caminho que trilha porque possui os caciques mais pombos sujos sagazes do país. O caminho é: o que der mais lucros e dinheiro para o partido.

Conheço bem os bastidores do partido e vou explicando para vocês como seus caciques agem!

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Clicando no link abaixo, você lê a matéria “PMDB sem rumo” e em seguida temos os trechos da reportagem em azul e meus comentários em preto.

PMDB sem rumo

Depois de alcançar a unidade interna, partido volta a se dividir e coloca em risco o Congresso marcado para novembro

Conhecido por abrigar uma heterogênea federação de caciques regionais, o PMDB havia conseguido este ano algo inimaginável para os padrões do partido. No início do semestre, construiu uma unidade em torno do desembarque do governo. Estabeleceu até data para abandonar a nau governista. O dia “D” seria o Congresso do partido marcado para o dia 17 de novembro. Três fatos, porém, desnortearam a legenda nas últimas semanas: a decisão do TSE de tocar adiante a ação eleitoral que pode impugnar a chapa de Dilma e Temer, as denúncias envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros, na Lava Jato, e os novos pedidos de abertura de inquérito contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Agora, o PMDB avalia transformar o seu Congresso num mero encontro de comadres – ou seja, um convescote sem a ambição de produzir decisão alguma sobre o futuro do partido.

  • estratégia: heterogeneidade do PMDB e crescimento da legenda

De fato o PMDB abriga um grupo de pombos sujos caciques cuja heterogeneidade pode ser compreendida como uma das marcas principais. Mas, a princípio, a revista não esclarece (talvez por que não seja esse o foco da reportagem) os motivos que levaram a essa heterogeneidade. Não se trata, querido leitor, de opção do partido pela liberdade de posicionamento e de respeito às alianças regionais. O PMDB é heterogêneo por que tem uma opção clara por se aliar – a qualquer custo – com quem estiver no governo.

Então, os caciques nacionais não impedem nem se metem nas alianças locais, para que os comparsas correligionários possam lucrar o máximo possível com todo tipo de aliança e acordo espúrio. Vou dar exemplo: mesmo com o PMDB apoiando Dilma (governo federal), num estado (Bahia, por exemplo, para citar o meu), o diretório estadual do PMDB pode entender por apoiar o candidato que é oposição ao governo. Aliando-se, assim aos adversários da presidente e subindo no palanque destes. Numa cidade da Bahia, o diretório estadual deixa que a executiva municipal escolha seus aliados, podendo o líder político filiado ao PMDB no município se coligar com opositores do partido no estado. Assim, o PMDB consegue agradar SEMPRE os candidatos que mais têm chances de ganhar em qualquer eleição.

Se os caciques do PMDB num município percebem que o candidato do DEM vai ganhar, ele se alia. Mesmo que à nível estadual, os caciques maiores do partido sejam adversários do DEM. Isso faz com que, no município, o PMDB cresça mais, por que terá cargos, fará mais vereadores, terá vantagens financeiras, indicará diretores de órgãos, ganhará força política e ocupará mais espaço.

A nível estadual, seguindo o mesmo exemplo, os caciques podem entender por se aliar ao PT, partido adversário do DEM, utilizando os mesmos motivos e estratégias. Assim, cresce isoladamente em pequenos e grandes municípios, e aumenta seu poder de fogo no estado também. Sempre acendendo vela para os dois lados do processo. Isso, independentemente dos partidos envolvidos. Citei DEM e PT ao acaso, por serem adversários, mas poderia ser qualquer partido – desde que as pesquisas internas do PMDB indiquem que o candidato dessa agremiação possui condições mais plenas de lograr êxito nas eleições.

Na esfera nacional, a estratégia se repete. Cada um cuida de tirar o máximo que puder das prefeituras e governos dos estados, e o partido segue se enchendo de caciques endinheirados e de coronéis que mandam em suas regiões.

  • suposta unidade

Não se construiu nenhuma unidade no início do semestre. Nenhuma!

E nesse ponto a revista já deixa transparecer que se trata de matéria plantada por um dos entrevistados, interessados em mostrar que houve unidade por algum momento. Está claríssimo que não houve unidade e que, na época que a revista cita, quem dominada o cenário forjando a tal “unidade” seria um cacique grande da Bahia. A unidade não aconteceu, como ele queria. E ele não foi indicado ao cargo de ministro, como também almejava. Assim, volta a necessidade de matérias com “fogo amigo” dentro do próprio partido, para enfraquecer as alas que discordam dos posicionamentos daqueles que não estão conseguindo mais obter lucros da aliança PT-PMDB.

Irritada com a impossibilidade de voltar ao governo (pois os indicados do PMDB na mini reforma administrativa não são da sua ala), uma parcela dos peemedebistas se rebela e aumenta o ataque interno – com matérias, entrevistas e minando os bastidores.

Assim, enfraquecem a trupe que se mantêm mais próxima ao governo, fazendo parecer que não há rumo claro. Há! O rumo é a estratégia particular de cada cacique. O rumo são as brigas internas por poder que sempre estabeleceram a pauta e sempre nortearam as decisões do partido.

  • pior do que está, fica: é o que o PMDB quer

A decisão do STF, as denúncias contra Renan e a abertura de inquérito contra Cunha apenas são usadas por uma ala do PMDB como desculpas. O real motivo para destacarem a suposta “falta de rumos” é o fato de alguns caciques ficarem de fora da divisão de louros.

Eduardo Cunha, velho coligado dos caciques do partido, já sabia que, mais cedo ou mais tarde, a Lava Jato chegaria nele. E todos os seus correligionários da alta cúpula também sabia – inclusive por que ajudaram a eleger Cunha presidente da Câmara justamente pela sua habilidade em conseguir benefícios para os parlamentares. Não é novidade nenhuma – ao contrário do que a revista quer fazer parecer – que tenha sido envolvido nas investigações; assim como não é nenhuma novidade que os descontentes com a não nomeação agora plantem matérias e ampliem a briga interna – para ganhar força dentro do partido.

Na terça-feira 20, o vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), chegou a anunciar o adiamento do encontro de novembro para março de 2016. Em seu lugar, aconteceria apenas um inofensivo seminário da Fundação Ulysses Guimarães. Raupp atribuiu a decisão a dificuldades logísticas para organizar o evento, cuja expectativa é de reunir cinco mil correligionários. “Não vai ter mais este ano. Não está fácil organizar o evento, até porque tem de juntar muita gente”, despistou o vice-presidente do partido. Convertido a governista, depois de acomodar apadrinhados políticos no novo Ministério de Dilma, o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani, soltou fogos, ao tomar conhecimento do adiamento. “Acho que foi uma decisão acertada”, comemorou.

Leonardo soltou fogos pelos motivos que comentei com vocês no texto “Todo poder à família Picciani” (leia AQUI). No post, explico como os Picciani aliaram-se à Cunha para bater forte no governo e depois fazer uma composição na qual ganharam muito mais.

Em relação às declarações de Raupp, nenhum partido possui hoje dificuldades financeiras e de logística para reunir os membros em evento desse porte. Não poderia dar desculpa menos verossímil. Vou nem comentar!

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A revista segue fazendo uma avaliação mais realistas das desculpas de Raupp:

Na verdade, a decisão da ala peemedebista mais próxima de Dilma de postergar o encontro embutia outros temores bem menos triviais: o de que a maioria das correntes internas aproveitasse a oportunidade para aprovar uma moção a favor do rompimento definitivo com o Planalto e isso incensasse as manifestações de rua contra o governo marcadas para a mesma data do Congresso do partido.

  • descontentes pela falta de benefícios pessoais

O receio do PMDB é justamente esse: que a ala descontente por que não recebe benefícios suficientes para se mantar na base aproveitasse a oportunidade para colocar o partido em situação ainda mais constrangedora.

Para evitar melar o jogo acertado lá atrás, os peemedebistas favoráveis ao divórcio com Dilma reagiram. Na última semana, pelo menos três reuniões ocorreram em menos de 48 horas na tentativa de manter a data inicial do evento. Comandou a reação o deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), hoje um dos críticos mais ácidos ao governo.

  • a vingança é um prato que se come frio

Claro que foi Geddel que comandou a reação. Descontente com não manter os cargos que tinha no governo (muitos e muitos dos quais manteve mesmo depois que começou a criticar publicamente a presidente: ele mesmo afirmava que Dilma tinha que suportar obrigatoriamente sua presença no governo, mesmo ele a atacando duramente), e como não conseguiu mais espaço no governo – por ser considerado peso morto na política baiana pelos petistas – o cacique vem ocupando sua vida (lembre que ele não possui cargo eletivo nem cargo de destaque em nenhum governo, então está com bastante tempo livre) a confabular contra o governo nos bastidores. O que o move: os motivos que já citei anteriormente. Mesmo sendo responsável por grandes pastas no governo petista – quando não reclamava dos ditames e decisões do partido – e tendo ocupado o governo Dilma até pouquíssimo tempo antes das eleições 2014, o peemedebista se acha no direito de criticar o governo com ataques morais (não que o governo não mereça, mas quem fez parte dele silenciosamente, e louros IMENSOS obteve, tem que engolir igualmente silente seus arroubos morais).

O certo é que a birra de Geddel com Dilma tem um único motivo: acerto de contas entre ambos, por Geddel ter tido seu palanque preterido pela presidente em 2000, quando se avorou candidato a Governado da Bahia. Vingativo, o peemedebista. E sua ala ganha força na medida em que outros descontentes por não conseguir o que desejam do governo – em seus estados – se unem ao baiano.

“Não tem hoje no partido ninguém com autoridade política para tomar uma decisão dessas”, afirmou.

  • manda quem pode: nacionalmente e nos estados

Tem sim! A cúpula nacional tem autoridade política para adotar decisões desse calibre. Igualmente como o cacique as adota na Bahia, sendo candidato único (pode colocar quem for na chapa, quem manda é ele) e decidindo os rumos do minguado partido – hoje restrito a sua figura.

Aliás, o que todos percebem de negativo – a limitação do partido a um único nome – muitos caciques de diversos partidos espalhados por esse país vêem como positivo: domínio total sobre o território de seus feudos partidários.

Um dos alvos do presidente do diretório da Bahia foi o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves. “O Henrique trabalha contra porque quer transformar o PMDB numa agência de emprego público”, ironizou Geddel.

[ nota mental: toda vez que leio uma matéria cuja atribuição de frase ao político é norteada com o verbo “ironizar”, sei que ou a matéria saiu da assessoria do mesmo, ou foi plantada; só não acho que é o caso dessa matéria, por se tratar de uma revista com a credibilidade da IstoÉ – a publicação é séria demais e jamais faria isso, não é mesmo? ]

  • éramos amigos

Voltando à análise do conteúdo da matéria: me admira que Geddel se oponha tão brutamente ao Henrique Eduardo, amigo pessoal dele e para quem trabalhou duramente em campanhas para presidência da Câmara e liderança do partido. São grandes aliados e a vitória dele com Presidente da Câmara foi comemorada como uma vitória dos Vieira Lima. Como, de repente, Geddel profere acusações tão graves contra Henrique Eduardo Alves? Sim, por que transformar um partido numa agência de empregos é uma acusação que pesa. (embora não seja mentira, não seja novidade e nem Geddel possa reclamar disso) Quando aliados, já se elogiaram muito!

“Desejam que o PMDB garanta a sinecura para quem desaprendeu a fazer política fora do governo. Não sabem mais o que é militância. E não querem que o partido debata os problemas do Brasil real, que estão aí, diante dos olhos de todos”, acrescentou o político baiano.

  • militância? do que estão falando?

Pronto! Para dizer que não concordo com alguns tópicos: realmente o partido desaprendeu a fazer militância. Mas todos os caciques citados nessa matéria possuem culpa em igual dimensão no que se transformou o PMDB: num cacho de gente que só pensa em contratos e benefícios a qualquer custo. Por falar em militância: qual a militância do PMDB da Bahia? Quem são os nomes que despontaram na militância na última década? Quem têm destaque no partido? Quem exclusivamente ocupa a mídia no estado?

E faço perguntas que englobam (se assim vocês quiserem) outros partidos do estado: há mais do que currais partidários? Há boicote dos caciques às novas lideranças? Quais partidos no estado possuem as alas da Juventude e Mulher estruturados (para além de folhetos e banners fora da realidade prática do partido)? Quais as motivações aos jovens que ingressam no partido? Há mais do que filhos e parentes de caciques? Quem tem espaço na agremiação?

Ora, faça-me uma garapa falar de militância a essa altura do campeonato.

( ah, vai ter vídeo aqui no blog contando mais detalhes de como militantes jovens são boicotados pelos partidos políticos / e como caciques fazem para transformar a indústria de comissões provisórias municipais em um regime colonial de distribuição de sesmarias )

Ao encontrar as digitais do vice-presidente, Michel Temer, na decisão pelo adiamento, Geddel foi ao encontro do dileto aliado de outrora. Na conversa com o vice-presidente, o parlamentar do PMDB não baixou a guarda. “É inaceitável que o PMDB queira passar a imagem de que é dirigido por uma cúpula congressual que não corresponde à vontade do partido”, disse. Temer teria se comprometido a não agir para inviabilizar o Congresso, caso a maioria assim o quisesse.

Importante: vontade do partido? Corresponde sim! Corresponde à vontade de uma ala. Só não corresponde à vontade de outra. Criar um partido com liberdade para alianças locais visando crescimento, domínio, poder e ascensão financeira dos membros, para depois reclamar que é formado por alas muito divergentes e é heterogêneo demais não vale. É necessário compreender que a turma do “quanto pior, melhor” não vai aceitar nada menos do que a sua fatia do bolo. E se esse já estiver divido, vai criar problema para a ala que partiu o doce.

Temer sempre resolveu sua vida e deixou os correligionários na mão. Essa reclamação interna do PMDB sempre foi forte desde que ele assumiu a vice-presidência da República. Uma hora seu “egoísmo partidário” seria alvo de críticas pelos descontentes.

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Os descontentes contam com o apoio de outros caciques nacionais:

Cerram fileiras como já é público e notório o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ) e o deputado Jarbas Vasconcelos (PE). Nos últimos dias, uniram-se a eles diretórios como os do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Na sexta-feira 23, a manobra havia sido desfeita. O Congresso foi confirmado. Mas o desnorteado PMDB, capitaneado pela ala governista, planeja pregar outra peça nos próprios colegas de sigla. A ideia agora é tirar musculatura política do encontro, esvaziando-o.

  • ala sem legitimidade

Obviamente que não adianta a ala que quer o Congresso a impor por meio de ameaças e articulações no apagar das luzes. Se o Congresso for esvaziado (ou a mera tentativa), mostrará que se trata de ala ilegítima – que existe para atrapalhar articulações maiores, e na mera tentativa de se fortalecer baseada no “quanto pior, melhor”, visando outros acordos de bastidores: estaduais, especialmente.

Até lá, novas batalhas deverão ser travadas entre as correntes historicamente antagônicas do partido. A propalada unidade, do início de agosto, ruiu com um castelo de cartas.

  • era só uma ameaça

A unidade nunca existiu. Foi propalada às pressas para fazer parecer que se tratava de unidade do partido que enfraqueceria ainda mais o governo. Foi uma ameaça ao governo. Foi uma forma de parecer que o partido criaria ainda mais problemas. Foi um golpe de achaque, diria Ciro Gomes. Na prática, sabia-se que jamais se conseguiria a unidade em uma semana; por que os motivos da falta de unidade são forte demais para serem superamos do dia para a noite: são movidos à dinheiro, contratos, espaços de poder, brigas internas, destaque no governo, espaço nos estados, licitações, comando de estratégicos negócios do governo, nomeação para superintendência de órgãos federais. A unidade foi propalada às vésperas por que essa ameaça traria o que trouxe: mais ministérios e cargos. Só por isso.

A unidade foi um blefe!

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28
setembro
2015
Tudo sobre a Crise no Brasil – Alta do Dólar

Oi, pessoal

Pronto! Se vc quer entender tudo sobre a crise econômica e política, como afeta nosso bolso, consequências da alta do dólar, medidas que pressionam a inflação pra cima… venha ver nosso quadro novo no Youtube: Tudo sobre a Crise no Brasil.

Hoje falo sobre a alta do dólar, quem ganha (SIM!, há quem lucre com a desvalorização da moeda brasileira) e quem perde. De forma objetiva e simples. Assista pra entender:

  • Cotação do dólar passou de R$ 4 reais e bateu recorde histórico
  • indústria que exporta é beneficiada
  • empresas nacionais que vendem no Brasil apresentam produtos mais competitivos
  • turismo nacional é incentivado
  • inflação é pressionada para cima
  • encarecimento do custo de produção pela matriz dolarizada dos produtos
  • empresas endividadas em dólar terão dificuldade de pagar a dívida
  • diminuição da venda de produtos chineses
  • importadores repassarão prejuízos para o consumidor


[ lembrando  que o “Tudo sobre a Crise no Brasil” vai ao ar toda segunda-feira e quarta-feira às 8h, no Youtube ]

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24
setembro
2015
Comentário político: Onde estava a oposição nos últimos 13 anos?

Oi, gente, boa noite! Tudo bem?

Hoje, no início da noite, realizei comentário político na rádio 93 FM, no qual levantei alguns questionamentos e reflexões sobre o comportamento da oposição ao governo Dilma. Como vocês sabem, quinzenalmente, às quartas-feiras, comento um assunto do cenário nacional no programa Opinião. Tem sido uma experiência excelente dialogar com vocês através dessa mídia e receber o retorno.

Resumo do comentário político:

No comentário de hoje, avalio a situação no país: a crise política se amplia, a crise econômica corrói nossos salários e a oposição fingindo que acabou de aportar no país – certamente de uma viagem espacial – para moralizar o Brasil de escândalos e impunidade. Sim, porque se você não fez uma viagem à Júpiter na última década – e por lá ficou até janeiro desse ano -, você sabe, como eu, que o país já vinha passando por vários problemas financeiro, que contas oficiais estavam sendo maquiadas e que se gastou muito com publicidade oficial. Além dos programas sociais terem seus gastos ampliados na véspera e antevéspera das eleições. Essa conta não fecharia, obviamente.

Se irregularidades, mensalões, aloprados e contas maquiadas protagonizavam o cenário político nacional, onde estava a oposição enquanto isso acontecia? Não estava fiscalizando? Não estavam avaliando documentos e ingressando com medidas legais? Não estavam fazendo aquilo para o qual foram escolhidos enquanto detentores de cargos eletivos?

Se o PT estava acabando com o país na última década, eu te pergunto: onde estavam Aécio, Serra, Alckmin, Caiado, Eduardo Cunha, e demais membros do PSDB, DEM, PMDB e partidos nanicos, enquanto isso acontecia? Afinal, não se destrói um país da noite para o dia…

Ouça o áudio do comentário COMPLETO:

Ouça os áudios de comentários das semanas anteriores:

Como já comentei com vocês aqui no blog, nem sempre os leitores conseguem ouvir nossas participações em programas de rádio, ou por estarem ocupados no horário do programa, ou por não conseguirem sintonizar (tendo em vista que são programas no interior do estado). Então, toda semana, publico aqui no blog os áudios dos programas para que possamos ouvir juntos, avaliar os temas e debater, ok? Fica mais democrático, néamrs Quem perdeu os áudios anteriores, pode clicar abaixo e ouvir. Ah, nos links vocês encontram também os temas dos comentários políticos e um resumo do assunto abordado!

Qual a sua opinião sobre delação premiada e acareação nesse processo! Comente!

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15
setembro
2015
Comentando a matéria: Dilma quer CPMF para pagar aposentado e corte de R$ 26 bi (Folha de São Paulo)

Oi, pessoal, boa noite!

Ontem, os ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa, respectivamente das pastas da Fazenda e Planejamento, anunciaram um corte de R$ 26 bilhões em gastos públicos, pré-anunciaram a volta da CPMF, e deram duas notícias que desagradam e acabam com os planos e sonhos de funcionários públicos e pretensos: o reajuste terá nova data e os concursos públicos serão suspensos.

Como base para discutirmos o assunto, vou usar a matéria da Folha de São Paulo (publicada hoje, no jornal impresso) em mais uma postagem da nossa série “Comentando a matéria” – que sempre faço aqui no blog, quando você encontra: abaixo em azul, o texto da Folha e em itálico preto meus comentários.

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Governo corte despesas e tenta recriar CPMF de novo

Maioria das medidas ainda depende de aprovação do Congresso para valer

Cortes atingem servidores federais ao adiar reajuste salarial; aumento de impostos contraria empresários

Depois de enviar há 15 dias uma proposta de Orçamento com déficit para 2016, o governo Dilma Rousseff, acuado pela crise política e econômica, deu uma guinada e lançou nesta segunda-feira (14) um pacote para tentar equilibrar as contas públicas e conquistar o apoio do mercado e do empresariado.

Dia 31 de agosto, o governo – como impõe a lei – entregou ao Legislativo um projeto de Orçamento que prevê mais gastos do que receitas, ou seja, um Orçamento com deficit – cujas contas não fecham. É a primeira vez que isso acontece. Estima-se um déficit de R$ 30,5 bilhões para 2016, o que representa 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Dilma chamou sua atitude de “transparente”, pois supostamente ela estaria mostrando de forma clara o problema. Como se nenhum especialista já não tivesse previsto as dificuldades do governo de fechar as contas. 

Em entrevista no Palácio do Planalto, a equipe econômica anunciou R$ 26 bilhões de cortes de gastos, entre eles o adiamento do aumento salarial do funcionalismo, e R$ 40,2 bilhões em aumento de arrecadação, com a recriação da CPMF por um período de quatro anos – tributo que havia planejado recriar, desistiu e, agora, incluiu novamente no seu cardápio de ações.

Das 16 medidas anunciadas, que formam um esforço fiscal de R$ 64,9 bilhões, apenas uma, que deve gerar economia de R$ 2 bilhões, não precisa passar pelo Congresso – a que reduz um benefício fiscal a exportadores.

A peça orçamentária havia causado impasse no parlamento, isso porque os líderes da oposição pediram para Renan devolvê-la ao Executivo. Renan descartou a possibilidade, afirmando que é “papel do Congresso” melhorar o texto.

Diante do deficit e problemas para fechar as contas (afinal, por mais que se pague impostos nesse país, nunca será suficiente, devido à roubalheira nesse país), o governo compreendeu que as medidas são necessárias: cortar gastos públicos e evitar novas demandas.

Mas, como já era de se prever, o pacote de maldades atingirá especialmente o cidadão que cumpre suas obrigações e paga seus impostos. Nenhuma das medidas propostas atinge diretamente sonegadores, banqueiros, parlamentares, prefeitos corruptos. A conta será paga pelos contribuintes, servidores públicos e classe média.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criticou as medidas e disse que é “pouco provável” que haja consenso no Congresso sobre a CPMF. Em tom mais ameno, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), reconheceu que os cortes “são significativos”, mas disse que as medidas serão “melhoradas” pelo Congresso.

O ministro Joaquim Levy (Fazenda) afirmou que a proposta é que a CPMF, que incide sobre movimentações financeiras, tenha alíquota de 0,2% e que os recursos fiquem integralmente com a União, que pretende usar os estimados R$ 32 bilhões para coibir o deficit da Previdência.

Sem dar detalhes, o governo anunciou que a medida será acompanhada por uma redução do IOF, tributo que foi elevado em 2008 para compensar parcialmente a derrubada da CPMF no Congresso.

“É uma contribuição de prazo determinado, com objetivo determinado, que é pagar aposentadorias e dar uma tranquilidade para a Previdência Social”, disse Levy.

Ele acrescentou que o governo conta com a aprovação de uma reforma nas regras da aposentadoria, mas que isso dependerá de discussão em um fórum criado para tratar do tema com os trabalhadores.

No mês passado, o governo cogitou propor a volta da CPMF, mas recuou diante das fortes críticas recebidas de políticos e empresários. Na noite desta segunda-feira, a presidente recebeu governadores de partidos aliados em um jantar no Palácio da Alvorada para buscar apoio à aprovação das mudanças. O problema é que, antes, sua intenção era dividir os recursos da CPMF com governadores para ganhar o apoio dos Estados. Na nova versão, porém, o dinheiro vai todo para a União.

Com certeza, a medida que mais causou polêmica foi o retorno da CPMF, com alíquota de 0,2% (podendo inciar maior, o ministro deixou em aberto em entrevistas posteriores) – antes, vigorava em 0,38%. Somada a redução do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), pretende conseguir R$ 32 bilhões em 2016.

“Essa é uma medida bastante central no esforço. Foi considerada que, diante de todas as alternativas de tributos, a prorrogação da vigência da lei original da CPMF seria um caminho que traria menor distorção à economia, seria o caminho com menor impacto inflacionário, seria melhor distribuído. Incide de maneira equitativa em todos os setores. E, na verdade, se a gente for pensar, tratam-se de dois milésimos do que [a pessoa] vai comprar. Você teria, por exemplo, dois milésimos de uma entrada de cinema que você comprar para diminuir o déficit da Previdência Social”, Joaquim Levy.

Aí eu te pergunto: a quanto tempo se discute o déficit da Previdência Social? Desde que me lembro assistindo e compreendendo os primeiros noticiários em minha vida. Só que nada é feito para evitar que o rombo (se é que ele de fato existe, alguns especialistas entendem que a situação não é como o governo coloca). O problema não é pagar dois milésimos. É que vamos pagar a conta dos desvios de dinheiro público, da incompetência e da falta de planejamento, dos gastos desenfreados em ano eleitoral e do populismo.

O ministro Levy informou que a CPMF será “provisória”, durando não mais que quatro anos. E o governo optou por ela por ser de fácil aplicação pelos bancos, rápida implementação, grande segurança fiscal (difícil de sonegar) e transparente.

No mais, o ministro finge não lembrar que a CPMF incide em cascata e que os valores arrecadados são infinitamente maiores. Ademais, impossível que em um Orçamento de R$ 1 trilhão não se consiga fazer cortes de R$ 32 bilhões.

Já pagamos 40% de impostos de tudo que é produzido no país, mas o governo quer mais. Rouba, faz pedaladas fiscais, e a conta fica para o trabalhador pagar e tentar ressuscitar o Estado falido. Enquanto isso, bancamos os parasitas de Brasília.

O governo anunciou a ampliação do Imposto de Renda sobre ganhos de capital superiores a R$ 1 milhão na venda de bens. Hoje, esse valor fica em 15%. Agora, haverá um aumento progressivo da alíquota até o teto de 30%, sobre ganhos acima de R$ 20 milhões.

Outra mudança sensível será no Sistema S, que reúne entidades como Sesi e Senai. O governo pretende usar parte da contribuição recolhida das empresas e repassada hoje a essas entidades para cobrir o rombo da Previdência. O valor direcionado ao Sistema S que pode ser deduzido pelas empresas o Imposto de Renda também vai ser reduzido por medida provisória.

O governo já estudou mexer no sistema S no ano passado, com o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, mas esbarrou no lobby das entidades e desistiu da ideia.

Funcionalismo

Para somar os R$ 26 bilhões previstos em cortes, o governo anunciou que vai adiar de janeiro para agosto o pagamento do reajuste salarial dos servidores públicos e suspender novos concursos que estavam previstos para 2016.

O governo pretende, ainda, usar recursos do FGTS para financiar uma parcela maior das despesas do Minha Casa, Minha Vida, reduzindo assim a contribuição do Orçamento para o programa.

Também vai propor que parte dos recursos direcionados Às emendas parlamentares seja necessariamente gasta em saúde e em obras do Programa de Aceleração do Crescimento, reduzindo a parcela de despesas da União com esses itens.

Na proposta orçamentária enviada ao Congresso em 31 de agosto, o governo previa um deficit de R$ 30,5 bilhões para o ano que vem, o equivalente a 0,5% do PIB.

O projeto foi muito mal recebido pelo mercado e levou a agência de classificação Standard & Poor’s a rebaixar a nota do Brasil, retirando do país o selo de bom pagador.

Quem não lembra daquele amigo que perguntado sobre em quem votaria nas eleições, respondia sem titubear: “no PT para manter os concursos públicos”. Pois é, uma legião de “concurseiros” vota no PT desde o primeiro governo de Lula pela quantidade de concursos públicos que foram abertos e a possibilidade de ingressar no funcionalismo e conquistar a sonhada estabilidade financeira.

Só que no lugar de cortar cargos comissionados (um batalhão que engessa os órgãos públicos e serve, unicamente, como cabo eleitoral de político e moeda de troca), cortaram os concursos. Enxugar a máquina? Diminuir os mega salários? Cortar despesas? Cortar na pele? De jeito NENHUM! O corte foi na área proba e que poderia contribuir para uma Administração Pública mais célere.

A suspensão de concursos públicos poderá trazer uma economia de R$ 1,5 bilhão em gastos em 2016. (poderiam manter os concursos e fazer os ladrões pegos na operação Lava Jato devolver o dinheiro, teríamos pelo menos mais R$ 8 bilhões nos cofres públicos).

E o adiamento do reajuste do salário dos servidores públicos até agosto do ano que vem (os salários seriam corrigidos em janeiro de 2016) possivelmente trará um impacto MOMENTÂNEO de R$ 7 bilhões a menos nos gastos públicos.

Eu trouxe mais dois textos publicados na Folha de São Paulo, complementares ao nosso assunto. Segue:

Pacote improvisado depende do pavor de naufrágio econômico

Mesmo com os anúncios, Orçamento de 2016 continua com despesas superiores às programadas para este ano

Dada a debilidade política do governo e a sucessão de trapalhadas das últimas semanas, seria impossível apresentar um conjunto coerente e viável de propostas para o reequilíbrio financeiro.

Recapitulando: só na semana final da elaboração do Orçamento de 2016 a administração petista informou ao público que as contas não fechariam sem a ressurreição da CPFM – um mês antes, prometia-se saldo no caixa do Tesouro, sem o tributo.

Com a previsível rejeição generalizada à ideia, o Planalto decidiu apresentar um projeto orçamentário com deficit. O dólar disparou, e o governo decidiu fazer uma espécie de declaração retificadora do texto. No meio do caminho, uma agência de classificação de risco tirou do país o selo de bom pagador.

Restou a alternativa de voltar à CPMF, agora acompanhada de um pacote improvisado de medidas e a esperança de que, instaurado o pavor de um naufrágio econômico, o Congresso seja forçado a aprovar algo.

Resumindo: nós pagamos, mas roubaram; aí a gente vai ter que pagar de novo.

De tudo o que foi apresentado, só a contribuição “provisória” é palpável: o tributo encarece as transações financeiras e compromete a eficiência da economia, mas é fácil de cobrar e quase impossível de sonegar.

As providências listadas para redução das despesas estão lá porque, politicamente, exige-se do Executivo um ato de austeridade para legitimar mais uma conta passada aos contribuintes.

Para tanto, a principal iniciativa foi o adiamento de reajustes salariais negociados com o funcionalismo, o que deverá alimentar movimentos grevistas na Esplanada dos Ministérios.

Há cortes um tanto incertos nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e na saúde, com a expectativa de que deputados e senadores recomponham as verbas com recursos reservados às emendas parlamentares ao Orçamento.

Para o Minha Casa, Minha Vida, um artifício heterodoxo: repassar para o FGTS, composto por dinheiro dos assalariados do setor privado, parte dos gastos.

Para complementar, um potencial foco de conflito com as entidades empresariais: a transferência de quase um terço da receita do Sistema S para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Tudo somado, o Orçamento de 2016 continua com despesas superiores às programadas para este ano, e a tão cobrada redução do número de ministérios e cargos – não detalhada até agora – produzirá uma economia ínfima.

Chama-se a atenção para o deficit galopante da Previdência, novo destino do dinheiro da CPMF, e procura-se preservar os mais pobres. Mas  não se pode evitar que o aumento de impostos dificulte os investimentos e a geração de empregos.

Presidente foi avisada de que servidores preparam greve geral

Novo pacote deve aumentar a distância que já separa Lula e Dilma

Anunciado o novo pacote fiscal do governo Dilma Rousseff, um assessor palaciano desabafou: ficamos no “pior dos mundos”, sem o grau de investimento das agências de classificação de risco e, agora, também sem o apoio dos movimentos sociais. Fruto deste cenário adverso, o Planalto já foi avisado que os servidores públicos ameaçam uma greve geral contra a decisão de adiar por sete meses o reajuste do funcionalismo para economizar R$ 7 bilhões.

Ministros do PT que acompanharam as negociações do pacote afirmavam que, em três semanas, o governo migrou “da esquerda para a direita”, uma referência à primeira proposta orçamentária, apresentada pelo Executivo em 31 de agosto, que previa déficit de R$ 30,5 bilhões, mas preservava ganhos sociais.

Já o novo pacote anunciado nesta segunda-feira (14) foi classificado como uma tentativa de recuperar apoio empresarial e a confiança do sistema financeiro, mas deve aumentar a distância que já separava o ex-presidente Lula de sua sucessora. Até uma hora antes da divulgação das medidas, Dilma não havia falado com Lula.

Se não procurou os movimentos sociais, Dilma teve o cuidado de telefonar para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e encontrou-se co o chefe do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Dentro do governo, a avaliação é que Dilma atuou de forma errática. Primeiro, fechou com Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Nelson Barbosa (Planejamento) e optou pelo Orçamento com déficit.

O país então perdeu o selo de bom pagador da Standard & Poor’s. Acuada, Dilma deu uma guinada e fechou com seu ministro da Fazenda, anunciando os cortes e aumento de receitas, sem poupar a área social.

E você, o que acha do “pacote de maldades” de Levy-Dilma?

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