Arquivo para Pesquisas e Estudos - Daniele Barreto
22
abril
2015
Documentário “A Cor do Trabalho” – dica do Mestrado da UFBA

Oi, pessoal, boa noite.

Depois de um dia longooo de trabalho, tirei o final de noite para assisti o documentário “A Cor do Trabalho”, que foi sugestão da professora Paula Barreto, que ministra uma das disciplinas que faço como aluna especial na UFBA (Mestrado em Ciências Sociais). Como gostei muito do vídeo e aprendi uma enormidade sobre a história e o trabalho negro no Brasil, vim dar a dica aqui no blog, para que os que se interessam pelo tema tenham mais essa ferramenta de estudo. Vai ser nosso primeiro post sobre política de hoje; ah, e na verdade o único (rs) porque embora tenha lido e esboçado sobre vários temas que se destacaram na mídia, cheguei bem cansada do trabalho hoje (assessoria a um deputado federal e partido político) e optei por assistir ao documentário e descansar em seguida. (amanhã às 6h levanto para me preparar para nossos primeiros programas de rádio do dia)

O vídeo está disponível gratuitamente no Youtube e segue a descrição abaixo:

A história, formação e desenvolvimento dos empreendedores negros; a sua contribuição para o mundo do trabalho na Bahia e para a construção de uma nova Economia para um mundo solidário são as linhas mestras do documentário A Cor do Trabalho, uma realização da Superintendência de Economia Solidária da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) da Bahia em parceria com o cineasta baiano Antonio Olavo. 

O longa metragem quem conta a história do trabalho negro na Bahia desde o tempo da escravatura até os dias atuais. “O objetivo é mostrar, realmente, como a educação pode ajudar na ascensão do negro na sociedade”, explica Antonio Olavo que conta que o longa traz experiências vitoriosas de negros e negras que, ao longo dos séculos, romperam com o estigma do preconceito racial e, por meio da educação ou da abertura de negócios próprios, tiveram êxito em sua trajetória profissional.

O documentário traça a história do trabalho no Brasil, que teve origem nas comunidades indígenas. A chegada dos portugueses e se afã de produzir cana de açúcar faz com que o trabalho passe a ser realizado visando acumular riquezas. Sem êxito na escravidão dos índios, os portugueses dão início ao processo de tráfico de escravos negros no país.

Século 18: consolida-se o modo de produção escravista. O trabalho intelectual cabia à população branca e o trabalho braçal cabia à população pobre, de maioria negra e mestiça. O trabalho era a marca da opressão, mas havia a concepção do trabalho para acumular e comprar a liberdade. E trabalhadores libertos passam a atuar em atividades de menos prestígio (exemplo: carregadores). Muitos, na velhice, tinham gasto tudo para comprar a alforria e não havia nada para sua subsistência, ficavam doentes e caiam na mendicância. Para vencer a escravidão e a pobreza, criam redes de proteção consolidadas na família. Laços familiares e de origem religiosa (católica, candomblé) são elementos importantes.

Assinada a Lei Áurea, veio a esperança de liberdade que logo se dissipou; e os trabalhadores, agora livres começaram a ser chamados de preguiçosos e vadios por exigirem tratamento igual ao do homem branco. A população negra  fica às margens do projeto de desenvolvimento e também não tem acesso à educação e ao mercado de trabalho formal. Era mantida na pobreza.

Em seguida, o documentário traça a história dos empreendedores negros até os dias atuais e Salvador, ressaltando que a população negra se configura como empreendedora porque raramente teve oportunidade no mercado formal de trabalho.

Vale a pena assistir o documentário completo!

Aperta o play:

O que acharam do documentário?

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11
abril
2015
Leitura do final de semana: “Não é a mamãe”, de Guilherme Fiuza

Olá, pessoal!

Madrugada chegando, são 23h50, já dei uma zapeada nos sites de notícias e agora vou pegar o livro que há mais de 3 meses comecei a ler e não termino nunca! Genteee, que vergonha! hahaha A obra é de leitura fácil, leve, mas sempre abandono e quando consigo um tempinho, recomeço e abandono novamente! (não façam isso em casa, crianças!!!)

O livro “Não é a mamãe – para entender a era Dilma”, do jornalista Guilherme Fiuza, é um relato da era Dilma, cobrindo seus atos na Presidência de maneira bem humorada e complexa. Fiuza escreve as crônicas que seguem de 2010, com a eleição da petista, até meados de 2014. Os fatos são analisados em textos que explicitam os bastidores do governo, chamando a atenção para os símbolos que Dilma representa como primeira mulher presidente e o machismo que cerca seu governo.

Findando a leitura, farei resenha em vídeo aqui no blog, ok? (espero gravar no próximo final de semana) Essa noite, me acompanha nos estudos o ovo de Páscoa da Tudo Brigadeiro (não, não é sobra da Páscoa, sou o tipo de pessoa que encomenda ovo depois de passada a data também hahaha).

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E vocês, qual livro estão lendo atualmente?

Amanhã aqui no blog vou fazer algumas postagens de textos e vídeo que estou estudando nas disciplinas que pego como aluna especial no Metrado em Ciências Sociais da UFBA. Várias discussões bacanas que gostaria de dividir com vocês.

Fiquem ligados!!! ;-)


08
abril
2015
Sejamos todos feministas (vídeo do TEDxEuston) – dica mestrado UFBA

Olá, amigos,

Na semana passada, a professora Paula Barreto (sou aluna dela na disciplina Gênero, Gerações e Raça, que faço como aluna especial no Mestrado em Ciências Sociais na UFBA) exibiu um vídeo “Nós deveríamos todos ser feministas”, de Chimamanda Ngozi Adichie.

Confesso que embora me interesse cada vez mais pelo feminismo, tenho tido pouco tempo para me dedicar ao tema como gostaria. Estou acompanhando as aulas da disciplina, e tenho recebido uma alta quantidade de informações e nomes de autores que não estou dando conta de ler. Confesso! Os textos obrigatórios, tenho estudado com habitualidade e conseguido cumprir as obrigações, mas a cada texto que leio, recebo uma série de referências a outros autores e textos que não consigo acompanhar. Queria ler tudo!!! hahaha Férias, socorroooo, por favor apareça!!! hahaha

Eu já venho lendo algum material de Chimamanda na internet, embora não tenha lido nenhum dos seus livros ainda (pecado do qual não me perdoo), mas o vídeo dá uma dimensão clara dos posicionamentos da escritora nigeriana, uma das mais jovens e talentosas africanas.

Aperta o play:


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03
março
2015
Curso “Introdução Crítica ao Direito das Mulheres”, na UnB

Oi, gente,

Como comentei mais cedo, resolvi fazer um resumo do curso da UNB Modalidade A Distância “Introdução Crítica ao Direito das Mulheres”.

Como muitas de vocês não conseguiram se inscrever ou não possuem tempo para um curso que exige bastante e tem avaliações, então, achei bacana dividir alguns aprendizados aqui no blog de forma resumida. Acredito que será importante para mim – para que eu possa fixar melhor o que estou estudando – bem como para passar o conteúdo e debatermos mais.

Empoderamos uma a outra debatendo, trocando informação, compartilhando conhecimento!

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O projeto

O Projeto de Extensão de Atuação Contínua “Direitos Humanos e Gênero: Capacitação em Noções de Direito e Cidadania – Promotoras Legais Populares” foi criado em 2005 na Faculdade de Direito da UnB, e promove há 9 anos o curso “Promotoras Legais Populares do Distrito Federal” (inspirado num projeto que existe em São Paulo desde 1994).

Assim, em 2014 foi lançado o curso “Introdução ao Direito Crítico das Mulheres”, na modalidade a distância, que tem sua primeira turma em aulas agora. O objetivo, segundo o Guia do Estudante, é que tenhamos noção dos direitos para libertação de todas, seja em casa ou na rua. E possibilita formação mais crítica no enfrentamento à violência à mulher, com uma atuação de cada aluna de forma a constituir-se como uma multiplicadora (o que, inclusive, faço agora) dos conhecimentos trabalhados no curso.

Além disso, devemos inserir o conhecimento na prática cotidiana e atuar como fiscalizadora frente aos órgãos públicos de saúde, de segurança, e do Poder Judiciário, responsáveis pelo cuidado, segurança e garantia de justiça à mulher.

Eu achei excelente se tratar de curso a distância porque adapto as atividades a minha correria do dia a dia e tenho mais flexibilidade nos estudos (em regra à noite ou de madrugada), além de poder reler os comentários dos alunos, pesquisar sobre a opinião, livros e links indicados por cada um.

As avaliações valem nota e o curso é divido em módulos temáticos; é necessário também participar dos fóruns de discussão para obter boa pontuação. No último módulo, será exigida a entrega de um projeto de enfrentamento à violência contra a mulher, aplicável a sua realidade de atuação.

Dificuldades

Para mim, não tem sido fácil acompanhar esses primeiros 20 dias de curso.

Como já comentei aqui no blog, o feminismo em minha vida é algo muito recente e falta-me conhecimento básico sobre a matéria. Ao contrário de muita gente que teve os primeiros contatos na adolescência ou na faculdade. Eu não tinha ideia do que era o feminismo até agosto de 2014. E a primeira vez que ouvi a palavra “sororidade” foi em novembro de 2014. Imagine! rsrs Isso dificulta a compreensão de determinados raciocínios. Mas além das alunas ajudarem, os monitores tiram todas as dúvidas e interagem constantemente, facilitando o aprendizado.

Módulo 1

Apresentação

O primeiro módulo apresentou o tema e tratou da linguagem inclusiva.

Com o texto “Linguagem Inclusiv@: O que é e para que serve?” (de Rayane Noronha, Ana Paula Duque e Luana Medeiros), abordou a forma como comumente vemos textos escritos na internet, com palavras que substituem os radicais de gênero (letras ‘a’ e ‘o’ por ‘@’, ‘x’, ‘is’ etc). Eu já tinha visto e muitas vezes já escrevi assim, mas não sabia o que buscava com essa ação exatamente.

É que as palavras escritas dessa forma visam retirar o gênero ou incluir os dois. Partindo do princípio que a linguagem não é apenas  uma forma de comunicação, ela é a expressão cultural de determinada sociedade. E a forma como escrevemos guarda preconceitos arraigados em nosso contexto histórico.

A linguagem inclusiva de gênero visa desconstruir:

  • a ideia de masculino como universal
  • o sexismo estabelecido na linguagem

As mulheres sempre são incluídas nos termos masculinos (ex.: se vc entrar em um local e tiver 30 mulheres e um homem, vc irá se referir a “eles”) e acostumaram-se a se sentir assim. Os homens não se sentem a vontade com os termos femininos. Isso perpetua posições hierárquicas, o patriarcado e o machismo. Ou seja, além de demonstrar a forma de nos comunicarmos, a linguagem é importante para criar nosso imaginário e gerar papeis diferenciados na sociedade.

A proposta, no entanto, não é impor o feminino como universal, mas construir socialmente espaços que não estabeleçam posições distintas entre homens (superiores) e mulheres (inferiores), prezando domínio de um sobre o outro.

Hoje, nossa linguagem estabelece que o universal é o feminino e esse pensamento sujeita as mulheres deixando-as à margem, respaldando uma sociedade patriarcal e sexista.

“A linguagem não é só símbolo, ela é mais, ela representa uma realidade criada por nós mulheres e homens. A reconstrução da linguagem apresenta-se como forma de buscar uma transformação no imaginário coletivo, mudança essa que permitirá as mulheres se ‘historicizarem’ e se ‘existenciarem’, gerando um novo tipo de consciência na população. O discurso que prega que não podemos escrever fora do padrão ‘culto’ é sustentado pelxa mesmxs que julgam que não podemos modificar a nossa realidade em busca de um mundo mais justo. Sempre que a parcela da sociedade insatisfeita com as ideias hegemônicas manifesta-se é comum este tipo de reação dxs satisfeitxs que as desigualdades são ‘naturais’ e não impostas injustamente.

Sabemos que não é fácil utilizar linguagem inclusiva, mas ninguém disse que mudar o mundo seria uma tarefa simples.”

Módulo 3

Fundamentos Sociopolíticos das lutas das mulheres

No terceiro módulo, tivemos como norte o texto “Feminismos e justiça social: as lutas das mulheres negras não cabem em uma única palavra“, de Ana Cláudia Pereira.

Ela inicia citando que  no século XVIII, negras alforriadas formavam, no Brasil, domicílios compostos basicamente por mulheres e deixavam suas heranças para escravas, ex-escravas e filhas. Mas para elas não existia a palavra “feminismo”, que só surgiu como termo mundialmente conhecido na luta das mulheres pela emancipação, a partir da mobilização de europeias e norte-americanas. Elas queriam melhor condição de vida e de trabalho nas fábricas; já as ricas brancas, queriam os privilégios sociais dos homens brancos.

Hoje o discurso anti racista já tomou conta da ideologia. Embora se admita que nunca haverá uma sobreposição total entre o feminismo branco e negro, ao menos enquanto houver racismo na sociedade.

Para a autora, é difícil levantar questões sobre raça diante do feminismo branco sem que surjam conflitos acirrados (possivelmente por medo de se identificar na situação da opressora). A autora destaca que muitas brancas afirmam que o racismo é um problema “da sociedade” e não do feminismo, o que resulta no privilégio racial em favor da mulher branca. Por isso, é importante pensar sempre como a cor da nossa pele nos confere privilégios ou nos subordina às dinâmicas de opressão.

Outro ponto abordado é a necessidade de visibilizar a produção política e intelectual das mulheres negras. E compreender a produção como conhecimento e não como vitimização. Aleta também que no discurso da democracia racial, as negras são colocadas como brutas, agressivas, feias, excessivamente sexualizadas.

“O feminismo que não combate privilégios raciais é o feminismo que tem como pauta de mobilização questões que invisibilizam as mulheres negras e reproduzem todas as formas de violência que o racismo gera. Como podemos concordar que os avanços das mulheres brancas no mercado de trabalho continuem a ocorrer com a exploração do trabalho doméstico das mulheres negras?”

E vocês, o que acharam dos textos e opiniões?

Não deixe de compartilhar suas impressões conosco.

Na próxima semana, trago mais resumo de textos estudados no curso da UnB e links com matérias importantes para nosso conhecimento.

Amigos, quem acompanha o blog sabe que dou palestras em escolas sobre cidadania, jovens na política e importância do engajamento político! Então, se você tiver interesse de levar as palestras para sua escola, associação de bairro, grupo de amigos, faculdade, entre em contato pelo e-mail: contato@danielebarreto.com.br. A Democracia avançará com nossa troca de conhecimento e com Educação Política! Aguardo você!

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28
janeiro
2015
Dica de ouro: Cursos Gratuitos no site do Senado Federal

Oiii, galera, como passaram a quarta-feira?

A minha foi super corrida. Além do trabalho de assessoria, corri para deixar alguns posts bacana aqui no blog para vocês e gravar o comentário político para o Programa Opinião, da 93 FM (jájá posto a transcrição do comentário político que fiz). Sem falar que o dia hoje bombou de notícias políticas e a gente tem que ler tudo para ficar bem informado, né? Ah, de hoje para amanhã tem post falando dos ministros de Dilma e também sobre a posse dos Deputados Federais e Senadores, que ocorre no próximo domingo. Correria tão grande que marquei de almoçar com uns amigos e nem consegui, mas olha a foto linda que eles me mandaram, com muito amor: AQUI!

Mas, vamos lá fechar o dia hoje com uma dica incrível para quem quer, nesse início de ano, bombar o currículo e aprender muito sobre política e cidadania. Eu já aproveitei o início de ano para estabelecer minhas metas e também fazer uma listinha de cursos e livros que vou ler nesse 2015 promissor!

E quem não gosta de fazer cursos de excelente qualidade e DE GRAÇA, heim? Pois é! Então venho falar com vocês sobre os cursos oferecidos pelo Senado Federal! E nem precisa viajar para Brasília nem ter dinheiro para pagar. Os cursos são gratuitos e você pode fazer em casa ou no trabalho quando o chefe não estiver olhando. 

Mas tem que ter disciplina e estudar, viu? Os cursos não são mangueados não! Olha, além de um conteúdo profundo e extremamente valioso e bem elaborado, ainda tem avaliação no final dos módulos para checar nosso aprendizado. Quem não tirar uma nota compatível com a exigência do curso, não recebe o certificado. #achojusto

senado

Eu já realizei alguns cursos e todos contribuíram muito para meu crescimento profissional e intelectual!

É o seguinte:

O material didático é super acessível, com linguagem simples e conteúdo bem didático. Mesmo quem não tem conhecimento na área pode acompanhar, além disso, quem já trabalha com política e/ou possui mais base sobre os assuntos poderá fazer o curso mais rapidamente, mas também vai gostar!

Você poderá imprimir o curso e, além de estudar com mais calma, terá sempre o material didático para consultar!

É bom para quem está estudando para concurso, para quem já trabalha na área (política, administração pública) e quem gostaria de conhecer um pouco mais e quem sabe ingressar.

Lembre de fazer a AVALIAÇÃO FINAL, na qual deverá obter pontuação específica para receber o certificado.

(todas as normas encontram-se no site do Senado)

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Não poderia deixar de compartilhar essa informação com vocês!

Espero que vocês gostem da dica e que os cursos sejam tão valiosos para vocês quanto são para mim!

Aguardo vocês nas redes sociais!!!

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22
julho
2012
Daniele Barretto é a primeira mulher do Nordeste a integrar a Associação Brasileira de Consultores Políticos

As mulheres vêm, cada vez mais, conquistando espaço no cenário político. Mas, não só de candidatas e ocupantes de cargos eletivos vive a ala feminina na política. Publicitárias, advogadas, comunicólogas ganham destaque nas agências e escritórios ligados à área, realizando um trabalho diferenciado e de excelência. Este mês, mais uma mulher conquistou espaço na consolidação feminina nos bastidores da política: a baiana Daniele Barreto.

(leia mais…)