Arquivo para Coluna 'Política à Flor da Pele' - Daniele Barreto
15
julho
2015
Renan e o Senado Federal: Dois pesos e duas medidas (operação politeia)

Olá, pessoal,

Ontem a Polícia Federal realizou busca e apreensão na residência de senadores e hoje pela manhã vimos Brasília se ouriçar, com muitos parlamentares com medo e atacando a Polícia Federal.

Renan Calheiros que é presidente do Senado, comandou na manhã de hoje uma ofensiva contra o que ele chama de “abusos” da Polícia Federal. O peemedebista disse que vai procurar o Presidente do Supremo Tribunal Federal para apresentar uma lista de reclamações sobre a Operação Lava Jato. Renan se queixa da quebra de sigilo e da abertura de inquérito contra 13 senadores e 22 deputados. Reclama também da devassa que a Polícia Federal fez nas casas dos senadores Collor, Ciro Nogueira e Fernando Bezerra Coelho.

Renan realizou reunião de emergência e costura uma estratégia de contra-ataque ao que classifica como uma “intimidação” dos policiais contra os congressistas. Para os Senadores, que agora passaram a ser alvo da Polícia e do Ministério Público, as ações adotadas ontem foram desnecessárias e com o objetivo de constranger os parlamentares.

Sobre esse assunto, falei agora às 18h no programa Opinião, da rádio 93 FM.

Ouça:

Quando se tratavam de investigações sobre outros políticos e partidos políticos, os senadores bradaram contra a corrupção e pela moralidade. Agora que cada vez mais as operações chegam perto deles, já possuem outra medida na avaliação das provas.

Temos que estar preparados para assistir, nos próximos dias a uma tentativa de linxamento da Polícia Federal que será orquestrada por senadores, deputados e federais e partidos políticos para tentar desmoralizar a instituição. Quando ela investigada políticos de outros partidos, era elogiada, agora que mexeu com o Senado, vai ser desmoralizada pelos mesmos que a elogiaram. E para isso os parlamentares vão contar com a ajuda da mídia – que também anda se irritando com a Polícia Federal.

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11
julho
2015
Artigo na Tribuna da Bahia: Cunha é o alter ego dos seus asseclas

Gente,

Bom dia! Tudo bem? Com a correria, esqueci de avisar para vcs que saiu um artigo meu no jornal Tribuna da Bahia essa semana! Adoro o jornal e sempre fico super feliz quando o editor de política Osvaldo Lyra opta por publicar um texto meu! Agradeço ao Osvaldo e a toda equipe do jornal pela moral! rs

O artigo segue abaixo! Falo de Eduardo Cunha e quem são os deputados que o seguem. ( ah, se vcs quiserem acompanhar as edições em pdf., podem acessar www.tribunadabahiavirtual.com.br, se cadastrar gratuitamente e ler. Massa, né? )

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Eduardo Cunha é o alter ego dos que o seguem

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, é notável articulador dos bastidores; por agregar oposição e descontentes da base do governo, constrói meticulosamente seu poder e pauta, cada vez mais, a agenda política do país – servindo os brasileiros com um cardápio de retrocessos. Mas de onde vem o poder de Cunha? Como uma figura desconhecida do grande eleitorado – envolvida em tantos escândalos e com mentalidade político-ideológica do século passado – consegue chegar à Presidência de uma Casa Legislativa, terceiro na linha de sucessão presidencial, e ter seu nome cogitado em especulações para candidato a presidir uma nação?

Cunha conta com o apoio dos seus pares porque deles têm a admiração e idolatria.

Figura que sempre esteve envolvida em escândalos graves, mas sem nenhuma ameaça real da Justiça o punir (saiu ileso de investigações, ainda que a imagem de seus superiores, na época, tenha sido maculada, a exemplo de Collor e Garotinho), Cunha é o ídolo do baixo clero, é a celebridade que seus comparsas gostariam de ser, é a diva que eles querem copiar (diria Valesca).

Esperto, percebeu rapidamente o óbvio: a Câmara é composta por caudilhos, velhos coronéis locais sedentos por qualquer benefício, dinheiro, jantares, comida boa e de graça, viagem com as esposas para o exterior, vantagens para suas empresas/agronegócio… Ou seja, sedentos por pequenas e mesquinhas migalhas de poder. E isso Cunha pode dar para eles: por ter a caneta da Casa na mão e por se colocar como interlocutor entre cada parlamentar-mendigo – cuja personalidade é uma mistura perigosa de despreparo, vaidade e ganância – e os maiores empresários do país.

A tropa de Cunha é formada, majoritariamente, por coronéis que mandam em regiões dos seus estados, mas que nunca tiveram apito em Brasília (justamente por não gozar de poder para influenciar a agenda política nacional). No máximo, esses indivíduos conseguiam – depois de muito bajular algum ministro do seu partido, nomeado pelo governo federal – indicar um superintendente de autarquia ou órgão público federal em seu estado de origem. Ou, em tempos de Mensalão, conseguiam receber dinheiro de intermediários com o governo para fazer número na garantia da tal governabilidade.

Hoje, os componentes do Exército de Cunha podem muito mais. Conseguem não só inserir suas demandas reacionárias, fundamentalistas e segregadoras nas discussões da Casa, mas também sentar lado a lado na mesa com donos de TV e os maiores banqueiros e empresários do país, porque Cunha lá os coloca. Acostumados a serem tratados – ou aturados – como reis em seus estados, a eles era negado o brilho (que eles acham que merecem) e eram relegados aos porões do Congresso Nacional.

Cunha mudou isso. Cunha os “valorizou”, os “ouviu”, faz o ego deles inflar, faz eles se sentirem mais poderosos, honrou o que eles são em seus estados, conferiu mérito ao que eles acham que são. Não seria difícil ver deputados de todo o país se rendendo a um líder como Cunha, né?!

Além disso, Cunha encarou o governo com arrogância e destemor – característica que a maioria deles possui em seus estados, mas que não manifestavam em Brasília por falta de “sangue no olho” (coragem) e espaço. Cunha grita com quem ousa desagradá-lo; manda demitir funcionário da Câmara dos Deputados; impede a entrada de cidadãos, que contrariam suas posições ideológicas e políticas, nas galerias (que maravilha para poder distanciar o cidadão que incomoda, esse é o desejo mais íntimo dos deputados que tratam seus eleitores como números e que não acreditam ter satisfações a dar ao povo); manipula o Regimento a seu favor e faz dele sua arma para conseguir aprovar as matérias que defende; rasga a Constituição Federal; faz chacota do Judiciário; brada em entrevistas com repórteres; ameça (com palavras e gestos) o já fragilizado e impopular governo petista.

Cunha inicia e encerra as sessões quando deseja, corta o microfone dos deputados não aliados e os submete aos seus caprichos e humores. Ele vinga os raivosos que, em troca de cargos e contratos com a administração federal, ficaram calados durante anos de governo petista, mas que nunca engoliram Lula e sua trupe. Cunha desdenha do bom senso e realiza cultos religiosos dentro da Câmara dos Deputados; vinga os cristãos fundamentalistas (especialmente os evangélicos) que não toleram a possibilidade da implementação de políticas públicas voltadas para as minorias e maiorias submissas. Cunha é a revolta do patriarcado que vê crescer a presença da mulher na política e no mercado de trabalho. Cunha destila, pelos olhos, o ódio aos que o desagradam; ele materializa as vontades dos que acreditam que política é capital hereditário, partido político é patrimônio familiar e cargo eletivo é para alugar às empresas interessadas, através do patrocínio de mandatos.

Cunha não aceita uma derrota política porque acredita na sua superioridade diante dos demais e na obrigação de todos servirem aos seus caprichos. Assim, Cunha personifica, na Câmara, aquilo que seus os asseclas são nos seus Estados, e queriam ser no âmbito nacional. Cunha é o declínio da democracia brasileira, já bamba em ricões cujos eleitores votaram em seus comparsas.

Cunha é o alter ego dos que ele lidera.

A tendência é que piore muito nos próximos meses. O peemedebista vai articular para ter um candidato próprio à Presidência da República, ocupando o vácuo de poder que Temer sempre deixou dentro do próprio partido por se preocupar em resolver sua vida e deixar os interesses dos companheiros da agremiação de lado – coisa que os caciques do partido viviam reclamando. Mas o cndidato não será ele. Sabedor de que não tem chances numa disputa eleitoral para chefe máximo do país, sua meta de longo prazo é o parlamentarismo, no qual será o primeiro-ministro.

Levaremos tempo para ver Cunha perder o poder que está construindo e a ele terão que se render os próximos presidentes da República.

Eduardo Cunha é o Sarney do século XXI. E, com a aceitação conveniente dos que o seguem, fez da Câmara o seu curral eleitoral.

Daniele Barreto é advogada e consultora política.

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10
julho
2015
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje – Eduardo Cunha e seus asseclas

Boa tarde, pessoal!

Como vocês sabem, toda quinta-feira temos a coluna “Política à Flor da Pele” em vários sites e jornais pelo país. Projeto iniciado em 2011, a coluna visa levar informação e opinião política para leitores de quase 50 sites, blogs e jornais impressos parceiros.

Hoje a coluna discute a presidência da Câmara dos Deputados e os seguidores do Eduardo Cunha, avaliando o comportamento e as características dos asseclas que vêem nele a possibilidade de pequenos benefícios e migalhas de poder.

A coluna já está no ar e você pode ler em nossos parceiros abaixo citados.

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26
junho
2015
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje – Militância petista: Lula critica 10 dias após Congresso Nacional do partido

Olá, pessoal, bom dia!

Segue abaixo o texto de hoje da Coluna “Política à Flor da Pele”!

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Militância petista: agregar para não minguar

O ex-presidente Lula, na última segunda-feira, palestrou ao lado do ex-primeiro-ministro da Espanha Felipe Gonzalez, afirmando que o PT está velho, viciado em poder apegado a cargos e perdeu sua capacidade de gerar sonhos. O discurso se deu menos de 10 dias após a realização do Congresso Nacional do partido, em Salvador. No evento, o ex-presidente se ateve a manter o status quo da legenda, que reafirmou a parceria com o PMDB e não mostrou disposição a rumos novos. Assim, a afirmação que se seguiu essa semana constitui uma “facada pelas costas” da militância – que não ouviu, do mesmo Lula, criticas dessa natureza “frente a frente” no Congresso partidário.

Diante da sinceridade calculada do petista, alguns políticos e analistas se puderam a dar crédito e acelerar uma possível morte do partido. Eu não tinha conhecimento sobre a estrutura interna do PT. Procurando me informar mais, e estudar – do meio do ano passado para cá -, arrisco afirmar sem qualquer dúvida: não há nenhuma possibilidade do partido deixar de existir (ou enfraquecer ao ponto de se imaginar essa possibilidade). Em nenhuma hipótese, nem com a ruína da cúpula ou qualquer outro evento político e/ou jurídico, isso está sequer próximo de acontecer. Acredito que o antipetismo aumente até o final do ano (dias piores ainda virão para a agremiação) e que jamais volte a gozar do prestígio e da credibilidade de outrora (ou não, porque se até FHC conseguiram ressuscitar, tudo é possível), mas vai passar por uma reestruturação profunda. Vai ter que passar!

E eu entendo que a maior qualidade do partido é também o ponto que precisa ser reavaliado (cautelosamente) e modificado: a militância. Embora seja indiscutível que a militância petista (especialmente a juventude) é a mais estruturada, organizada e bem disposta, e que sustenta a agremiação hoje – tendo papel fundamental na vitória nas urnas no último pleito – compreendo que esse é o ponto de reformulação necessário. E é o ponto de reformulação possível (porque existem outros pontos nevrálgicos, mas a mudança neles carece de viabilidade). A militância é muito fechada, com pouca capacidade de diálogo e, atualmente, quase nenhum poder de convencimento (de convencer quem não é do grupo, obviamente).

No momento em que o partido perde força, vê sua credibilidade despencar e vive seu pior momento, a militância não se reestrutura, continua “ensimesmada”, falando para dentro, dialogando isoladamente – e o pior: ORGULHOSA DISSO! (?????) Orgulhosos desse erro fatal. No momento em que seus argumentos já não convencem muita gente, a militância é incapaz de utilizar as inúmeras qualidades que possui – conhecimento sobre história, poder de mobilização, engajamento político, inteligência, disposição física e mental/intelectual – para se permitir OUVIR o país, reestruturar seu discurso (não estou falando de perder a essência, obviamente, senão não teria sentido) e mudar os rumos. Acostumada a ver suas “estratégias” e diálogos darem certo, a militância petista não percebeu quando iniciou a fase de “não mais conseguir convencer”. Não percebeu e ficou presa em si mesma, convencendo os já convencidos, dialogando com os iguais, militando em prol… dos mesmos (e com os mesmos)…

Hoje, ela: não se abre ao novo; não possui conhecimento sobre marketing político (erro terrível das lideranças); dialoga apenas entre os “iguais”; fazem cara feia para qualquer crítica (e fará para essa); não está disposta a ouvir para tentar convencer o interlocutor; usa discursos ultrapassados e já rechaçados por setores importantes (“importante” no sentido de estratégicos para ocupação de espaços) da população; não percebe que se limitar a bradar palavras de ordem pode ser divertido/bacana/útil/eficiente, mas não está trazendo novos membros para o partido (um dos maiores problemas do PT hoje, não cresce, não expande, SÓ RETRAI); não reflete sobre os pífios resultados nos pleitos; não absorve o momento político do país de forma a reagir propositivamente; quer empurrar sua adoração aos velhos líderes goela abaixo de todo mundo que tenta dialogar com eles… Enfim: uma séria dificuldade de aceitar o que não é “espelho”.

O partido não vai acabar! Mas se a militância descobrir que além de seu valor (inquestionável – vide eleições 2014 – mas não otimizado) possui nas mãos a possibilidade de mudança de rumos da agremiação, poderá obter resultados melhores. Mas eu arrisco dizer que, dos discursos que ouço e do que tenho lido em alguns perfis do face, dificilmente essa mudança acontecerá.

Agregar para não minguar! Fora isso, o PT vai sangrar até virar mais um partido!

Daniele Barreto é colunista e advogada.

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07
maio
2015
Hoje: Coluna “Política à Flor da Pele”

Boa tarde, pessoal!

Como vocês sabem, toda quinta-feira temos a coluna “Política à Flor da Pele“ em vários sites e jornais pelo país. Projeto iniciado em 2011, a coluna visa levar informação e opinião política para leitores de quase 50 sites, blogs e jornais impressos parceiros.

Hoje a coluna discute o pedido de impeachment da presidente Dilma, que vem sendo analisado especialmente pelo PSDB. Já está no ar, e você pode ler em nossos parceiros abaixo citados.

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22
abril
2015
Amanhã tem coluna “Política à Flor da Pele”: Aumento do Fundo Partidário e a crise política

Boa noite, genteee!

O nosso último post de hoje é para lembrar a vocês que amanhã tem a coluna “Política à Flor da Pele“. A coluna é publicada em quase 50 sites e jornais de todo o país, desde 11.11.2011 (cabalístico hahaha) e vai ao ar toda quinta-feira. Amanhã cedinho tem artigo novo e você pode conferir acessando o portal de sua preferência.

Na coluna de amanhã vamos falar sobre o aumento do Fundo Partidário, as reações de alguns partidos e o que isso significa em um momento de crise política.

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15
abril
2015
Amanhã tem a coluna “Política à Flor da Pele”

Boa noite, genteee!

O nosso último post de hoje é para lembrar a vocês que amanhã tem a coluna “Política à Flor da Pele“. A coluna é publicada em quase 50 sites e jornais de todo o país, desde 11.11.2011 (cabalístico hahaha) e vai ao ar toda quinta-feira. Amanhã cedinho tem artigo novo e você pode conferir acessando o portal de sua preferência.

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08
abril
2015
“Populismo Penal: soluções simplistas fazem refém os brasileiros”

Gente,

Como comentei com vocês mais cedo, amanhã vai ao ar a coluna “Política à Flor da Pele“, em vários sites e jornais do país.

Sempre que a coluna é publicada, toda quinta-feira, corro para postar o texto ou vídeo para vocês. Mas hoje resolvi fazer diferente: vocês vão ler a coluna em primeira mão aqui no blog. Êêêêêê hahaha

O tema dessa semana é a diminuição da maioridade penal, que vem sendo discutida (parcamente) desde a semana passada no Congresso.

Segue abaixo o artigo que será publicado a partir de meia-noite! ;-)

Populismo Penal: soluções simplistas fazem refém os brasileiros

Não é de hoje que criticamos o “jeitinho” brasileiro de jogar para debaixo do tapete grandes discussões que demandam complexas soluções.

País adepto de leis esdrúxulas e normas que “não pegam”, o Brasil vive tentando resolver seus problemas sociais, econômicos e morais através de modificações no arcabouço jurídico, como se algum reflexo pudesses tais mudanças imprimir nos valores e tradições nacionais.

Na semana passada, assistimos mais uma dessas “armadilhas” legislativas que visam, acima de tudo, tapar o sol da criminalidade com a peneira.

A Câmara dos Deputados criou uma comissão especial que vai discutir a redução da maioridade penal. Pela legislação atual, o jovem é considerado maior aos 18 anos. Antes disso, ele não pode ser submetido ao Código Penal, mas sim ao Estatuto da Criança e do Adolescente, ficando sujeitos a brandas medidas sócio educativas.

Mas o Congresso quer baixar essa idade para 16 anos.

Para conseguir referida mudança, é necessário que seja feita uma alteração na Constituição Federal, que estabelece esse limite de idade. Por isso, os deputados já analisam a PEC 171/93, intentando modificar a Constituição Federal.

Tramitando há 22 anos no Congresso, o projeto caminhou largamente na última semana. Primeiro, foi compreendido como constitucional pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (porque não visa abolir a maioridade penal, mas apenas modificá-la), e, com isso, gerou um turbilhão de manifestações e posicionamentos de grupos da sociedade civil organizada e de movimentos conservadores (da tradicional direita) e mais ligados aos direitos humanos (da esquerda governista).

O projeto volta a tona em um momento no qual a sociedade exige medidas mais severas no controle à criminalidade e se cansou de assistir marginais usarem menores de idade para cometer crimes e saírem ilesos, sem nenhuma resposta efetiva do Estado, sem nenhuma punição. E, tomados por essa latente sensação de insegurança e pela revolta diante de tanta impunidade, uma parcela da população tem apoiado a medida. Assim, ficou fácil para os grupos mais tradicionais do Congresso se aproveitarem desse clima de instabilidade e apressarem-se para votar e aprovar medidas como essa.

Mas vale lembrar que a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça é apenas um dos primeiros passos para o projeto virar lei. Naõ significa uma automática aplicação. A proposta terá um longo caminho pela frente até virar lei. Além de análise pela comissão especial, deverá passar pela votação na Câmara em dois turnos, e votação no Senado, onde também será analisada pela CCJ da Casa e passará por mais duas votações em plenário, onde são exigidos 49 votos entre os 81 senadores.

Mais do que a necessidade de modificações no arcabouço jurídico penal, é necessário atentar que vivemos uma crise generalizada no país: uma crise política, ética, moral, econômica, em diversos setores. Há uma ausência de bons exemplos para os jovens, não temos mais atletas e pesquisadores que serviam de norte para gerações de crianças e adolescentes, vivemos num país com uma educação básica de péssima qualidade, e um país que detêm a fama de líder de impunidade. Um país em que os políticos comandam o crime organizado e fazem alianças profundas, desde pequenas cidades a grandes centros como Rio e São Paulo. Tudo isso contribui para a falta de perspectiva de milhares de brasileiros e o ingresso no crime passa a ser uma proposta tentadora para milhares de jovens que moram em periferias. E para tantos outros que até possuem um padrão de vida melhor, mas que querem mais, querem mais dinheiro, mais poder, mais roupas de grife, mais ostentação. Soma-se a isso, uma legião de artistas aclamados pelo público que só falam de violência, carrões, ridicularizam a mulher e enaltecem as facilidades que o dinheiro trás ao jovem. Como se não bastasse, ainda é um país que tem orgulho de ser a terra do “jeitinho”, onde se ensina que ser honesto é ser bobo e crescer na vida de forma rápida e fácil é ser esperto e inteligente. E tem mais: um país no qual os meios de comunicação usam mortes, assassinatos, roubos e outros crimes como espetáculo na TV. Esse país… não tem como dá certo… não tem!

Não tem como, num cenário como esse, no qual crianças e adolescentes não possuem nenhum referência boa, exigir que não ingressem no crime ou não se deixem levar pelas facilidades de um retorno financeiro fácil. E uma lei não impedirá o que já é prática corriqueira em morros e bairros periféricos. Se uma norma penal servisse para coibir o ingresso na criminalidade, não estaríamos vendo maiores de 18 adentrarem as estatísticas de criminosos, pois já se trata de proibição legal.

Reduzir a maioridade hoje é uma medida que considero necessária. Mas que, diante desse contexto, não resolverá nada. Acredito que a deve ser reduzida por questões biológicas, psíquicas e de compreensão da realidade que o jovem de 16 anos já possui hoje em dia. No século passado, um indivíduo de 16 ou 17 anos tinha outro acesso à informação e mentalidade. Hoje, possui plena convicção e consciência dos seus atos, pois estamos diante de gerações mais maduras.

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Embora favorável, admito que em nada mudará a situação de caos e violência pública. Por vários motivos.

Primeiro, porque estamos diante de 1% dos homicídios no país. Ou seja, o número de crimes cometidos por menores entre 16 e 18 anos é ínfimo comparado aos crimes cometidos pelos que já possuem condições etárias para serem punidos. De 55.000 homicídios, eles representam 500. E mais: o crime vai recrutar crianças ainda mais novas e continuará a existir em torno de uma exército de inimputáveis. Menores de idade continuarão sendo usados em assaltos, roubos, assassinatos e no tráfico.

Aliado a isso, teremos cadeias ainda mais super lotadas e adolescentes passaram a conviver com criminosos perigosos dentro do sistema penitenciário.

Embora defenda a diminuição da maioridade, não considero o momento político do país adequado para discussão de um assunto que exige muito mais amadurecimento e análise. A briga entre oposição e o governo não pode pautar a velocidade de projetos como esse, tampouco podemos admitir que a oposição coloque em pauta temas que visam tão somente mostrar força e imprimir mais uma derrota de Dilma nas Casas Legislativas. Ademais, há de se considerar que temos problemas demais relacionados ao direito penal (leis defasadas, penas brandas, não cumprimento integral da penalidade, cadeias super lotadas, fugas em massa de presídios, altos índices de reincidência) que deveriam ser mais debatidos e encarados como mais importantes para nortear políticas de segurança pública.

Não podemos cair naquela tentação de aplaudir soluções fáceis, como se elas fossem resolver problemas complexos. Diminuir a idade a partir da qual o jovem passa a ser responsável penalmente não criará nenhum impacto na diminuição da violência, nos altos índices de criminalidade e na irresponsável forma dos nossos governantes fingirem que se preocupam com o povo e dissimularem soluções.

Daniele Barreto é advogada, consultora política e escreve no blog www.danielebarreto.com.br.

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08
abril
2015
Amanhã tem coluna “Política à Flor da Pele”

Bom dia, pessoal!!!

O primeiro post de hoje é para lembrar a vocês que amanhã tem a coluna “Política à Flor da Pele” em quase 50 sites e jornais de todo o país. A coluna nasceu em 11.11.2011 (cabalístico hahaha) e vai ao ar toda quinta-feira nos veículos parceiros. Essa semana falo do projeto que propõe a redução da maioridade penal.

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Democracia se constrói junto! Exercício da cidadania é um trabalho coletivo!!! Vamos seguir nos ajudando a compreender cada vez mais nossa política e nosso país. Contem comigo! Eu conto com cada um de vocês!

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01
abril
2015
Amanhã: Coluna “Política à Flor da Pele”
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19
março
2015
Dilma vilã, demais políticos anistiados – coluna “Política à Flor da Pele”

Oi, amigos, tudo bem?

Hoje, como toda quinta-feira, temos nosso texto da coluna “Política à Flor da Pele”.

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Só que hoje venho trazer uma super novidades para vocês.

Além de poder acompanha os textos nos jornais e sites parceiros (olhe a lista AQUI), teremos toda quinta-feira um vídeo no nosso canal do Youtube no qual eu comento o tema do artigo de forma mais aprofundada e com mais argumentos. ok?

Então não perca!!! Nosso primeiro vídeo da coluna “Política à Flor da Pele” já está no ar.

Aperta o play:


O que acharam da novidade?

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Bjs.


17
março
2015
Quinta-feira tem a coluna “Política à Flor da Pele” em sites e jornais :)

Olá, amigos, boa tarde!

Lembram que comentei sobre o crescimento da coluna “Política à Flor da Pele”? A partir dessa semana, temos mais parceiros! São sites e jornais impressos por todo o país que publicam nossa opinião política e ajudam no fomento do exercício da cidadania.

Quinta-feira cedinho tem artigo novo e você pode conferir acessando o portal de sua preferência.

Com uma novidade: a partir de amanhã, teremos a coluna “Política à Flor da Pele” em vídeo também! Uhhulll!!!

Continue conosco acompanhando as publicações e mande suas sugestões de tema, dúvidas, críticas, opiniões.

Democracia se constrói junto! Exercício da cidadania é um trabalho coletivo!!! Vamos seguir nos ajudando a compreender cada vez mais nossa política e nosso país. Contem comigo! Eu conto com cada um de vocês!

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Leia em um dos sites e jornais parceiros:

Alguns dos nossos textos são publicados esporadicamente no Jornal Tribuna da Bahia e Jornal A Tarde.

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11
março
2015
Amanhã tem a coluna “Política à Flor da Pele” em mais sites e jornais :)

Olá, amigos, boa tarde!

Lembram que na semana passada comentei sobre o crescimento da coluna “Política à Flor da Pele”?

Hoje comemoramos mais 5 parceiros novos! Uhuulll!!! rs :-)

São sites e jornais impressos por todo o país que publicam nossa opinião política e ajudam no fomento do exercício da cidadania.

Amanhã (quinta-feira) cedinho tem artigo novo e você pode conferir acessando o portal de sua preferência.

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Leia em um dos sites e jornais parceiros:

Alguns dos nossos textos são publicados esporadicamente no Jornal Tribuna da Bahia e Jornal A Tarde.

Novos parceiros:

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3. Nas Malhas da Lei (BA) 

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6. Revista Barra Magazine (BA)

7. Radar Notícia (BA)

8. Um Pouco de Tudo (BA)

Mais parceiros:

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2. Folha de São Simão (GO)

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11. A Boca do Povo (TO)

12. Folha do Norte de MS (MS)

13. A Notícia do Vale (BA)

14. Primeira Hora Notícias (MT)

15. Revista In Foco Magazine (BA)

16. Folha de Goiás Notícias (GO)

17. Portal Aqui Brasil (PR)

18. Site VG News (MT)

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26. Bahia Dia a Dia (BA)

27. Portal Alagoinhas News (BA)

28. Jornal do Sudoeste (BA)

29. Calila Notícias (BA)

30. Jequié Repórter (BA)

31. Medeiros Neto (BA)

32. Catu Notícias (BA)

33. Folha Geral (GO)

34. Santa Cruz 24 h (PE)

35. Lagoa Grande Notícia (PE)

36. Jornal da Chapada (BA)

37. Jaguarari Acontece (BA)

38. Revista Geral (PE)

Clique AQUI e leia o último artigo publicado no Jornal Tribuna da Bahia.

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04
março
2015
Amanhã tem coluna “Política à Flor da Pele”, em mais jornais e sites parceiros

Olá, amigos, boa tarde!

Falei que hoje o dia seria corrido, não foi? Pois bem!!! No meio da correria vim aqui rapidinho contar mais uma novidade para vocês: o crescimento da nossa coluna “Política à Flor da Pele”.

A coluna iniciou em 2011 quando eu morava em São Paulo e comecei a escrever para sites e jornais impressos sobre política. De lá para cá, só cresceu e aumentou a responsabilidade e amor com os quais elaboro semanalmente os textos. E é com imensa satisfação que hoje anuncio mais 6 parceiros que publicarão nossos textos em sites e/ou jornais impressos.

Amanhã (quinta-feira) cedinho tem artigo novo e você pode conferir acessando o portal de sua preferência.

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Leia em um dos sites e jornais parceiros:

Alguns dos nossos textos são publicados esporadicamente no Jornal Tribuna da Bahia e Jornal A Tarde.

Novos parceiros:

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6. Folha Geral (GO)

7. Santa Cruz 24 h (PE)

8. Lagoa Grande Notícia (PE)

9. Jornal da Chapada (BA)

10. Jaguarari Acontece (BA)

11. Revista Geral (PE)

Mais parceiros:

1. DF Agora (DF)

2. Folha de São Simão (GO)

3. Repórter MT (MT)

4. Tudo Rondônia (RO)

5. Gazeta de Rondônia (RO)

6. Montanhas Capixabas (ES)

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8. Cerrado Notícias (TO)

9. TV Jangada

10. Jornal do Paraná (PR)

11. A Boca do Povo (TO)

12. Folha do Norte de MS (MS)

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14. Primeira Hora Notícias (MT)

15. Revista In Foco Magazine (BA)

16. Folha de Goiás Notícias (GO)

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23. Portal Aqui Brasil (PR)

24. TV Exibir (PI)

25. SJV Notícias (BA)

26. Bahia Dia a Dia (BA)

27. Portal Alagoinhas News (BA)

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27
fevereiro
2015
Coluna “Política à Flor da pele”: Salvem a Petrobrás

Olá, amigos, boa noite! Animados para o final de semana?

Como toda semana, vamos ao nosso texto da coluna “Política à Flor da Pele”, que essa semana foi publicada na sexta-feira (alguns veículos publicarão amanhã).

Em 11 de novembro completamos dois anos de publicação semanal na coluna, com a adesão de muitos parceiros e crescendo a cada dia em vários municípios do país. É sempre uma satisfação escrever (o que faço com o maior carinho), sabendo que nossa opinião vai chegar desde capitais do Norte a pequenos municípios do Nordeste e Sul. Tenho tanta consciência da responsabilidade que cada leitor e cada editor de veículo de comunicação deposita em mim, que meu coração se enche de alegria e entusiasmo a cada semana.

Continua conosco acompanhando as publicações e mande suas sugestões de tema, dúvidas, críticas, opiniões.

Democracia se constrói junto! Exercício da cidadania é um trabalho coletivo!!! Vamos seguir nos ajudando a compreender cada vez mais nossa política e nosso país. Contem comigo! Eu conto com cada um de vocês!

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12. Folha do Norte de MS (MS)

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16. Folha de Goiás Notícias (GO)

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19. Portal Natal Press (RN)

20. Portal Inforside (RN)

21. Acajutiba News (BA)

22. Tribuna da Conquista (BA)

23. Jornalismo Livre (BA)

24. Portal Aqui Brasil (PR)

25. TV Exibir (PI)

26. SJV Notícias (BA)

27. Bahia Dia a Dia (BA)

28. Portal Alagoinhas News (BA)

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12
fevereiro
2015
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje: “Quem perde com as derrotas do governo?”

Olá, pessoal!

Hoje tem coluna “Política à Flor da Pele”!

Nossa coluna existe há mais de 2 anos e ê pode ler em vários sites e jornais pelo Brasil.

Sempre muito feliz com as parcerias, aproveito para agradecer a cada veículo que confia em nosso trabalho.

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Leia o texto de hoje:

Quem perde com as derrotas do Governo?

O segundo governo começou muito difícil para a Presidente. Além de uma parcela da população clamar pelo Impeachment, que muito dificilmente acontecerá, pela conjuntura política e acesso à informações que possuímos hoje. Também perdeu a eleição para Presidência da Câmara dos Deputados, que ficou nas mãos do PMDB com a vitória de Eduardo Cunha. Esta semana, mais duas grandes derrotas fazem o PT se curvar aos peemedebistas. Articulados e com o apoio da oposição, conseguiram aprovar o Orçamento Impositivo e ficarão no comando da Reforma Política. Esses são dois tópicos que impuseram grandes derrotas ao governo Dilma no Congresso. Mas a quem interessa essas derrotas? Os opositores ao PT e a seu longo e pouco eficiente governo dirão que interessa ao povo. Mas essa não é minha opinião. Essas derrotas não são a favor do povo nem pelo povo. São uma disputa mesquinha por espaço, poder e muito dinheiro público. A vitória de Eduardo Cunha, por exemplo, foi articulada com base em benefícios para os deputados na Câmara. Não por qualquer ideologia ou coerência; até porque não se pode falar em ideologia ou coerência quando vc vê o PSDB e DEM votando no candidato do vice Presidente da República. E um dos motivos para os deputados federais votarem em Eduardo Cunha foi a garantia dele de que se esforçaria para aprovar o Orçamento Impositivo, o que de fato aconteceu ontem. Essa votação dará mais flexibilidade, mais liberdade para os parlamentares não se curvarem ao Governo, pois agora as emendas parlamentares serão de pagamento obrigatório. Isso dá mais independência ao Legislativo que fica menos refém do Poder Executivo. Mas nenhum deputado federal ali comemorou o fato de ter mais independência do Executivo. Mas não é algo a se comemorar simplesmente porque esse dinheiro é enviado aos municípios pelos deputados e servem, em regra, para irrigar a corrupção. É desse tipo de emenda que vem o dinheiro para bancar campanhas milionárias. Dinheiro que serve para o deputado mandar para os prefeitos que ajudaram na campanha dele e que será quase todo desviado. São obras superfaturadas relacionadas a portais de cidades, pistas de entradas de municípios, obras de saneamento básico em cidades que jamais verão um único centavo, calçamentos de ruas que não serão executados. Esse é o destino da maior parte do dinheiro referente às emendas parlamentares. Essas emendas são a forma mais fácil, mais segura e mais acobertada de roubar dinheiro público. Elas fazem com que o mandato valha a pena. Ela faz com que se eleger deputado federal seja ganhar na loteria acumulada. E quando essas emendas são mandadas para os municípios, as cartas já vão TODAS marcadas: quem vai executar a obra, quanto volta pro deputado, quanto fica pro prefeito… isso quando a obra não é executada por empresas de fachada do próprio deputado. É dinheiro também que serve para firmar compromissos para a próxima eleição e pagar favores financeiros a empreiteiros que ajudaram na campanha que os conferiu um cargo em Brasília. E mais: ainda que alguma irregularidade seja descoberta, jamais o deputado será punido, porque a execução do objeto é pela prefeitura, então ele sai absolutamente incólume de todo o processo de corrupção nutrido pelas emendas parlamentares. Então, por mais que sejamos críticos do Governo de Dilma, é necessário estar atento ao que está por trás desse grupo que hoje se diz paladino da moralidade, um grupo formado por velhos caudilhos e que estão criando na população falsas esperanças, porque não dão um único passo que não seja em seu próprio benefício financeiro e em prol de suas estratégias de poder. Daniele Barreto é advogada, consultora política e escreve no blog www.danielebarreto.com.br.

Leia nossa última publicação n Jornal Tribuna da Bahia.

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29
janeiro
2015
Coluna “Politica à Flor da Pele”:

Oi, gente, boa noite!!!

Hoje temos mais um texto da Coluna semanal!

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Leia nosso texto:

Posse dos Deputados e disputa pela Presidência da Câmara

O ano mal começou e as polêmicas políticas já tomam todos os noticiários. No início do mês, a nomeação de ministros como Kassab, Kátia Abreu e Cid Gomes, pela presidente Dilma, atordoaram militantes tradicionais da esquerda e mostraram que mais do que buscar uma boa gestão ou a governabilidade, o que se pretende com o loteamento de cargos e espaços no governo federal é agradar políticos e siglas partidárias e garantir a blindagem do governo na Câmara dos Deputados e Senado.

E essa blindagem é extremamente importante quando se trata de um Governo que cada vez mais se vê envolvido em denúncias de corrupção e desvios de dinheiro público. Embora, Cláudio, esses desvios não sejam um exclusividade petista, não seja nada novo em nosso país, e tampouco seja uma prática apenas do governo federal. E para nós estarmos certos disso, basta olhar para qualquer município nesse país. (leia mais…)


18
dezembro
2014
Artigo: Tribuna da Bahia

Oi, pessoal!!!!!!!!

Feliz que ontem tem artigo meu no Jornal Tribuna da Bahia!!!!

Postagem no Face

Eita!!! Dia acabando, cheguei em casa agora, cansadaaaaa, mas ainda dá tempo postar uma selfie ostentação de informação, com a Tribuna da Bahia, e de luzinhas de Natal hahahaha Teve artigo meu na página 6, “Ponto de Vista”, hoje!!!!! Uhuuuulll!!!! É tão bom ver um texto meu num jornal que leio desde a adolescência. Meu coração se enche de alegria, força e entusiasmo! Feliz e grata! Demais!

se sentindo realizada.

No texto, trato da ausência de uma oposição nacionalmente que represente os anseios do eleitor. E o não comparecimento de Aécio a uma manifestação por ele convocada indica uma falta de compromisso e respeito com que deposita em seus discursos uma expectativa de país melhor.

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Aécio Neves já cansou

Na semana passada, Aécio Neves convocou o eleitor de oposição a participar de uma manifestação que estava sendo organizada em São Paulo. Em um vídeo e postagens nas redes sociais, conclamava: “mais do que nunca, precisamos estar mobilizados. Vamos pra rua, em todas as cidades do país”. O ato político ocorreu. Mas Aécio não foi “pra rua”! Certamente já cansou de carregar o pesado fardo de ser oposição nesse país – posição que figurou durante os últimos cinco longos meses.

Aécio Neves vem tentando, desde junho, forjar um personagem que não emplacará na novela da política brasileira: o de opositor combativo – o que ele jamais será, porque nunca foi.

O tucano não é uma novidade no cenário político brasileiro – como alguns tentam fazer parecer, com o discurso mudancista -, portanto, não podemos avaliar suas declarações e posicionamentos durante a campanha eleitoral, e nos meses que se seguiram, de forma isolada. Tampouco podemos analisar sua trajetória considerando apenas esse (curto e peculiar) período de arroubo oposicionista.

Enquanto Senador, Aécio silenciou diante dos maiores escândalos do país (nos quais incluo o Mensalão); além disso, desafio o leitor a citar um único posicionamento relevante do mineiro sobre os temas da agenda política nacional nos últimos 10 anos. Víamos muito mais Álvaro Dias (esse, sim!, opositor com legitimidade) e Sérgio Gerra nos noticiários e nos debates partidários do que o ex-candidato à Presidência.

Em quatro anos, Aécio não usou a Tribuna do Senado para nenhuma manifestação politicamente relevante, nem bradou contra a corrupção (como fez nos debates eleitorais na TV, tentando fazer parecer que esse é um hábito ou caraterística sua como político). Não combateu o PT em seu estado (com o qual vira e mexe se alia nos bastidores), tampouco arregaçou as mangas para fazer campanha para os candidatos da oposição nos últimos anos (todos sabemos que lavou as mãos na campanha de Serra em 2010, e por esse motivo nem muito bem se relacionam).

O “Aécio Oposicionista Combativo” que vimos emergir em 2014 é um “Lulinha Paz e Amor”: uma criação de marketing para ocupar um espaço e corresponder a uma expectativa “de mercado”. O “Aécio Oposicionista Combativo” não existe nos corredores do Senado, ele não existe em sua trajetória política, ele nunca existiu!

Aécio é omisso e usa o silêncio como ferramenta política. Não fez nem fará uma oposição combativa porque se constitui na verdade em um bom observador de oportunidades e não aguentará mais alguns meses com a “carga” que ser oposição impõe. Aécio Neves: não vai viajar o país, voltará a sumir da Tribuna do Senado, não se pronunciará diante de novos casos de corrupção, não agitará os movimentos de juventudes dos partidos de oposição, não se engajará em temas da agenda política nacional, não defenderá pautas do eleitor de oposição, não ouvirá demandas dos parlamentares de oposição, não reestruturará seu partido…

E não aguentará muito tempo travestido desse personagem que criou para as Eleições 2014 por três motivos: falta de traquejo com o povo; preguiça-democrática; e ausência de hábito. E isso foi o que o levou a não comparecer à manifestação que convocou. Com sua ausência, explicitou que pouco se preocupa com as expectativas que gerou em uma parcela (significativa e desavisada) da população! Por estar nos últimos meses brincando de ser oposição, terminou provando que não liga a mínima para os milhões de brasileiros que entregaram seus votos e perspectiva de nação para seu bem montado personagem.

Diante das expectativas e esperanças que fez brotar no eleitorado de oposição, sua ausência na manifestação foi, no mínimo, desrespeitosa! E se somarmos sua ausência à forma como conduz sua trajetória política, perceberemos que não muito demorará para ruir a sua recém criada imagem de “representante legítimo da oposição”: por não se fazer legítimo e por não saber fazer oposição.

Veja os artigos publicados em 2014 no Jornal Tribuna da Bahia: Vlog – Artigo Publicado no Jornal Tribuna da Bahia , Vagão Rosa: segregação e reforço do machismo.

Clique AQUI e leia o último artigo publicado no Jornal Tribuna da Bahia.

Uma excelente noite de quinta-feira a todos!!! Siga-nos nas redes sociais e debata política interaja conosco:

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Bjo.


18
dezembro
2014
Coluna “Política à Flor da Pele”: Ausência de oposição faz refém a política brasileira

Olá, gente,

Toda quinta temos a coluna “Política à Flor da Pele”!!!

Continua conosco acompanhando as publicações e mande suas sugestões de tema, dúvidas, críticas, opiniões.

Democracia se constrói junto! Exercício da cidadania é um trabalho coletivo!!! Vamos seguir nos ajudando a compreender cada vez mais nossa política e nosso país. Contem comigo! Eu conto com cada um de vocês!

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Leia a transcrição do comentário de ontem e mande sua opinião:

Ausência de oposição faz refém a política brasileira

Um dos maiores problemas que aflingem a nossa política hoje é a ausência de uma oposição coerente e fiscalizadora. Uma oposição que de fato represente o eleitor insatisfeito com o governo, especialmente no cenário baiano e nacional.

A ausência dessa oposição se dá primeiro porque o poder exerce um fascínio muito grande aos nossos políticos, porque com ele vem muito dinheiro, facilidades para seus empreendimentos empresariais, enriquecimento fácil e rápido. E como é muito raro encontrar quem não entre na política exatamente por esses motivos, fica fácil para quem se elege comprar quem deveria cobrar e se opor. Assim, um ciclo de corrupção se forma no país em torno de apoios e a ajuda mútua para assaltar cofres públicos e destruir o Erário. (leia mais…)


04
dezembro
2014
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje

Olá, gente,

Olá, amigos, toda quinta-feira temos a coluna “Política à Flor da Pele” e como os acessos ao blog vem crescendo a cada dia, gostaria de aproveitar para apresentar aos que não me conheciam ainda esse projeto que muito me alegra.

A coluna é um projeto que nasceu em 11 de novembro de 2011 (cabalístico, heim? hahahaha) do convite de alguns sites e jornais para que escrevesse textos sobre o cenário político. Topei e lá se vão quase 03 anos de muitos artigos e troca de opinião com vocês. A coluna é publicada em sites e jornais de todo o Brasil e é uma enorme honra e satisfação.

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Leia em um dos sites e jornais parceiros:

Alguns dos nossos textos são publicados esporadicamente no Jornal Tribuna da Bahia e Jornal A Tarde.

1. DF Agora (DF)

2. Folha de São Simão (GO)

3. Repórter MT (MT)

4. Tudo Rondônia (RO)

5. Gazeta de Rondônia (RO)

6. Montanhas Capixabas (ES)

7. Portal CDP (PI)

8. Cerrado Notícias (TO)

9. TV Jangada

10. Jornal do Paraná (PR)

11. A Boca do Povo (TO)

12. Folha do Norte de MS (MS)

13. A Notícia do Vale (BA)

14. Primeira Hora Notícias (MT)

15. Revista In Foco Magazine (BA)

16. Folha de Goiás Notícias (GO)

17. Portal Aqui Brasil (PR)

18. Site VG News (MT)

19. Portal Natal Press (RN)

20. Portal Inforside (RN)

21. Acajutiba News (BA)

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23. Jornalismo Livre (BA)

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25. TV Exibir (PI)

26. SJV Notícias (BA)

27. Bahia Dia a Dia (BA)

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21
novembro
2014
Operação Lava Jato escancara a lógica da corrupção

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Texto dessa semana:

Operação Lava Jato escancara a lógica da corrupção
 
Nos últimos dias estamos assistindo no país uma das maiores e mais importantes operações de combate à corrupção da nossa história democrática.

A Operação Lava Jato lançou luz nos bastidores de uma das maiores empresas mundo: a Petrobrás. Gerida pelo poder público, a empresa vinha servindo para amealhar bilhões para os bolsos de empresários corruptos e políticos.

Até aqui não temos nenhuma novidade, né? Porque dos rincões desse país ao governo federal, em regra os órgãos públicos têm servido para isso mesmo.

A novidade é que dessa vez vimos grandes gestores e empresários serem presos. E isso muda muito, muda muita coisa. E escancara a lógica da corrupção. Porque veja só, muito se fala sobre políticos corruptos (daqueles que possuem cargos eletivos), mas sempre ficam à margem das denúncias grandes diretores e profissionais de grande capacidade técnica que se escondem atrás de seus currículos, mas que na verdade não passam de instrumentos bem qualificados para promover e viabilizar a roubalheira nesses órgãos públicos. Gente que não se expõe em palanques e que não coloca a cara em eleições, mas que são os conhecedores das engrenagens por onde o dinheiro entra e sai dos cofres públicos. (leia mais…)


25
outubro
2014
Escolhi meu candidato!

Gente, boa noite!

Veja só: tenho recebido várias mensagens in box e comentários públicos no Face perguntando em quem vou votar. Alguns argumentando, inclusive, que como “formadora de opinião” preciso me posicionar (assim como fiz no primeiro turno e sempre faço). Concordo! Concordo plenamente. Tenho a mesma opinião. E venho me posicionar agora.

Tive que escolher meu candidato, mas não tenho qualquer orgulho nem bato no peito pela minha decisão.

Escolhi meu (minha) candidato (a) após o debate de ontem. Estava com muita dúvida e ME OBRIGUEI a escolher um dos dois por um único motivo: não vou votar branco, nulo ou me abster.

Me vejo claramente diante de dois candidatos ilegítimos e forjados muito mais pelo marketing político do que pelo brilhantismo administrativo.

A Dilma não possui legitimidade por ser uma criação do lulismo; o Aécio não possui legitimidade por jamais nesses anos ter efetivamente se posicionado como dura oposição no Congresso. Ambos, portanto, não representam bem a sua parcela do eleitorado.

Se por um lado, a candidata que tenta renovar seu mandado não tem credenciais (e já não as tinha em 2010) para pleitear o maior cargo do país, por outro lado o combativo Aécio dos debates NUNCA se fez atuante no Congresso Nacional enquanto Senador de oposição.

Se por um lado, a Dilma realiza um governo inundado na corrupção, por outro lado Aécio jamais se posicionou no Senado de forma dura como vem fazendo nos debates.

Se por um lado, Dilma tem ao seu lado caudilhos coronéis, por outro lado todos são amigos de Aécio e são por ele muito bem recebidos (alguns dos aliados mais criticados do governo petista – por envolvimento com desvios de verbas públicas – já pularam de lado e estão com o tucano. A exemplo de alguns baianos).

Se por um lado, Dilma – enquanto presidente – pautou mal a agenda política nacional (não inserindo nela temas como Reforma Política e Reforma Tributária), Aécio por sua vez passou 12 anos sem se posicionar sobre nenhum tema dessa agenda (até o mês de maio não sabíamos o que Aécio pensava sobre os grandes temas do país).

Se Dilma teve dezenas de corruptos descobertos no seu governo, por outro lado Aécio nunca subiu na Tribuna para cobrar probidade nem fez uma oposição baseada em fiscalização e denúncias do governo petista.

Se Dilma por um lado tem aliados que nos envergonham, por outro lado Aécio em Minas Gerais tem por hábito compor com o PT nos bastidores.

Dilma não governou bem! Aécio não fez boa oposição!

Além disso:

  • ambos não são administradores cujas gestões tenho qualquer admiração (gestões igualmente complicadas com a Justiça por problemas diversos),
  • ambos não possuem um projeto claro de Governo (tanto que mal o apresentaram, optando por explorar pontos fracos e denegrir um ao outro),
  • ambos não se comportaram como estadistas durante o período eleitoral (como nós merecíamos, por respeito),
  • ambos possuem vida pessoal complicada e práticas pessoais que condeno (sim, e isso é da minha conta; quem não quiser se expor que procure outra profissão e não queira ser Presidente do Brasil),
  • ambos possuem aliados cuja fome de poder (poder e muito dinheiro público) só será saciada com o loteamento do Estado,
  • ambos tem por prática aparelhar o Estado com seus correligionários.

São muitas as semelhanças entre eles. Existem diferenças? Óbvio, muitas e substâncias. Mas nenhuma delas me convence a: pedir voto; divulgar o candidato; levantar bandeira; avalizar sua candidatura; brigar por ele; defender suas ideias (ideias?).

Não estou estimulada a militar por nenhum dos dois. Portanto, não o fiz. E nem vou fazer agora com esse post.

E é por isso que não vou declarar meu voto: por que por todos os motivos expostos, eu me envergonho do meu voto muito mais do que me orgulho.

Me orgulho SIM de um grupos de pessoas batalhadoras que acreditam num país diferente e está lotando as ruas com o seu verde e amarelo da esperança em dias melhores. Me orgulho SIM de um grupo de pessoas batalhadoras que acreditam que o país está no rumo certo e pintam suas caras de vermelho levantando a bandeira pelo que acreditam. Me orgulho SIM de um povo que – desde que acompanho política – nunca bradou tanto pelos seus candidatos defendendo-os arduamente. Me orgulho SIM de um povo que fez das redes sociais um palanque para protestos e aprimorou seus argumentos para defender O SEU candidato, seja ele qual for. Me orgulho SIM de um povo que diante de um mar de corrupção não se acovardou (se enojou, mas não se acovardou). Me orgulho SIM de um povo que levou seus jovens a pensar política e discutir o futuro do país (seja ele qual for).

Mas não me orgulho de um país que, a essa altura do campeonato, apresenta ao seu povo dois candidatos tão fracos e tão medíocres.

Me orgulho de quem expõe seu voto (como eu SEMPRE o fiz em diversas eleições), mas não vou seguir por esse caminho. Não vou levantar a bandeira daquele no qual votarei porque ele não merece.

Não vou me contagiar por amigos-militantes que querem “mudar o país” botando no peito a praguinha de alguém que EU CONHEÇO MUITO BEM. Não vou esquecer tudo que sei sobre Aécio pelo fato de um marketing muito do bem feito tê-lo transformado num “libertador”. Herói? (exatamente um dos 4 típicos personagens que estudamos no curso de marketing político). Eu tenho memória, eu não me contagio por isso. Eu não vou levantar bandeira por ele porque ele não me representa.

Não vou me contagiar por amigos-militantes que querem “que o país continue crescendo” botando no peito a praguinha de alguém que EU CONHEÇO MUITO BEM. Não vou esquecer tudo que sei sobre Dilma pelo fato de um marketing muito do bem feito tê-la transformado numa “mãe”. Mãe? (exatamente um dos 4 típicos personagens que estudamos no curso de marketing político). Eu tenho memória, eu não me contagio por isso. Eu não vou levantar bandeira por ela porque ela não me representa.

Se você discorda de mim e acha que EU deveria expor meu voto, ok. Respeito sua opinião. Se vc acha que eleição é momento de militância e divulgar informação partidária, ok. Eu respeito sua opinião. Se vc acha que ir para as ruas empunhando uma bandeira é importante e mudará nossos destino, ok. Eu respeito a opinião. E saiba que eu já fiz tudo isso em outras muitas eleições… mas não o fiz nesse segundo turno que estamos vivendo. Aceito sua opinião… Mas só te peço que, antes de me criticar, vc lembre quantas vezes NÓS fizemos isso. Antes de me mandar mensagens ofensivas e arrogantes (como vários tem mandado no Facebook quando digo que não vou me posicionar porque não gosto de nenhum candidato), faça uma breve avaliação do que VC faz pela Educação Política do seu país… e, se desejar, compare com alguém que há 15 anos dá a cara a tapa. Não que alguém seja melhor por isso, mas sei que não sou merecedora de bizarrices como “em cima do muro”, “qualquer lado que ganhar”, “lavar as mãos” etc. Por que enquanto vc (e a carapuça cairá em quem a merece) estava fazendo sabe-se lá o que, eu estava MILITANDO por um país melhor há 15 anos. Se vc é um Gigante que acordou ontem e se orgulha de fazer sua parte, ótimo. Pelo menos acordou! Mas saiba que eu nunca dormi e me orgulho da minha militância (que não começou ontem).

E acordada que sempre estive sei quem são ambos os candidatos. E sei que nenhum dos dois é merecedor nem do meu nem do seu voto.

Escolhi meu candidato. Ok! Não votarei em branco ou nulo. Mas como reconheço (e a gradeço a Deus todos os dias) o carinho que muitas pessoas possuem por mim nas redes sociais e que muitos jovens e adultos me ouvem, analisam os argumentos que utilizo e por vezes são convencidos por eles, tomando suas decisões baseados em algo que falei ou escrevi, NÃO VOU DIVULGAR O NOME do candidato no qual votarei. Votarei nele (a) constrangida e não quero ser responsável (ou co-responsável, ou estimuladora) por nenhum outro voto para esse candidato. Não quero isso para mim e essa é minha decisão absolutamente consciente. Sei o quanto será difícil apertar seu número na urna, sei o quanto penei para decidir, sei todas as crises de consciência que já me atormentaram nesse segundo turno (por ser alguém que SEMPRE se posiciona)… E sei que não dormiria em paz ao saber que além do meu voto, ainda fui responsável por um outro para Dilma ou para Aécio.

Amanhã ao clicar no botão verde o farei extremamente constrangida. FELIZ pelo belíssimo período de Eleição que o povo brasileiro protagonizou, mas envergonhada por ter que escolher entre dois figurantes da nossa história.

É isso!

Aguardo vocês nas redes sociais!!!

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Beijo.


29
setembro
2014
Vlog: Artigo publicado no Jornal Tribuna da Bahia #13

Oi, gente, boa noite!!!

Hoje não consegui postar mais cedo por causa do trabalho: reta final de campanha eleitoral. Mas vamos ao vídeo do nosso vlog sobre as Eleições 2014. Nele, falo sobre a alegria de ter um artigo publicado na página 2 do Jornal Tribuna da Bahia, área NOBRE do veículo e lida por TODOS que gostam de política na Bahia. Também discuto o tema do artigo e deixo meus agradecimento a Osvaldo Lyra – editor de política que sempre me prestigia e alegra publicando textos que elaboro com o maior carinho, empenho e dedicação.

Quem me acompanha nas redes sociais viu que na sexta-feira postei sobre a publicação no Facebook.

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NA CAPA DO JORNAL:

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ARTIGO NO JORNAL:

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Mas como alguns não conseguiram comprar o jornal, segue abaixo o vídeo no qual comento o artigo.

APERTA O PLAY:

T-shirt: NBlack | Brinco: Bárbara Mestranza | KimonoFruFru Store 

MANDE SUAS SUGESTÕES DE TEMAS PARA OS PRÓXIMOS VÍDEOS:

Qual a sua opinião? Caso você tenha mais dúvidas sobre o Horário Político Eleitoral, nos envie por e-mail (contato@danielebarreto.com.br) ou comente no blog, Youtube ou redes sociais.

Caso você perca algum post do blog, todos os vídeos estão disponíveis no canal do Youtube.

Veja os vídeos anteriores do vlog das Eleições 2014:

✼ Agradecimento e Blog Novo

✼ Efeito Marina e Religião

✼ Horário Político “não-gratuito”

✼ Suplente de Senador?

✼ O que realmente faz um deputado estadual

✼ Como os partidos políticos escolhem os seus candidatos

✼ Propaganda Eleitoral: o que pode e o que não pode

✼ GlamBox de setembro

✼ Assista o debate dos candidatos na TV Record Bahia

✼ Propaganda de candidatos em vias públicas

✼ O que o candidato pode fazer ou não na Internet

Candidatos manipulam declaração de bens

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15
setembro
2014
Coluna Política à Flor da Pele

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 Um beijo.


08
setembro
2014
Tribuna da Bahia

Oi, genteee, tudo bem?

Vocês devem ter visto nas redes sociais que estou numa correria com a Eleição, não é? Nem tinha conseguido postar o artigo de minha autoria que o Jornal Tribuna da Bahia publicou. Fiquei mega feliz, porque é um jornal referência para mim e a primeira vez que publica um texto meu! FELIZ DEMAIS!!!

Vamos ao tema do artigo: tratei do “vagão rosa”, que vem sendo instituído em alguns municípios e alvo de muita polêmica e manifestações de feministas.

Quer saber mais e debater conosco? Confira o texto: 

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O vagão rosa: segregação e reforço do machismo

Desde sempre o brasileiro apregoa – e orgulha-se – da cultura do machismo. Fingindo não bem compreender as consequências sociais e psíquicas do sexismo, misógina e machismo para gerações de mulheres (e homens), gestores públicos (muitos eleitos representantes desta mesma cultura) escusam-se diante da necessidade de executar políticas públicas que protejam a mulher de crimes sexuais e abusos decorrentes dessa mentalidade.

Muitas vezes encarados como tabus pela sociedade, não admitir a existência desse mal social ou buscar paliativos (bizarros) são as soluções mais comuns no Brasil. Uma das formas de evitar ou diminuir o número de assédios em trens e metrôs tem sido a implementação dos “vagões rosas” em alguns estados do país. Em cada composição, destina-se um vagão para uso exclusivo das mulheres nos trens e Metrô, nos horários de pico.

A discursão ganhou força nas últimas semanas após a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovar o projeto de lei de autoria do deputado Jorge Caruso (PMDB/SP). No último dia 12, Alckmin vetou e justificou que haverá maior investimento na segurança das mulheres no sistema metroferroviário (contratação de seguranças mulheres e câmeras de vídeo nos trens e plataformas).

O veto aconteceu após movimentos feministas promoverem protestos contra a sanção da lei, questionando que a separação causaria a segregação das mulheres, restringindo o direito de ir e vir (embora o uso do vagão não fosse obrigatório),e não a proteção. Acreditam as feministas que muito mais eficaz seria a realização de campanhas de conscientização e punição mais rigorosa para os assediadores.

No Rio de Janeiro, há 7 anos tem um vagão exclusivo para mulheres no metrô. Esse ano, o governo do DF adotou a mesma medida, que já foi implementada no Japão, Egito, Índia, Irã, Indonésia, Filipinas, México, Malásia e em Dubai. Em Salvador, com o recém-inaugurado metrô, as discussões acerca do vagão começam a invadir o meio acadêmico. 

Em regra, o vagão existe em países de cultura predominantemente machista, onde, por vezes, as mulheres são encaradas com as “culpadas” pelo assédio. A ideia do vagão vem nesse mesmo sentido, muito mais como uma punição do que de uma proteção à mulher.

Assediadores que se aproveitam da superlotação dos trens e metrôs continuariam agindo – pela ineficiência do estado em assegurar segurança e proteção – com o aval da sociedade perversa que encararia a vítima como alguém que “deveria estar no vagão”.

Óbvio que a ideia de um local com maior proteção para a mulher é eivada de boas intenções e aprovada por muitas mulheres. Mas essas mesmas “boas” intenções estão por trás de princípios machistas que aceitam como normais: cantadas bizarras;abordagem masculinas que limitam o direito de ir e vir de uma mulher nas ruas e em transportes públicos; padrão de vestimentas para ser mais bem aceita em “ambientes masculinos” no mercado de trabalho etc.

Aceitar que haja vagões exclusivos para mulheres, é culpabilizar as vítimas pelo próprio assédio, pois as compreende como o problema. Na mesma medida, ficam livres aos algozes, que continuam a agir nos trens, metrôs e em outros ambientes sociais sem a educação necessária para a convivência em sociedade.

Não se pode aceitar essa inversão de papeis, com a limitação da liberdade da vítima e manutenção/ampliação da liberdade do criminoso.E digo “ampliação” porque a partir do momento em que se implanta um vagão exclusivo para mulheres, aquelas que forem assediadas em outros vagões logo se culparão por “não terem procurado seu lugar”, ou terão que ouvir do próprio algoz (e da sociedade em geral) que se não quisesse ser assediada se dirigisse ao vagão destinado a quem se sente ofendida diante de tal investida masculina.

Compreender o vagão como algo necessário é também afirmar que os homens não controlam seus desejos e é encarrar o assédio muito mais como uma questão sexual do que como o que de fato é: um crime aceito pela sociedade.

Portanto, o vagão exclusivo para mulheres segrega e se apresenta como reforço do machismo, trazendo um retrocesso a um campo que avança a curtos passos devido à cultura machista e sexista que predomina em nossa sociedade. Vamos esperar que nossos políticos, em busca de holofotes e polêmica, não resolvam encampar ideias semelhantes em Salvador.

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05
setembro
2014
Coluna “Política à Flor da Pele” em site e jornais

Olá, amigos,

Foi ao ar a coluna “Política à Flor da Pele” dessa semana. Leia em um dos sites e jornais parceiros.

A coluna é a realização de um projeto profissional que me traz muita satisfação e felicidade. A cada novo site e cada novo jornal com o qual firmamos parceria, renova-se nossa alegria em compartilhar opinião política com tantos parceiros pelo Brasil.

É uma forma de divulgar nosso trabalho e opinião política em quase todos os estados da federação e de interagir com leitores de todo o país. Toda semana, temos um novo texto sobre o cenário político nacional.

Aos sites e jornais parceiros e os leitores, meu muito obrigada por quase três anos de Coluna “Política à Flor da Pele”. Aguardo a opinião se vocês sobre o texto dessa semana e sugestões de temas. :-)

Caso queira publicar nossa coluna em seu site, blog, revista ou jornal impresso, entre em contato conosco clicando AQUI ou através do e-mail contato@danielebarreto.com.br.

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Um beijo.


14
agosto
2014
Coluna da semana

Olá,

A coluna “Política à Flor da Pele” de hoje está no ar. Leia no O Jornal da Cidade (AQUI) ou em um dos 30 jornais e sites que publicam semanalmente.

Deixem sempre a opinião de vocês no blog ou redes sociais (ou enviem para o e-mail contato@danielebarreto.com.br) para que possamos discutir os temas com mais profundidade.

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26
junho
2014
Coluna “Política à Flor da Pele”: Sarney anuncia que não será candidato a Senador

Olá, amigos, bom dia!!!

Hoje teremos a coluna “Política à Flor da Pele”. Leia abaixo ou nos sites e jornais parceiros.

Sarney anuncia que não será candidato ao Senado

Na segunda-feira (23), em meio ao foguetório pela vitória do Brasil, mais uma notícia virou motivo de comemoração e não passou despercebida no meio político: o anúncio da aposentadoria do senador e ex-presidente da República José Sarney.

Sarney está na vida pública há mais de 60 anos. Além de presidente da República, foi governador do Maranhão, Senador pelo Maranhão e Senador pelo Amapá, cargo que ocupa atualmente. No conjunto do mais de um século que está na política, o cacique peemedebista é, sem dúvidas, o político mais influente da história do país. Esteve ao lado de todos os Presidente da República nas últimas duas décadas, tendo grande espaço e poder tanto no governo petista quanto no tucano; e fez curvar diante de si até Lula, que tanto o criticou. O ex-presidente petista, por exemplo, mesmo tendo sido grande opositor e crítico de Sarney, quando alcançou a Presidência da República logo tratou de compor com o maranhense para conseguir apoio no Congresso Nacional. Conseguiu apoio de Sarney em seus anos de Presidência, deixou Sarney de herança para Dilma, mas com isso perdeu o respeito de muita gente que consideram o peemedebista uma das figuras mais nefastas da política brasileira.

Mas ao mesmo tempo que o prestígio de Sarney é amplo nos bastidores do Congresso Nacional e Palácio do Planalto, antagonicamente, ele sofre forte desgaste no Maranhão e Amapá. E esse é o motivo principal de sua não candidatura ao Senado.

Mas a não candidatura não representa uma saída dele da política. O cacique tem tentáculos em governos, ministérios e continuará com muito poder e voz de comendo no Maranhão, no Amapá e na parcela do governo federal que o coube com o loteamento que Dilma fez entre os partidos aliados.

Um homem poderoso como Sarney só saí da política ou morto ou para evitar um vexame eleitoral. E embora seu poderio perdure certamente até o fim dos seus dias, essa saída simboliza uma mudança na mentalidade de país, porque o grande temor de Sarney nas Eleições 2014 é um vexame eleitoral. Há 24 anos no cargo de Senador, ele enfrenta problemas de popularidade no Amapá e foi vaiado nesta segunda-feira passada, ao participar de evento em Macapá ao lado de Dilma. Também se inquieta pela falta de apoio no Estado.

O PMDB tem tentado o cacique voltar atrás, mas sabe que uma decisão como essa é embasada em muitas pesquisas de opinião pública e, se Sarney anunciou publicamente a aposentadoria, é porque não dá para mais para ele. Com certeza, ele sabe que não há qualquer hipótese de vitória, caso contrário, permaneceria na disputa e tentaria a todo custo, como sempre fez, manter a sua vaga por mais oito anos.

Daniele Barreto é advogada, consultora política, colunista e escreve no blog www.danielebarreto.com.br.

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19
junho
2014
Coluna “Política à Flor da Pele”: Convenções partidárias marcam início da disputa eleitoral na Bahia

Oi genteee, já está no ar a coluna “Política à Flor da Pele” de hoje.

Eleições 2014: Convenções partidárias marcam início da disputa na Bahia

Essa é uma semana decisiva no contorno das Eleições 2014.

Ontem pela manhã, ocorreu a convenção do Democratas de Paulo Souto – que é o candidato que reúne em torno de si a oposição baiana. No último sábado, Lídice sacramentou sua candidatura. E após os festejos juninos teremos a convenção que oficializará o nome de Rui Costa como candidato do governo.

Sem dúvida, a convenção petista será a mais concorrida, com a presença, segundo estão anunciando, da presidente Dilma e do ex-presidente Lula. Otimistas, os governistas estão aguardando tantas comitivas e mobilização que o evento será realizado no Parque de Exposições.

A convenção partidária é o ato que sacramenta as alianças para as eleições.

No sábado, Lídice teve consigo apenas o PSL e confirmou a chapa puro-sangue na qual concorrerá às eleições deste ano.

Paulo Souto está liderando as pesquisas de intenção de voto e conta com o apoio do PSDB (que sempre é um aliado fiel ao DEM na Bahia), com o PMDB (de Geddel Vieira Lima), com o Solidariedade (partido recém-criado e levado ao grupo pelo deputado federal Arthur Maia), com o PRB (de Márcio Marinho), o Partido Verde (da vice-prefeita de Salvador, Célia Sacramento)… No total, serão cerca de 15 legendas com Paulo Souto.

O PT tem consigo partido fortes como o PSD, o PP e o PDT, garantindo ao seu lado caciques como João Leão e Marcelo Nilo.

Se quantidade de partidos fosse critério de vitória nas eleições, Paulo Souto poderia ficar tranquilo porque conseguiu congregar a maior quantidade de partidos políticos numa chapa de oposição nos últimos tempos na Bahia. Mas vale lembrar que esse não é um critério razoável para avaliarmos a força política de uma chapa, porque nas eleições passadas, por exemplo, Geddel tinha a chapa com a maior quantidade de partidos e ficou em terceiro lugar nas eleições para governador da Bahia.

Uma coisa já podemos garantir: será uma eleição difícil, a mais difícil dos últimos anos. E os eleitores já parecem estar empolgados com essa disputa.

Daniele Barreto é advogada, consultora política credenciada pela Associação Brasileira de Consultores Políticos e escreve no blog www.danielebarreto.com.br.

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11
junho
2014
Coluna “Política à Flor da Pele”: Copa das Copas para quem?

Pessoal,

Já está no ar a coluna “Política à Flor da Pele” de hoje.

Copa das Copas para quem?

A Copa do Mundo começa amanhã. Será a vigésima edição do evento. O marketing oficial do governo tenta nos fazer acreditar que essa será Copa das Copas. Mas ela vai ser Copa das Copas pra quem?

Me parece que não será a Copa das Copas para os brasileiros, não. Uma pesquisa do IBOPE divulgada agora no início do mês mostra que o povo brasileiro não está empolgado com o Mundial, viu? Inclusive, os dados do Ibope revelam que conforme a Copa foi se aproximando, o envolvimento popular e o entusiasmo foram diminuindo. A falta de empolgação está presente em vários segmentos sociais, mas os menos empolgados são as mulheres, pessoas acima de 35 anos e pessoas que cursam faculdade. As regiões menos entusiasmadas com os jogos são o Sul e o Sudeste.

Não é pra menos, né?

Fica difícil se empolgar com o Mundial num país que está entre os piores índices de educação do mundo, num país em que a miséria abate o nordestino e as vítimas das enchentes em Roraima e no Tocantins. Num país em que milhares de moradores de rua são vítimas de uma limpeza social para que se possa maquiar as avenidas para receber os estrangeiros. Num país em que se mata mais no trânsito do que em guerras pelo mundo afora. Num país em que o crack destrói a juventude das grandes capitais e pequenas cidades do interior. Num país em que se mata em assaltos cada vez com maior crueldade e frieza. Num país onde o crime organizado elege seus deputados e têm bancada em Brasília, no Congresso Nacional.

Mas, tem muita gente feliz com a realização do evento, claro! E será a Copa das Copas para os empreiteiros responsáveis pela construção dos estádios, que custaram 42% acima do previsto inicialmente, e fizeram fortuna. Está sendo a Copa das Copas para os responsáveis por licitações superfaturadas do governo, que desviaram milhões de reais do dinheiro público. Será a Copa das Copas para políticos corruptos que indicaram empresas e funcionários para realização do evento. Será a Copa das Copas para os jogadores de futebol que estão vendo suas contas se multiplicarem com contratos de publicidade.

E por tudo isso, temos uma certeza: a Copa das Copas é o Mundial da maquiagem social, da mentira, da corrupção, do desvio de dinheiro público e do superfaturamento; conhecedor disso, o brasileiro não está vendo muito o que comemorar!

Daniele Barreto é advogada, consultora política credenciada pela Associação Brasileira de Consultores Políticos e escreve no blog www.danielebarreto.com.br.

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05
junho
2014
Coluna “Política à Flor da Pele”: Lei da Palmada é aprovada

Oiii gente,

Já leram a coluna “Política à Flor da Pele” de hoje? Vocês podem ler nos 30 jornais e sites parceiros ou abaixo.

Lei da Palmada é aprovada

Ontem à noite, o Senado Federal aprovou o Projeto conhecido como Lei da Palmada. Esse projeto, que tem dividido a opinião de parlamentares, pais e educadores, proíbe castigos físicos e prevê punição para agressões a crianças. O objetivo é evitar que crianças e adolescentes sofram maus tratos ou passem por situações humilhantes.

De um lado, estão os defensores do projeto, que alegam que a intenção não é penalizar os pais (nem controlar a forma que eles educam seus filhos) e sim encaminhá-los para a realização de cursos ou orientação psicológica.

Os contrários ao projeto argumentam que se trata de um texto muito subjetivo, que dá margem a ser interpretado contra os pais.

Olha, é importante que se atente que a cultura da não-violência tem que encontrar seu berço no núcleo familiar. Sem diálogo, compreensão e bons exemplos, produziremos uma sociedade cada vez mais individualista e que resolve seus conflitos através da violência, da agressividade.

Mas há também exageros legais que visam promover artistas, como Xuxa, e inundar os jornais com as fotos de parlamentares oportunistas que pegam “carona” na polêmica do momento para justificar sua estadia no Congresso Nacional, como o caso de Renan Calheiros que tem se promovido nessa discussão sobre o tema “família”, sendo que ele, como nós sabemos, é um dos menos gabaritados para opinar sobre o assunto.

O certo é que, entre o espancamento de crianças ou a humilhação degradante e aquela velha “palmadinha pedagógica”, há uma diferença muito grande. Ninguém em sã consciência é favorável a castigos físicos, mas transformar crianças em seres intocáveis verbalmente me parece um exagero com consequências tão deletérias para o futuro dessas crianças quanto o próprio castigo físico.

Daniele Barreto é advogada, consultora política credenciada pela Associação Brasileira de Consultores Políticos e escreve no blog www.danielebarreto.com.br.

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29
maio
2014
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje: Novo Código Comercial e o Agronegócio

Olá, amigos,

como toda quinta-feira, temos a publicação da nossa coluna “Política à Flor da Pele” em sites e jornais de todo o país.

Leia em um dos sites e jornais parceiros:

1. DF Agora (DF)

http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/1601/os–ir-responsaveis-de-santa-maria

2. Folha de São Simão (GO)

www.folhadesaosimao.net

3. Repórter MT (MT)

http://reportermt.com.br/ultimas_noticias/noticia/25636

4. Tudo Rondônia (RO)

http://www.tudorondonia.com.br/noticias/coluna-politica-a-flor-da-pele-,36691.shtml

5. Gazeta de Rondônia (RO)

http://www.gazetaderondonia.com.br/20130131115155/gerais/politica-a-flor-da-pele-por-daniele-barreto.html

6. Montanhas Capixabas (ES)

www.montanhascapixabas.com.br

7. Portal CDP (PI)

 
8. Cerrado Notícias (TO)
 
9. TV Jangada
 
10. Jornal do Paraná (PR)
 
11. A Boca do Povo (TO)
 
12. Folha do Norte de MS (MS)
 
13. A Notícia do Vale (BA)
 
14. Primeira Hora Notícias (MT)
 
15. Revista In Foco Magazine (BA)
 
16. Folha de Goiás Notícias (GO)
 
17. Portal Aqui Brasil (PR)
 
18. Site VG News (MT)
 
19. Portal Natal Press (RN)
 
20. Portal Inforside (RN)
 
21. Acajutiba News (BA)
 
22. Tribuna da Conquista (BA)
 
23. Jornalismo Livre (BA)
 
24. Portal Aqui Brasil (PR)
 
25. TV Exibir (PI)
 
26. SJV Notícias (BA)
 
27. Bahia Dia a Dia (BA)
 
28. Portal Alagoinhas News (BA)


28
maio
2014
Coluna “Política à Flor da Pele”: Pesquisas eleitorais na Bahia ainda significam pouco diante do cenário

Olá, amigos, a coluna “Política à Flor da Pele” de hoje já está no ar!

Pesquisas eleitorais na Bahia ainda significam pouco diante do cenário

Oficialmente, a campanha para as Eleições 2014 só começará em julho, por respeito à lei eleitoral. Mas a realidade é que os pré-candidatos a governador e senador da Bahia já colocaram o bloco na rua e estão rodando todo o estado fazendo uma pré-campanha acirrada, já cheia de acusações e que nos dá uma ideia do quanto as eleições desse ano vão ser empolgantes.

Para colocar ainda mais combustível nesse incêndio, foi divulgada ontem uma pesquisa do IBOPE que coloca Paulo Souto na liderança. Paulo é o escolhido pelos partidos de oposição para enfrentar o candidato do governo, Rui Costa.

Pela pesquisa, o ex-governador pontua com 42% da intenção de voto, Lídice da Mata aparece com 11% e Rui Costa (do PT) tem 9%. Vale lembrar, que a pesquisa ouviu apenas 1.008 entrevistados e que governistas têm lançado suspeitas sobre ela por se tratar de uma pesquisa encomendada por uma empresa da família de ACM Neto (cujo candidato é justamente Paulo Souto).

Embora anime eleitores e políticos da oposição, a pesquisa mostra apenas um cenário ainda muito distante do que se pode esperar na campanha. Primeiro por que não se iniciou ainda a propaganda eleitoral, quando tudo poderá mudar – especialmente com a exploração da imagem de Lula e Dilma, pelo PT.

Além disso, a pesquisa foi realizada num período muito próximo à veiculação de propagandas políticas massivas nas quais muito apareceu Paulo Souto, ACM Neto e Geddel. E essa é uma estratégia muito utilizada na política: rodar pesquisas nos dias em que o político aparece na TV (ou logo em seguida), o que faz com que sempre o resultado se amplie alguns percentuais em favor daquele que apareceu na tela.

Mas há também uma curiosidade do ponto de vista da estatística: em algumas eleições anteriores, quem pontuou bem nas pesquisas iniciais, acabou perdendo as eleições.

Por exemplo, em junho de 2006, Paulo Souto tinha 51% e Jaques Wagner 13%. Deu Wagner.

Em agosto de 2008, ACM Neto pontuava 29% para prefeito de Salvador, Imbassahy 27%, João Henrique 15% e Pinheiro 6%. Passaram para o segundo turno João Henrique e Pinheiro.

Em junho de 2012, Serra tinha 31% e Haddad 3%. Haddad é o prefeito.

Pelo clima que começa a surgir, a oposição realmente está numa situação mais favorável, não pelos méritos do seu candidato, mas por uma onda “anti-PT” que se amplia pelo Estado. Mas também é precipitada qualquer empolgação por parte da oposição porque o juiz nem apitou ainda o início do jogo.

Daniele Barreto é advogada, consultora política credenciada pela Associação Brasileira de Consultores Políticos e escreve no blog www.danielebarreto.com.br.

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25
maio
2014
Ronaldo ganha muito dinheiro com a Copa, mas se diz envergonhado com o atraso nas obras

Oi, gente, bom dia.

O jogador Ronaldo é um fenômeno de hipocrisia!

A sua declaração de que está “envergonhado” com os problemas para o Brasil finalizar as obras da Copa não é nada mais nada menos do que “gerenciamento de imagem”, marketing da agência que cuida do seu nome e seus contratos publicitários. E soltaram essa declaração dele por vários motivos…

1. Primeiro por que repercutiu muito mal suas colocações anteriores de que não se faz Copa com escolas e saúde. Declarações estas que ganharam o mundo na última semana exploradas por celebridades como Paulo Coelho.

2. E mais: vendo que a Fifa e grandes veículos de comunicação internacionais estão criticando as obras, ele tratou logo de tirar o corpo fora da responsabilidade (pois é do comitê organizador) e dar essa notinha estratégica mostrando a suposta “vergonha”.

3. E tem mais… Pode ser que a Copa seja uma lástima nos quesitos estrutura dos estádios, mobilidade urbana e organização… a equipe de marketing do dentuço já se antecipou a “tirar o dele da reta” pra que não se queime internacionalmente.

4. E não para por aí… Um cara como Ronaldo, que vive de milionários contratos publicitários, não pode arriscar ter sua imagem comprometida por maus percalços do Mundial (Mundial esse que ele apoia, faz parte, fez lobby, articulou, organiza, tem empresas envolvidas). Agora, seus agentes vão tentar desvincular um pouco o seu nome para que o seu filme não seja queimado e isso não impacte em seus contratos para propagandas futuramente (depois da Copa, período em que, inevitavelmente, muitos escândalos eclodirão).

Vale lembrar que Ronaldo é um dos caras que MAIS ESTÁ GANHANDO DINHEIRO com a Copa, e pra não ter isso exposto e sua imagem arranhada – já que a roubalheira está grande em torno do mundial – ele já está se antecipando a criticar o evento temendo desgastes maiores. Ronaldo além de integrar o Comitê, tem uma gigantesca empresa de marketing esportivo que é agenciadora de diversos jogadores (o que deveria ser proibido por conflito de interesses) é ligadíssimo (tipo “unha, carne e negócios juntos”) ao Andreas ex-presidente do Corinthians que também é unha e carne (e negó… deixa pra lá) com Lula, tendo juntos articulado, por exemplo, a construção do estádio do time, além de relação (amissíssimo dos donos) com empresas de eventos e construtoras ligadas ao mundial.

Resumindo: não vem com estrategiazinha de gerenciamento de imagem que, com a gente, esse “mimimi” não cola, Ronaldo. Ficou feio! Ficou pior do que já estava!

~ Em tempo: existem motivos para estarmos envergonhados, siiiim… mas Ronaldo não tem esse direito. Quem pode ficar envergonhado somos nós, que efetivamente temos vergonha na cara, lutamos por um país mais justo, não aceitamos a corrupção que inunda esse Mundial e não lucramos bilhões com o evento. Resumindo: eu tenho vergonha das obras E DE RONALDO.


08
maio
2014
Comentário político: violência, impunidade e justiça com as próprias mãos (rádio 93FM)

Boa tarde, compartilho com vocês o comentário político que fiz no programa Opinião da rádio 93FM www.93fmbahia.com. Ontem, falei sobre o aumento da violência no país, da impunidade e atuação do Poder Judiciário, e da crescente onda de “justiça com as próprias mãos” que têm ganhado força e causado tragédias no Brasil.

Ouçam:

Violência, Impunidade e Justiça com as próprias mãos


05
maio
2014
Comentário Político: queda de Dilma nas pesquisas e a campanha “Volta, Lula”
Bom dia, pessoal.
 
Despencando nas pesquisas de intenção de voto e de aprovação da sua gestão, Dilma vê aliados levantarem contra sua candidatura e bradarem: “Volta, Lula”. Narcisista, o ex-presidente se envaidece, ainda que isso custe um preço caro para a própria chapa petista.
 
Ouça o comentário completo que fiz essa semana sobre o assunto:
 
 
 
Abraço e ótima semana a todos.


24
abril
2014
Marco Civil da Internet abre porta para controle de conteúdo

Olá, amigos, ontem a presidente Dilma sancionou (e comemorou) o Marco Civil da Internet.

Segue minha opinião sobre o assunto:

Marco Civil da Internet abre porta para controle de conteúdo

Ontem, a presidente Dilma sancionou o “Marco Civil da Internet” (projeto de lei nº 21626/11), uma espécie de “constituição” sobre o tema.

Esse projeto, de iniciativa do Poder Executivo, vinha sendo tratado como prioridade pela presidente e pelo PT. O texto passou nas duas Casas – Câmara e Senado – e, excetuando-se o uso político que alguns partidos deram para barganhar em troca da aprovação, não gerou grandes divergências entre os parlamentares. O objetivo – o objetivo “declarado”, diga-se – é trazer regras em relação aos direitos e proibições no uso da internet.

A questão, debatida no Brasil desde 2009, emperrou em alguns pontos mais polêmicos, como a neutralidade da rede, o armazenamento de dados no Brasil e a questão da responsabilidade dos provedores sobre conteúdos produzidos por terceiros.

Com a neutralidade da rede se proíbe que os provedores de internet vendam planos diferenciados de tráfego de dados ou que selecionem o conteúdo a ser acessado; por exemplo: vendam planos só com acesso a redes sociais ou a e-mail, ou para baixar músicas. Caso pudessem segmentar o conteúdo, as empresas poderiam vender pacotes de assinatura de internet, inclusive para celular, limitando o acesso a alguns sites, como redes sociais. Isso encareceria o preço para ter acesso às redes sociais pelo celular.

Dilma queria carta branca para regulamentar a neutralidade da rede por decreto presidencial, inclusive para legislar sobre as exceções, o que seria um perigo pois a tal norma não passa pelo Congresso Nacional e valeria mesmo sem consulta a qualquer órgão especializado. Na redação final do projeto, ficou determinado que, para regulamentar o tema, a Presidência deverá ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI).

A presidente também queria o armazenamento de dados no Brasil, usando como argumento as recentes denúncias sobre espionagem pelos Estados Unidos. Tais denúncias vêm sendo levantadas como “desculpa” para um controle que há muito o partido tenta. Não há que se duvidar que, com os dados armazenados em dada centers no Brasil, seria muito mais fácil ao governo adotar medidas de acesso às informações. Mas teve que ceder nesse tema também, caso contrário o PMDB não votaria favoravelmente e o projeto por certo não passaria na Casa.

Embora tenha voltado atrás em duas questões amplamente defendidas pela bancada petista, mesmo assim, o governo saiu vitorioso e abriu uma porta para controle estatal do conteúdo.

E não é difícil perceber isso. Se a intenção do governo fosse apenas implementar melhorias técnicas, não precisava dessa lei. Bastava fazer a Agência Reguladora – já existente – trabalhar impondo sanções às empresas que oferecem um serviço de péssima qualidade e extremamente lento no Brasil.

A intenção é interferir no conteúdo, no que o cidadão acessa.

Os defensores do projeto dizem que essa lei vai assegurar a liberdade. Mas a gente já tem liberdade. Hoje você acessa o site que você quiser, escreve o que quiser, opina, se manifesta nas redes sociais livremente. Ademais, o arcabouço jurídico que possuímos, a começar pela própria Constituição da República, já assegura liberdade de expressão e manifestação. Em caso de excesso e crimes, bastaria acionar a Justiça invocando regras como o Código Penal e Código Civil, que já dispõem sobre a proteção penal e civil daqueles que venham a sofrer danos morais e materiais. Então, para que mexer nisso, com tantos problemas maiores no país a se resolver?

Agora, o que não podemos deixar de perceber é que o projeto é uma iniciativa de um governo que não gosta de ser criticado, que reage muito mal às observações negativas feitas pelos meios de comunicação e cidadãos livres, e que hoje a internet é o principal meio de divulgação para quem se opõe a ele; isso por que a maioria das demais mídias (rádio, TV) vive de publicidade oficial e se curva a elogiar o governo para não perder sua principal fonte de recursos. Nesse cenário, não é difícil perceber que a internet se torna um “problema” para quem tem planos de se perpetuar indefinidamente no poder.

Com a chancela do Congresso, o governo acaba de abrir uma porta para controlar o conteúdo na internet, onde a liberdade nos países democráticos é absolutamente ampla e irrestrita.

Percebemos alguns defensores do projeto afirmarem que o Brasil é pioneiro, que saiu na frente com uma legislação que traça regras para o tema. Olha, se nenhum outro país que preze pela democracia tem apresentado projetos dessa natureza, para mim, a aprovação do “Marco Civil” ontem é motivo de preocupação e não comemoração.

(Observação para quem acompanha o blog: amanhã tem post novo, onde analiso o discurso de Dilma no momento em que sancionou a lei)


21
abril
2014
Comentário político sobre a greve da Polícia Militar da Bahia, no Youtube
Bom dia, pessoal.
 
Vítimas da incapacidade de negociar do governo da Bahia e do uso político por parte da oposição, passamos dias de cárcere esperando uma definição quanto à greve da Polícia Militar – num estado que, em tempos de calmaria, já ostenta alguns dos maiores índices de violência do mundo.
 
Ouça o comentário completo que fiz essa semana sobre a Greve da Polícia Militar na Bahia:
 
 
Abraço e ótimo feriado a todos.


27
março
2014
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje: Marco Civil da Internet

Olá, amigos,

como toda quinta-feira, temos a publicação da nossa coluna “Política à Flor da Pele” em sites e jornais de todo o país.

Abaixo, o artigo de hoje. Não deixem de opinar sobre o “Marco Civil da Internet” aqui no blog e nas redes sociais. Quero saber a opinião de vocês para avançarmos juntos nesse debate.

Ah, leia aqui a íntegra do texto final aprovado.

 Marco Civil da Internet abre porta para controle de conteúdo

Na última terça-feira, os deputados federais aprovaram o projeto de lei projeto 21626/11 conhecido como o “marco civil da internet”, uma espécie de “constituição” sobre o tema. Esse projeto, de iniciativa do Poder Executivo, vem sendo tratado como prioridade pela presidente Dilma e o PT. O texto agora vai agora para votação no Senado e depois para sanção da presidente. O objetivo é trazer regras em relação aos direitos e proibições no uso da internet.

A questão, debatida no Brasil desde 2009, emperrou em alguns pontos mais polêmicos, como a neutralidade da rede, o armazenamento de dados no Brasil e a questão da responsabilidade dos provedores sobre conteúdos produzidos por terceiros. Com a neutralidade da rede se proíbe que os provedores de internet vendam planos diferenciados de tráfego de dados ou que selecionem o conteúdo a ser acessado; por exemplo: vendam planos só com acesso a redes sociais ou a e-mail, ou para baixar músicas. Caso pudessem segmentar o conteúdo, as empresas poderiam vender pacotes de assinatura de internet, inclusive para celular, limitando o acesso a alguns sites, como redes sociais. Isso encareceria o preço para ter acesso às redes sociais pelo celular.

Dilma queria carta branca para regulamentar a neutralidade da rede por decreto presidencial, inclusive para legislar sobre as exceções, o que seria um perigo pois a tal norma não passa pelo Congresso Nacional e valeria mesmo sem consulta a qualquer órgão especializado. Na redação final do projeto, ficou determinado que, para regulamentar o tema, a Presidência deverá ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI).

A presidente também queria o armazenamento de dados no Brasil, usando como argumento as recentes denúncias sobre espionagem pelos Estados Unidos. Tais denúncias vêm sendo levantadas como “desculpa” para um controle que há muito o partido tenta. Não há que se duvidar que, com os dados armazenados em dada centers no Brasil, seria muito mais fácil ao governo adotar medidas de acesso às informações. Mas teve que ceder nesse tema também, caso contrário o PMDB não votaria favoravelmente e o projeto por certo não passaria na Casa.

Embora tenha voltado atrás em duas questões amplamente defendidas pela bancada petista, mesmo assim, o governo saiu vitorioso e abriu uma porta para controle estatal do conteúdo.

E não é difícil perceber isso. Se a intenção do governo fosse apenas implementar melhorias técnicas, não precisava dessa lei. Bastava fazer a Agência Reguladora – já existente – trabalhar impondo sanções às empresas que oferecem um serviço de péssima qualidade e extremamente lento no Brasil.

A intenção é interferir no conteúdo, no que o cidadão acessa.

Os defensores do projeto, dizem que essa lei vai assegurar a liberdade. Mas a gente já tem liberdade. Hoje você acessa o site que você quiser, escreve o que quiser, opina, se manifesta nas redes sociais livremente. Ademais, o arcabouço jurídico que possuímos, a começar pela própria Constituição da República, já assegura liberdade de expressão e manifestação. Em caso de excesso e crimes, bastaria acionar a Justiça invocando regras como o Código Penal e Código Civil, que já dispõem sobre a proteção penal e civil daqueles que venham a sofrer danos morais e materiais. Então, para que mexer nisso, com tantos problemas maiores no país a se resolver?

Agora, o que não podemos deixar de perceber é que o projeto é uma iniciativa de um governo que não gosta de ser criticado, que reage muito mal às observações negativas feitas pelos meios de comunicação e cidadãos livres, e que hoje a internet é o principal meio de divulgação para quem se opõe a ele; isso por que a maioria das demais mídias (rádio, TV) vive de publicidade oficial e se curva a elogiar o governo para não perder sua principal fonte de recursos. Nesse cenário, não é difícil perceber que a internet se torna um “problema” para quem tem planos de se perpetuar indefinidamente no poder.

Com a chancela da Câmara dos Deputados, onde tem maioria, o governo acaba de abrir uma porta para controlar o conteúdo na internet, onde a liberdade nos países democráticos é absolutamente ampla e irrestrita. 

Na terça-feira, após a aprovação, percebemos alguns defensores do projeto afirmarem que o Brasil será pioneiro, que sai na frente com uma legislação que  traça regras para o tema. Olha, se nenhum outro país que preze pela democracia tem apresentado projetos dessa natureza, para mim, a aprovação do “Marco Civil” ontem é motivo de preocupação e não comemoração.

Daniele Barreto é advogada, consultora política, blogger e colunista. Escreve na página www.danielebarreto.com.br


08
março
2014
Artigo publicado no portal Bahia Notícias: “O grave ressentimento do fim dos pelourinhos”

Olá, amigos,

divido com vocês a alegria ter um artigo publicado no conceituado portal Bahia Notícias.

Leia no link (http://www.bahianoticias.com.br/artigo/618-o-grave-ressentimento-do-fim-dos-pelourinhos.html) ou abaixo:

O grave ressentimento do fim dos pelourinhos

por Daniele Barreto

Na última semana, ao acessar portais de notícias para informar-se sobre as novas da política ou inteirar-se da folia momesca, o internauta mais atento percebeu que há quem se ressinta do fim dos “pelourinhos”. E quem se ressente é um gestor público ocupante de um dos mais importantes cargos na terceira maior capital do país.

O secretário municipal da Fazenda, Mauro Ricardo, durante entrevista a uma rádio, afirmou – ao ser questionado sobre a demora na cobrança de que está devendo IPTU – que: “Antigamente se botavam as pessoas no pelourinho para poder pagar as suas dívidas. Infelizmente hoje não é mais assim. Hoje é a Justiça. É a Justiça quem define e o prazo; o prazo é estabelecido pela Justiça.”

A parte se tratar de uma frase debochada, infame, sarcástica, merecedora de todo repúdio possível e de extremo mal gosto, o secretário demonstra – no mínimo – desconhecimento da história da terra que o acolheu como gestor e falta do – tão necessário a quem pleiteia a cadeira na qual se encontra sentado – bom senso. (leia mais…)


02
março
2014
Goles de modernidade: artigo sobre o Carnaval de Salvador e a polêmica das cervejas

Boa tarde, minha gente! Como estão os dias de folia momesca?

Olha, essa “polêmica das cervejas” está dando o que falar no carnaval de Salvador: é gente inconformada de ter que tomar cerveja da marca que não gosta, é ambulante tendo mercadoria apreendida, é político da oposição criticando… tá uma confusão só.

O certo é que, de tudo que li, o artigo que aborda o tema com mais lucidez é o do Rodrigo Rara, publicado ontem no portal Teia de Notícias e que eu reproduzo hoje no blog e na coluna.

Lê, genteee:

“Goles de modernidade”

O debate não é sobre a qualidade do malte ou a concentração de álcool na cerveja, é sobre os limites entre a liberdade individual e o investimento privado em festas populares de rua de Salvador. Ainda assim, o assunto é típico de mesa de bar.

Aos que não foram avisados, a Prefeitura de Salvador – através de sua Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Cultura gerida pelo atuante Guilherme Bellintani – vem coordenando um ambicioso programa de captação de investimentos privados para eventos de grande porte na cidade. Coloca-se tal política como necessária para a reinserção de Salvador na rota do turismo nacional e internacional e para a criação de um cronograma de eventos de qualidade na cidade.

Defende-se que a iniciativa privada é fundamental na viabilização de grandes manifestações culturais e sociais de Salvador, como o Carnaval e o Réveillon e que a Prefeitura não possui, à disposição, vultosos recursos para eventos deste porte.

Em 2012, na “gestão” de João Henrique, há dois dias da sua última festa de Ano Novo ainda não tínhamos a certeza da tradicional queima de fogos, justamente pela falta de verbas públicas para o Réveillon, por sua vez limitadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal; não havia na época qualquer vontade política para viabilizar a parceria com a iniciativa privada. A cidade literalmente pagou.

Mas afinal, o que as grandes marcas ganham para investirem em festas de rua?

Além das cotas de publicidade, as empresas – neste caso, leia-se cervejarias – ganharam um enorme incentivo para patrocinar os eventos de Salvador: as zonas de exclusividade comercial, que preveem monopólio sobre a venda de cerveja no percurso que engloba a festa. Desta forma, seriam cadastrados um número limitado de vendedores ambulantes, regiamente identificados por padrão da própria empresa patrocinadora e fiscalizados pela Prefeitura de Salvador.

Assim ocorreu no Réveillon 2014, o maior e mais badalado da história da cidade; assim ocorreu na Festa de Iemanjá, onde pela primeira vez os pescadores não precisaram desembolsar alguns milhares de réis pelo combustível dos barcos, pelos seus balaios entre outros gastos.

Podem perguntar: mas e o direito do consumidor em escolher sua cerveja? E o direito dos ambulantes não cadastrados de vender seus produtos? E a minha pele que empola quando eu bebo Schin? Indagações legítimas das quais, algumas, eu compartilho, ainda que a recordar São Tomás de Aquino, eu tenha escolhido o mal menor.

No início do ano passado, já sob gestão de ACM Neto, o Carnaval custou aos cofres públicos aproximadamente 19 milhões de reais – em cenário de reorganização financeira e ajuste de gastos, a necessidade de preservar o principal evento turístico da cidade que movimenta cerca de 1 bilhão de reais e que atrai milhares de turistas falou mais alto.

Em 2014, o contexto é outro: a Prefeitura, já saneada, captou – através da política supracitada – 45 milhões em recursos de patrocinadores (não só das cervejarias, claro) para o Carnaval, que investiram outros 10 milhões em diversos (e esquecidos) projetos culturais da cidade. Em outra perspectiva serão 55 milhões poupados de áreas prioritárias como Saúde e Educação, a serem investidos pelas patrocinadoras.

Diante desse cenário, a Schin, ainda que morna, começa a ficar saborosa.

Podemos tirar outro raciocínio dessa discussão: se antes todos os soteropolitanos – através de seus impostos – arcavam com a festa, hoje somente aqueles que ganham dinheiro e usufruem dela entrarão na divisão de custos. Ou seja, a sua avó que não pula Carnaval desde a década de 70, sua tia evangélica e seu primo que viaja todo ano ficarão finalmente isentos. Sou amante do Carnaval, mas não deixo de insistir: quem deve pagar por ele, é quem dele lucra e participa. Nada mais ético.

Vejo muito romantismo no debate sobre patrocínio de grandes empresas à manifestações culturais. Mais do que isso, um irracional preconceito à iniciativa privada e uma confusão entre valores culturais que se mantêm vivos há séculos na essência cultural da Bahia e aspectos estéticos e estruturais que são constantemente modificados na sociedade.

Portanto, a parceria com a iniciativa privada, neste caso, é salutar para a Administração estatal, economiza recursos públicos e moraliza o gasto com festas populares. Me parece o caso concreto daquilo que chamam de “caminho inexorável da Modernidade”.

Dito tudo isso, concordo que a discussão é complexa, possui argumentos contrários convincentes e mexe com a secular cultura de liberdade dos baianos; definitivamente não é o tipo de assunto que pode ser respondido com um simples “porque sim”.

Rodrigo Rara é militante político, estudante de Direito pela UFBA e escreve no www.rodrigorara.com.br

(o artigo também foi publicado na coluna “Política à Flor da Pele”)


27
fevereiro
2014
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje está no ar

Olá, amigos,

a coluna “Política à Flor da Pele” desta semana já está no ar:

Leia aqui:

* O grave ressentimento do fim dos pelourinhos
Artigo publicado no portal Brasil 247: Secretário Municipal se ressente do fim dos “pelourinhos”

 
Ou leia em um dos sites e jornais parceiros:

1. DF Agora (DF)

http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/1601/os–ir-responsaveis-de-santa-maria

2. Folha de São Simão (GO)

www.folhadesaosimao.net

3. Repórter MT (MT)

http://reportermt.com.br/ultimas_noticias/noticia/25636

4. Tudo Rondônia (RO)

http://www.tudorondonia.com.br/noticias/coluna-politica-a-flor-da-pele-,36691.shtml

5. Gazeta de Rondônia (RO)

http://www.gazetaderondonia.com.br/20130131115155/gerais/politica-a-flor-da-pele-por-daniele-barreto.html

6. Montanhas Capixabas (ES)

www.montanhascapixabas.com.br

7. Portal CDP (PI)

 
8. Cerrado Notícias (TO)
 
9. TV Jangada
 
10. Jornal do Paraná (PR)
 
11. A Boca do Povo (TO)
 
12. Folha do Norte de MS (MS)
 
13. A Notícia do Vale (BA)
 
14. Primeira Hora Notícias (MT)
 
15. Revista In Foco Magazine (BA)
 
16. Folha de Goiás Notícias (GO)
 
17. Portal Aqui Brasil (PR)
 
18. Site VG News (MT)
 
19. Portal Natal Press (RN)
 
20. Portal Inforside (RN)
 
21. Acajutiba News (BA)
 
22. Tribuna da Conquista (BA)
 
23. Jornalismo Livre (BA)
 
24. Portal Aqui Brasil (PR)
 
25. TV Exibir (PI)
 
26. SJV Notícias (BA)
 
27. Bahia Dia a Dia (BA)
 
28. Portal Alagoinhas News (BA)


25
fevereiro
2014
Artigo publicado no portal Brasil 247: Secretário Municipal se ressente do fim dos “pelourinhos”

Bom dia, amigos,

Passei uns dias viajando, desligada do mundo, não por vontade, mas pela péssima conexão da TIM no local onde eu estava. Ontem, ao acessar alguns sites para saber as novas da política nessa semana de folia momesca, tomei um susto: há quem se ressinta pelo fim dos pelourinhos.

E quem se ressente é um gestor público ocupante de um dos mais importantes cargos na terceira maior capital do país.

Não escrevi sobre o assunto de imediato por acreditar que a minha inicial indignação ao ler a declaração do indivíduo não seria boa companheira das letras. Esperei-a passar.

Não passou! …
Hoje escrevi um artigo sobre o assunto que foi publicado no portal Brasil 247/Bahia.

Leia no link http://www.brasil247.com/ ou abaixo:

O grave ressentimento do fim dos pelourinhos

Na última semana, ao acessar portais de notícias para informar-se sobre as novas da política ou inteirar-se da folia momesca, o internauta mais atento percebeu que há quem se ressinta do fim dos “pelourinhos”. E quem se ressente é um gestor público ocupante de um dos mais importantes cargos na terceira maior capital do país.

O secretário municipal da Fazenda, Mauro Ricardo, durante entrevista a uma rádio, afirmou – ao ser questionado sobre a demora na cobrança de que está devendo IPTU – que: “Antigamente se botavam as pessoas no pelourinho para poder pagar as suas dívidas. Infelizmente hoje não é mais assim. Hoje é a Justiça. É a Justiça quem define e o prazo; o prazo é estabelecido pela Justiça.”

A parte se tratar de uma frase debochada, infame, sarcástica, merecedora de todo repúdio possível e de extremo mal gosto, o secretário demonstra, no mínimo, desconhecimento da história da terra que o acolheu como gestor e falta do – tão necessário a quem pleiteia a cadeira na qual se encontra sentado – bom senso.

Primeiro: não, secretário, não eram simplesmente açoitados “devedores” no pelourinho. Tampouco os de “IPTU”. Não pretendo – nem vou – dar aula de história a quem já se tem por certo ser escolarizado (e muitíssimo bem, caso contrário não teria ocupado os cargos de: auditor fiscal da Receita Federal, Secretário Municipal de Finanças na gestão do prefeito José Serra, Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, secretário da Fazenda no governo Kassab, Presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais, Presidente da Fundação Nacional de Saúde), mas vale avisar ao gestor que eram martirizados homens e mulheres negros, vítimas de todo tipo de barbárie física e psicológica, submetido a sevícias sexuais de toda ordem e chicoteados até a morte. Motivo? Certamente não eram as suas “dívidas do IPTU”, mas o “bel prazer” de gente poderosa (quem sabe até de muitos “fazedores de justiça” que não aceitariam, se submetidos na época, obedecer aos ditames das leis e aos prazos).

É absolutamente chocante que alguém declare “ressentimento” pelo não uso de tais práticas nos dias de hoje. E eu não estou exagerando, nem deturpando o que foi dito pelo gestor. Não! Caso ele afirmasse o uso da prática, eu poderia não concluir tal ressentimento. Mas ao utilizar a expressão “infelizmente” ele demostra claramente “ressentimento” pelo desuso do tronco e do chicote.

Sim, por que se alguém diz que “infelizmente” não pode amarrar um ser humano no tronco e açoitar – seja lá por que motivo – como se inanimado fosse, está, por óbvio, assumindo sua insatisfação com a extinção da prática. Não há outra interpretação. Ou há outro significado para “infelizmente” que eu desconheço?

Vejam só…

Que na Bahia existem ainda hoje muitos coronéis, sabe-se.

Que muitos deles sobrevivem mandando e desmandando na política baiana, sabe-se.

Que ainda há muitos nutrindo uma relação de “escravo X senhor” com seus funcionários em suas casas, fazendas, gabinetes etc, sabe-se.

Que muitos deles circundam o Secretário citado e frequentam os mesmos corredores que ele, sabe-se.

Mas o que não sabíamos é o desconhecimento de história, o ímpeto sarcástico e a falta de trato de alguém com tão vasto currículo e habilidade/proximidade com o poder…

O secretário já enviou nota à imprensa alegando que seu comentário não teve cunho racista ou preconceituoso e que se tratou de um erro. É o que se esperava dele, é o de praxe: nota na imprensa, gerenciamento de crise de imagem e, nos próximos dias, algumas ações que nos façam esquecer o “mal entendido”. Isso é o óbvio quando um gestor comete um equívoco desta natureza e grandeza.

Mas uma “nota-de-praxe” não minimiza nem retira o caráter preconceituoso e debochado da afirmação proferida ao vivo. Não dá para apagar com uma “nota” o desrespeito dito em bom som. Não dá pra aceitar “gerenciamento de crise de imagem” quando o que se está questionando é uma postura inadequada de um gestor pago mensalmente com nossos impostos para tratar, com o mínimo de seriedade e respeito exigíveis, as questões públicas.

O fato é que é absolutamente intolerável que qualquer pessoa deboche da escravidão e dos hediondos castigos corporais que mutilaram aos milhares e levaram muitos à morte. Em se tratando de um gestor qualificado e a frente de uma pasta com tamanha responsabilidade, a afirmação e qualquer levante de defesa ou tolerância são ainda mais chocantes.

Ah, e como se não bastasse o desrespeito ao povo baiano (não só ao negro, mas a todo e qualquer baiano que tenha o mínimo de decência diante da história), ele também – com sua frase agora posta como “simples erro” – joga a população contra a Justiça, como se nela residisse todo o mal pela não cobrança aos inadimplentes. Como se em prazos e trâmites jurídicos residisse o não recebimento dos valores devidos pelos cidadãos que não honram com a obrigação de pagar o IPTU.

Eu já fui Procuradora Geral de um município, Alagoinhas – é certo que não com a dimensão e os problemas de Salvador -, mas sei que a questão da cobrança de inadimplentes não é bem como o Secretário afirmou. Há alternativas viáveis – jurídicas e administrativas – para cobranças mais adequadas do que informou ironicamente o carioca.

Mas é óbvio que esse não é o caminho mais rápido para encher os cofres de uma prefeitura de dinheiro. Dá resultados muito mais rapidamente aumentar a alíquota de IPTU sem critérios – apertando o cinto do bom pagador – e jogar a culpa na impossibilidade de chicotear e na ausência de uma Justiça célere – pra, no fundo, no fundo, justificar ineficiência estatal e pôr a “culpa” em outro Poder, nesse caso o Judiciário (ou mesmo passar a mão na cabeça do mal pagador, que, me regra não é o pobre, mas grandes empresários que contratam advogados tributaristas caros para se esquivar de seus obrigações).

Deixo, como cidadã e pagadora de impostos (sem um único dia de atraso), uma sugestão ao Secretário recém-desembarcado em terras baianas: mais seriedade no trato com a história e com o bolso do soteropolitano.


20
fevereiro
2014
Coluna “Política à Flor da Pele” de hoje: Os 05 passos para fiscalizar a cota parlamentar dos deputados federais

Olá, amigos,

a coluna “Política à Flor da Pele” desta semana já está no ar:

Leia aqui:

Os 05 passos para fiscalizar a cota parlamentar dos deputados federais

O texto é de hoje é um tutorial explicando como fiscalizar a cota parlamentar dos deputados federais.

A ideia surgiu da seguinte forma: eu JÁ faço isso há anos. Sempre que tenho um tempinho, corro para o site da Câmara dos Deputados e fuço como está sendo gasta a verba de gabinete e cota parlamentar de alguns deputados federais. No início, não é fácil fiscalizar os deputados pelo site (ninguém acha que políticos facilitariam nosso trabalho com uma página simples, né? #sonho), então tive que acessar muitas vezes, gastar horas e horas para conseguir descobrir direito quais informações conseguiria através da página… Com o tempo, fui pegando a “manha” e hoje já entro rapidinho e consigo levantar as informações que quero/preciso.

Por sempre fazer isso, já tinha MUITAAA vontade de dividir com vocês os “macetes” de como conseguir fazer a fiscalização. Então, pesquisei e vi que simplesmente NÃO existe um foto tutorial na história da internet brasileira que ajude os cidadãos que querem realizar a fiscalização. EURECA! rsrs Logo corri aqui para o blog para fazer um post nesse formato para ajudar cada um de vocês a fiscalizar seu deputado (caso ele tenha sido eleito) ou qualquer outro.

Vale chamar atenção: se o deputado que você votou na última eleição ganhou, aproveite para dar uma checada no que ele andou fazendo nesses anos todos com a verba de gabinete dele. Mas, lembre-se que, tendo ele sido eleito ou não, você terá que votar no próximo outubro e é bom que, desde já, comece a buscar informações sobre seu candidato a deputado federal. Se você pretende votar em alguém que JÁ TEM MANDATO, fuçar a verba de gabinete e/ou cota parlamentar dele é uma boa forma de adquirir algumas informações, tá certo?

Esse é um post inicial para avaliarmos como estão gastando a cota para exercício da atividade parlamentar.

Na próxima semana, vou escrever post sobre o que é e como gastam a verba de gabinete. (lembrando que esses dois valores não são tudo que os deputados recebem, há outros tantos benefícios – vamos falar sobre todos, suas diferenças e no que podem ser aplicados.) (leia mais…)


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03
fevereiro
2014
“De olho nas eleições 2014”: Lula é o novo “síndico” das redes sociais

Bom dia, gente!!! Vamos começar a semana falando de política? Obaaaa!!!!!! rsrs

Na última sexta-feira, lancei aqui no blog o “De Olho Nas Eleições 2014”, um espaço para debatermos o cenário político nacional (e de alguns estados também) e trocarmos informações e opiniões sobre o pleito que se avizinha. Ao contrário de outras séries do blog que têm periodicidade definida, o “De Olho Nas Eleições 2014” não terá dia da semana para ir ao ar. Será assim: a medida em que assuntos relevantes forem surgindo, vamos debatendo por aqui (não deixem de enviar suas sugestões para: contato@danielebarreto.com.br :-) ).

Hoje vamos falar um pouquinho do personagem-mor das eleições brasileiras desde que… eu nasci: Lula.

Na quinta-feira passada, o ex-quase-atual-Presidente Lula lançou um vídeo – postado em sua página no Facebook e Youtube – tratando da importância da internet na educação política. Nele, convoca a militância petista a agir e divulgar ainda mais a ideologia e os candidatos do partido… rumo às urnas.

Antes de discutimos o conteúdo, sugiro que você que não assistiu, assista o vídeo (é curtinho, são só 6 minutos, embora isso seja quase torturante pra quem não gosta dele hahaha): Lula fala sobre internet e redes sociais

Importância da internet na educação política

A ideia geral do vídeo é enfatizar a importância da internet na educação política. De cara, já concordo com o Chefe, até porque, como se sabe bem por aqui, desde que criei minhas redes sociais (Twitter em 2010, Youtube em 2011 e Facebook em 2010) e o blog (em 2012) que não faço outra coisa senão chamar atenção diariamente para a importância da educação política através das novas ferramentas que nos estão disponíveis. E, desde então, as redes sociais e a blogosfera são usadas por nós para os mais intensos debates.

Ao usar sua habilidade retórica e influência para conclamar os militantes e simpatizantes petistas a usar a rede como forma de fazer política, Lula:

1º – não trás nada novo (gente, no texto do ex – excelente, assuma-se – não há nenhuma invenção da roda; aliás, o próprio Lula já tinha gravado outros vídeos sobre a importância da internet na política);

2º – deixa uma mensagem para todos, não só os petistas, da necessidade de agirmos de forma responsável na web e utilizarmos as ferramentas possíveis para divulgar nossas opiniões e posicionamentos políticos.

Quanto a isso, acredito que há unanimidade, né?

Mas vamos às questões mais polêmicas.

Marketing Político do PT sempre na dianteira

Olha, já falei disso outras vezes e volto a afirmar: ninguém nesse país faz marketing político como Lula. É um gênio. Por óbvio que há por trás pensadores, filósofos (como Marilena Chauí, André Singer e tantos outros da USP) e marketeiros de primeira grandeza (como João Santana), mas a verdade é que:

1º – o texto do vídeo está impecavelmente elaborado;

2º – Lula é o melhor ator do país. No quesito “emocionar dizendo sabe-se lá o que” ele é imbatível. A precisão, clareza e verdade com que declara seu texto (e improvisa) é inatingível pelos líderes que o contrapõe no país.

Astros da mobilização

Há um abismo entre as estratégias de mobilização e recursos empregados pelos petistas em relação a outros partidos (no que destacamos o DEM e PSDB – que são dos que possuem mais estrutura, dinheiro e filiados). Nesse quesito, sequer conseguiram alcançar o PT de 1980.

E eu fico impressionada: enquanto vídeos, cursos, palestras, treinamentos são ofertados pelo PT a sua militância, partidos como o PMDB ainda “minam” lideranças jovens impedindo-as de crescer pelo “medo do novo”, pelo “medo da competência” que assombra mentes de caudilhos nordestinos. Partidos como o DEM e PSDB menosprezam a importância de reciclar seus quadros, de contratar cursos de mídias sociais e marketing político para treinar seus jovens militantes, ignoram que muitos desses possuem blogs e atuação precisa e importante nas redes sociais e, sim, precisam de apoio financeiro. (leia mais…)


02
fevereiro
2014
Foto tutorial: 05 passos para fiscalizar a cota parlamentar de deputados federais

Oi, amigos, tudo bem?

Hoje trago um post mais do que especial para vocês: o passo-a-passo para que você possa fiscalizar seu deputado federal.

A ideia surgiu da seguinte forma: eu JÁ faço isso há anos. Sempre que tenho um tempinho, corro para o site da Câmara dos Deputados e fuço como está sendo gasta a verba de gabinete e cota parlamentar de alguns deputados federais. No início, não é fácil fiscalizar os deputados pelo site (ninguém acha que políticos facilitariam nosso trabalho com uma página simples, né? #sonho), então tive que acessar muitas vezes, gastar horas e horas para conseguir descobrir direito quais informações conseguiria através da página… Com o tempo, fui pegando a “manha” e hoje já entro rapidinho e consigo levantar as informações que quero/preciso.

Por sempre fazer isso, já tinha MUITAAA vontade de dividir com vocês os “macetes” de como conseguir fazer a fiscalização. Então, pesquisei e vi que simplesmente NÃO existe um foto tutorial na história da internet brasileira que ajude os cidadãos que querem realizar a fiscalização. EURECA! rsrs Logo corri aqui para o blog para fazer um post nesse formato para ajudar cada um de vocês a fiscalizar seu deputado (caso ele tenha sido eleito) ou qualquer outro.

Vale chamar atenção: se o deputado que você votou na última eleição ganhou, aproveite para dar uma checada no que ele andou fazendo nesses anos todos com a verba de gabinete dele. Mas, lembre-se que, tendo ele sido eleito ou não, você terá que votar no próximo outubro e é bom que, desde já, comece a buscar informações sobre seu candidato a deputado federal. Se você pretende votar em alguém que JÁ TEM MANDATO, fuçar a verba de gabinete e/ou cota parlamentar dele é uma boa forma de adquirir algumas informações, tá certo?

Esse é um post inicial para avaliarmos como estão gastando a cota para exercício da atividade parlamentar.

Na próxima semana, vou escrever post sobre o que é e como gastam a verba de gabinete. (lembrando que esses dois valores não são tudo que os deputados recebem, há outros tantos benefícios – vamos falar sobre todos, suas diferenças e no que podem ser aplicados.)

Chega de papo e vamos “aos finalmente”:

O primeiro passo é: acessa o site da Câmara dos Deputados: 

Portal da Câmara dos Deputados

Vai abrir a seguinte página:

Quando abrir a página, você deve procurar a aba “Deputados” e colocar o mouse em cima.

Após, aparecerá uma série de tópicos, clique em “Conheça os deputados”.

Vai abrir a página abaixo, na qual você poderá escolher o estado, partido políticos e pesquisar os deputados relacionados ao filtro escolhido. Caso você queira pesquisar todos os deputados de um determinado partido, ou saber quais os deputados de um estado específico, sugiro que utilize esses filtros.

Mas, no nosso caso, vamos pesquisar diretamente pelo nome. Assim, você deve colocar o cursor em “Escolha o deputado” e escolher na lista que aparece. Eu escolhi o primeiro nome. Depois, é só clicar em “Pesquisar”. Veja indicação abaixo: 

Agora, está aberta em sua frente a página do deputado federal cuja cota parlamentar você pretende pesquisar. Nessa página, há uma série de informações úteis, mas vamos ao local onde você vai abrir os gastos referentes à verba (local indicado pelo cursor na foto abaixo), clique em “Cota Parlamentar”:

Pronto. Abrirá a página abaixo, onde você poderá pesquisar mês a mês os gastos com a cota parlamentar do deputado. Escolha o mês e ano, clique em “Listar” e verá todos os gastos daquele período (apresentados em notas fiscais para ressarcimento).

Eu escolhi o mês 11 (novembro) de 2013 e abriu o descritivo abaixo:

Você pode ir avaliando mês a mês e clicando em “Detalhar todas as despesas”, quando poderá consultar os CNPJ’s das empresas que receberam o dinheiro.

UFA! Bastante conteúdo, né? Sei que é difícil no começo, até porque o dia-a-dia nos impõe pouco tempo para dedicarmos a ações como essas, mas é imprescindível que tenhamos ânimo e vontade cidadã para fazer a nossa parte. E isso não se restringe apenas a votar, mas também acompanhar o exercício dos mandatos dos nossos representantes. 

Espero que o post possa ajudar vocês.

Deixem os comentários aqui, no Face ou Twitter. Podem enviar dúvidas, sugestões de assuntos para postagens, informações adicionais, críticas… fiquem a vontade. :-)

E… MÃOS A OBRA!!! Vamos utilizar bem essa ferramenta de exercício da cidadania. (leia mais…)


19
janeiro
2014
Coluna “Política à Flor da Pele”

Olá, amigos,

a coluna “Política à Flor da Pele” desta semana já está no ar:

Mortes nas piscinas: falta uma lei ou responsabilidade por parte dos clubes?

Leia em um dos sites e jornais parceiros:

1. DF Agora (DF)

http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/1601/os–ir-responsaveis-de-santa-maria

2. Folha de São Simão (GO)

www.folhadesaosimao.net

3. Repórter MT (MT)

http://reportermt.com.br/ultimas_noticias/noticia/25636

4. Tudo Rondônia (RO)

http://www.tudorondonia.com.br/noticias/coluna-politica-a-flor-da-pele-,36691.shtml

5. Gazeta de Rondônia (RO)

http://www.gazetaderondonia.com.br/20130131115155/gerais/politica-a-flor-da-pele-por-daniele-barreto.html

6. Montanhas Capixabas (ES)

www.montanhascapixabas.com.br

7. Portal CDP (PI)

 
8. Cerrado Notícias (TO)
 
9. TV Jangada
 
10. Jornal do Paraná (PR)
 
11. A Boca do Povo (TO)
 
12. Folha do Norte de MS (MS)
 
13. A Notícia do Vale (BA)
 
14. Primeira Hora Notícias (MT)
 
15. Revista In Foco Magazine (BA)
 
16. Folha de Goiás Notícias (GO)
 
17. Portal Aqui Brasil (PR)
 
18. Site VG News (MT)
 
19. Portal Natal Press (RN)
 
20. Portal Inforside (RN)
 
21. Acajutiba News (BA)
 
22. Tribuna da Conquista (BA)
 
23. Jornalismo Livre (BA)
 
24. Portal Aqui Brasil (PR)
 
25. TV Exibir (PI)
 
26. SJV Notícias (BA)
 
27. Bahia Dia a Dia (BA)
 
28. Portal Alagoinhas News (BA)
 
29. O Jornal da Cidade (BA)
www.ojornaldacidade.com.br

 Você também quer ser nosso parceiro? Para publicar a coluna em seu site, blog, jornal ou revista, envie mensagem para: contato@danielebarreto.com.br


24
dezembro
2013
Retrospectiva 2013: “Dany Barreto Entrevista”

Olá, genteee, tudo bem?

Inicialmente, gostaria de deseja um Feliz Natal a todos!!! Que essa data imprima em nossa vida o verdadeiro significado do nascimento de Cristo e nos marque como um momento de renovação dos bons sentimentos!!!  [noel] [arvore] [angel]

Hoje, como não poderia deixar de ser, teremos dois posts muito especiais. O primeiro: uma retrospectiva do “Dany Barreto Entrevista” – nossa série de entrevistas a políticos de projeção nacional iniciada em 2013 e que vem fazendo sucesso na web.  [cool][felizdemais] A série teve repercussão em sites, jornais e blogs que noticiaram seu lançamento; bem como teve seu conteúdo publicado nos 30 jornais e sites da coluna “Política à Flor da Pele”.

Quando idealizei a série, imaginei-a como uma oportunidade de entrevistar alguns dos políticos com mais relevante atuação no cenário político nacional, e como uma possibilidade de perguntarmos di-re-ta-men-te a eles todas as dúvidas e fazermos todas as cobranças que temos como cidadãos. Sabe aquelas perguntinhas ácidas [bravo] que ninguém tem coragem de fazer a grandes políticos? hahaha Então, são essas que fazemos aos “caras”!

Esse ano, foram 03 grandes entrevistados e o debate político “pegou fogo” nos posts da série nas redes sociais. Por isso, resolvi fazer uma retrospectiva das entrevistas contando algo novo: o que me levou à escolha por essas três figuras.

O primeiro entrevistado foi o Senador Randolfe Rodrigues.

Filiado ao PSOL do Amapá, Randolfe é professor universitário, formado em história e Direito, elegeu-se em 1998 e 2002 deputado estadual do Amapá. Em 2010 foi o senador mais votado do estado com 203.259 votos, o mais jovem integrante do Senado na atual legislatura. Desde que chegou à Casa, marcou presença com posicionamentos firmes e sua atuação o rendeu prêmios em várias categorias do “Congresso em Foco 2012“: “Parlamentar de Futuro” (eleito pelos internautas); Combate ao Crime Organizado; Defesa da Democracia; e da Segurança Jurídica e Cidadania (nas três categorias eleito pelos jornalistas). Na entrevista, Randolfe falou da atuação do seu partido no Congresso Nacional, da relação com a presidente Dilma e de vida pessoal. Também destacou seu ingresso na militância estudantil, um exemplo e referência a ser seguido por todo jovem que pretende ingressar na política partidária.  [palmas]

Leia entrevista na íntegra: http://danielebarreto.com.br/2013/07/16/dany-barreto-entrevista-o-senador-randolfe-rodrigues/

O segundo entrevistado foi o Senador Álvaro Dias.

Filiado ao PSDB do Paraná, é maior opositor dos governos petistas de Lula e Dilma. Ex-vereador de Londrina (PR), ex-deputado estadual, ex-deputado federal (obteve a maior votação proporcional da história do Paraná, foi eleito Senador em 1982 (foi Vice- líder do PMDB), Álvaro foi eleito governador em 1986 com 72% dos votos válidos (apontado pelo Data Folha o governador mais popular do país). Em 1998, retorna ao Senado – desta vez com 65% dos votos -, oportunidade na qual presidiu duas Comissões Parlamentares de Inquérito: a CPI do Futebol e a CPMI da Terra. Membro titular das CPIs dos Bingos e dos Correios).  [palmas]Vence as eleições para o Senador em 2006, pela terceira vez. Foi escolhido pelo “Congresso em Foco” o melhor Senador do país. Foi eleito vice-presidente do Senado Federal e, em julho de 2007, recebeu em San Diego, na Califórnia, o diploma de Doutor honoris causa em Administração Governamental (Doctor of Government Administration) pela Southern States University. Recebeu o Prêmio do Mérito Legislador 2008. Em 2009, propôs a criação da CPI da Petrobras, passando a ser titular da comissão, assim como da CPI das ONGs e da CPI dos Cartões Corporativos. Em 2010, foi relator das mudanças na Lei Pelé. Hoje, Álvaro Dias conversa conosco sobre o Mensalão e as disputas internas do PSDB pela indicação do candidato a Presidente da República. Na entrevista, além do início da trajetória política, ele destacou sua atuação no Senado e criticou programas do governo.

Vale a pena ler a entrevista na íntegra: http://danielebarreto.com.br/2013/09/19/dany-barreto-entrevista-o-senador-alvaro-dias/

O terceiro entrevistado foi o deputado federal Cândido Vaccarezza.

Filiado ao PT de São Paulo, um dos maiores articuladores do partido e coordenador do Grupo de Trabalho da Reforma Política.  É considerado o um dos políticos mais influentes do Congresso Nacional, conforme atesta pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, figura na lista dos “melhores deputados” do Prêmio Congresso em Foco, foi líder do governo na Câmara, sendo responsável por viabilizar os planos Brasil sem Miséria e Brasil Maior, a política de aumento real do salário mínimo, o Super Simples Nacional, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec, o Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos (Funpresp), o marco civil da internet e a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU). Fundador do PT, já exerceu diversos cargos na direção nacional e estadual. Vaccarezza, na entrevista, falou das ações do governo Dilma e da sua atuação frente ao Grupo que estuda e elabora a Reforma Política.  [palmas]

Leia entrevista de Vaccarezza na íntegra: http://danielebarreto.com.br/2013/10/09/dany-barreto-entrevista-o-deputado-federal-candido-vaccarezza/

O “Dany Barreto Entrevista” voltará em 10 de março de 2014, logo depois do Carnaval – que é quando vamos encontrar assessoria de políticos disposta a viabilizar entrevistas, né? hahahaha  [pulapula] Brincadeirinha! Na verdade, voltará nessa data totalmente repaginado, com novo layout e uma nova forma de entrevistar, com mais participação, mais interatividade e com perguntas dos internautas. Como se trata de ano eleitoral, o “Dany Barreto Entrevista” será um canal direto do INTERNAUTA com os POLÍTICOS! [feliz]

Participe! Não deixe de mandar suas sugestões de entrevistados, suas perguntas e críticas.

 [edit] Quais políticos vocês gostariam que eu entrevistasse?

Então, não perca: nosso encontro está agendado e confirmado para o dia 10/03/2014!  [relogio] (leia mais…)


16
dezembro
2013
Coluna “Política à Flor da Pele”: vandalismo e manifestações sociais

Olá, amigos, a coluna “Política à Flor da Pele” de hoje é especial: temos a colaboração do jovem militante e graduando em Direito Rodrigo Rara, que aborda a violência nas manifestações sociais.

Boa leitura a todos!

Limites da luta política: De boas intenções, não só as manifestações estão cheias

Inúmeras vezes, compreendi a reação – as vezes violenta – de parte dos militantes à repressão desmesurada, ilegal e antidemocrática do Governo. Como estudante (e) militante de escolas públicas sofri diversas vezes, na pele, as agressões destemperadas do Governo, quando pressionado ou provocado a trabalhar pelos interesses daqueles que o financiam.

Vimos esta cena, com nitidez, nas manifestações de Junho quando uma enorme massa de jovens e adultos imbuídos de esperança e fé no Brasil, foram violentamente reprimidos por uma polícia despreparada a serviço de um Estado despótico, cuja soberania estava terceirizada a FIFA.

Em tempo: tendo nascido em 1993, tenho 20 anos. Ou seja, EM TESE, sempre militei em período democrático e republicano da História de meu país e de meu Estado.

Diante desse quadro indignante, quem nunca ouviu, bem recentemente: “ser corrupto pode, destruir o ponto de ônibus já é vandalismo”, “nos bater pode, queimar ônibus já é vandalismo”? Ilustrativo de algo, para mim, inadmissível: a naturalização da violência enquanto instrumento legítimo da luta política. É o momento que eu inicio minha inflexão nesse texto.

Quero afirmar, mais uma vez, que acredito na expressão popular e na participação ativa da sociedade civil nos assuntos do país, inclusive para enfrentar políticos canalhas ou/e uma polícia despreparada.

Porém, não posso concordar com a aura de impermeabilidade à lei que alguns movimentos se investem quando vão as ruas.

Perceba que não trato aqui de causas – elas são muitas e posso legitimamente concordar ou discordar delas – mas sim de prática política.

Não posso deixar de me solidarizar, por exemplo, aos que desejam a democracia na Universidade de São Paulo; assim como não posso, caro leitor, deixar de divergir dos que destruíram a Reitoria da USP (leia-se: o espaço é da USP, é de todos, não do Reitor).

Outra situação: acredito que a propriedade privada é um direito inviolável do homem, mas posso tranquilamente conviver com pensamentos que digam o contrário. No entanto, não me peçam para ter tolerância com indivíduos que pilham fazendas, destroem plantações e atravancam o desenvolvimento do Brasil.

Ambas as situações são ilustrativas e mostram exatamente o que venho falando: não importa se as intenções são bacanas, se os jovens são vibrantes e animados ou se a bandeira é vermelha ou verde e amarela, ninguém pode ficar impune de seus atos criminosos – e não ficando, não poderá ele alegar falta de democracia nisso, ora!

A linha entre democracia e vandalismo não é tênue como dizem. Democracia pressupõe respeito, ordem e legitimidade aos resultados políticos ditados pela maioria. Vandalismo é a mais pura expressão da antidemocracia: é feito por minorias de viés autoritário, a revelia da ordem republicana e desrespeitando as instituições garantidoras de um Estado democrático.

Movimento social que quebra equipamento público, desrespeita a propriedade privada e causa pânico (instado pela Polícia, muitas vezes) na população, não pode ser movimento social, e sim quadrilha.

Vamos recorrer a História. Me diga aí, quais minorias políticas, de viés totalitário, encharcadas de boas intenções e que julgavam o status quo político e a então ordem republicana elementos a serem destruídos (não vencidos ou superados ou modificados) atuaram no decorrer da Humanidade?

Vos respondo. O nazismo, o fascismo e o socialismo. Os três condenáveis, na minha escolha política, ideológica e de vida.

Para finalizar, parafraseio Friedman (sim, até aqui) quando ele afirma que não podemos julgar programas do governo pelas suas intenções, e sim pela sua prática e por seus resultados.

Pelo visto, a frase não se aplica apenas a programas do governo…

* Rodrigo Rara é graduando em Direito pela Universidade Federal da Bahia (Ufba).

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21
novembro
2013
Coluna “Política à Flor da Pele”: País de ‘faz-de-contas’…

Oi, genteeee,

vamos à coluna “Política à Flor da Pele” de hoje? O texto está abaixo, mas convido você a acessar a lista de jornais e sites parceiros da coluna para acompanhar as publicações também no veículo do seu estado/região. Clique AQUI  e leia a coluna “Política à Flor da Pele” em um dos veículos parceiros”. Já são 30 parceiros em todo o país.

 

País de ‘faz-de-contas’…

Era uma vez um país chamado Brasil…

Olha, não tem como começar a coluna de hoje sem lançar mão desse manjadíssima frase que inicia dez entre os dez mais belos contos de princesas e castelos pelo mundo afora. Mas, utilizo-o para trazer uma história sem princesas e sem castelos, mas com muita fantasia. Para ser mais exata, uma “fantasia coletiva” chamada Brasil.

E não são raros os casos de “fantasia coletiva” no país.

A gente faz de conta que o presidente da Câmara dos Deputados não está envolvido numa série de escândalos e, por isso, em qualquer país minimamente sério, – no mínimo – não teria legitimidade para ocupar o cargo. Fazemos de conta que o presidente do Senado, Renan Calheiros… (ah, sobre Renan não vou nem falar, gente; deu preguiça). Fazemos de conta que basta uma Reforma Política para resolver todos os problemas morais (que resistirão a mais dura e complexa mudança no ordenamento jurídico pátrio) que envolvem nossas eleições. E fazemos de conta que que nosso Congresso tem legitimidade para fazer uma Reforma Política.

Para fazer de conta que o povo está saindo da miséria, por exemplo, temos um jeitinho muito nosso: diminuir os valores da faixa de renda per capita considerada ‘classe média’ e ‘alta’. E para fazer de conta que temos altos índices de alfabetização, passamos de ano todos os alunos sem condição para tanto, de forma indiscriminada; afinal, para um país ser mesmo de ‘faz-de-conta’ tem que apresentar números e não resultados. Fazemos de conta que que não somos um país de analfabetos funcionais. Fazemos de conta que problemas sociais relacionados à juventude, idosos, negros e homossexuais se resolvem com estatutos e curas.

Fazemos de conta que todos os problemas da saúde pública estão resolvidos com importação de médicos cubanos. Fazemos de conta que Obama está preocupado com o eleitoreiro discurso de Dilma sobre a espionagem americana. Fazemos de conta que propaganda institucional é fonte de informação sobre os governos. Fazemos de conta que não sabemos que as maiores redes de comunicação sobrevivem dos valores pagos pelos governos a título de publicidade oficial, o que termina por comprometer – nesse país que não prima pela ética – os programas jornalísticos. Fazemos de conta que não compreendemos que os discursos oficiais são elaborados por bem estruturadas e talentosas equipes de marketing político. Fazemos de conta que a Justiça funciona e sua morosidade não compromete as decisões e o próprio Poder. 

E porque estou falando isso, hoje?

Nesta madrugada, o Congresso Nacional anulou a sessão do Senado de 2 de abril de 1964, que declarou vago o cargo de presidente da República. Explicando melhor: o senador Pedro Simon apresentou no Senado um projeto de resolução que torna sem efeito a sessão que declarou a vacância da Presidência da República naquela data. Na sessão, entendeu-se que João Goulart havia abandonado o país, mas na verdade ficou comprovado que ele estava no Rio Grande do Sul. Sendo assim, Pedro Simon (a quem tenho grande admiração), visa anular a destituição do então presidente.

O que nosso Congresso fez na noite passada foi… NADA! Ops, foi anular a sessão citada com o argumento técnico de que João Goulart estava no Rio Grande do Sul e, portanto, a decisão de destituí-lo da Presidência da República não poderia ter sido tomada.

Pronto! Já botamos Jango de volta no cargo de Presidente.

Agora, a gente anula os atos da Ditadura e faz de conta que ela nunca existiu. Aí, fica tudo resolvido, né?!

(leia mais…)


20
setembro
2013
Artigo publicado na revista “De Olho na Vitrine”

Olá, amigos, tudo bem?

Divido com vocês uma alegria dupla: a publicação de um artigo meu na revista “De Olho na Vitrine”, que circula nos municípios de Alagoinhas, Entre Rios, Esplanada, Pojuca e Catu (todos na Bahia). Alegria dupla não só pela publicação, mas porque se trata de um empreendimento de ex-alunos meus, Diego e Ramon (que foram meus alunos de Direito Empresarial e Direito Tributário na Faculdade Santo Antônio)! Parabenizo-os, orgulhosa pela conquista de vcs e por ter sido convidada para escrever o artigo. Muito felizzz!

Leia o artigo que escrevi:

Aproveitem para conhecer o site: http://www.deolhonavitrine.com.br/! (leia mais…)


19
setembro
2013
Dany Barreto Entrevista… o Senador Álvaro Dias

O segundo bate-papo do “Dany Barreto Entrevista” é com o senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná e maior opositor dos governos petistas de Lula e Dilma. Ex-vereador de Londrina (PR), ex-deputado estadual, ex-deputado federal (obteve a maior votação proporcional da história do Paraná, foi eleito Senador em 1982 (foi Vice- líder do PMDB), Álvaro foi eleito governador em 1986 com 72% dos votos válidos (apontado pelo Data Folha o governador mais popular do país). Em 1998, retorna ao Senado – desta vez com 65% dos votos -, oportunidade na qual presidiu duas Comissões Parlamentares de Inquérito: a CPI do Futebol e a CPMI da Terra. Membro titular das CPIs dos Bingos e dos Correios). Vence as eleições para o Senador em 2006, pela terceira vez. Foi escolhido pelo “Congresso em Foco” o melhor Senador do país. Foi eleito vice-presidente do Senado Federal e, em julho de 2007, recebeu em San Diego, na Califórnia, o diploma de Doutor honoris causa em Administração Governamental (Doctor of Government Administration) pela Southern States University. Recebeu o Prêmio do Mérito Legislador 2008. Em 2009, propôs a criação da CPI da Petrobras, passando a ser titular da comissão, assim como da CPI das ONGs e da CPI dos Cartões Corporativos. Em 2010, foi relator das mudanças na Lei Pelé. Hoje, Álvaro Dias conversa conosco sobre o Mensalão e as disputas internas do PSDB pela indicação do candidato a Presidente da República.

* Militância e trajetória política

Colunista: Senador, você iniciou a militância política ainda muito jovem, em Londrina – cidade na qual venceu seu primeiro pleito para vereador. Porque essa opção pela política?

Senador Álvaro Dias: A minha participação na política estudantil foi decisiva na definição dos rumos de minha trajetória. Ao presidir o Diretório Acadêmico Rocha Pombo na Faculdade em Londrina, digamos que foi inoculado o “vírus” da atividade política. Foi essa vivência ainda nos limites do campus universitário que selou meu itinerário na vida pública.

* O Planalto e Eleições 2014

Colunista: Em 1989, você disputou a indicação do candidato do PMDB à presidência da República com Ulysses Guimarães, Waldyr Pires e Íris Rezende. 21 anos depois, viveu alguns meses de indicado a candidato a vice-presidente, na chapa de José Serra, quando teve o nome substituído pelo do ex-deputado inexpressivo Índio. O Planalto é o propósito maior da sua trajetória política?

Senador Álvaro Dias: Não é crível que alguém que ingressou na vida política, detentor de mandato popular, renegue a pretensão de um dia ser alçado pelo voto popular ao cargo de 1º mandatário da nação. Não se trata de uma mera veleidade. É uma postulação lícita. Mas não posso afirmar que tenha sido esse o propósito que me guiou. Jamais atropelei o consenso em busca da imposição de meus eventuais objetivos. A esse respeito me permito invocar o Padre Antônio Vieira: “Mais fácil é unir distâncias e vontades, que casar opiniões e entendimentos.”

Não é crível que alguém que ingressou na vida política renegue a pretensão de um dia ser alçado pelo voto popular ao cargo de 1º mandatário da nação.

Colunista: No final de agosto, José Serra sondou alguns aliados – inclusive você – para discutir a realização de prévias no PSDB visando à escolha do candidato à Presidência da República e afirmou que “Quero conhecer logo o meu candidato a presidente, para que ele possa percorrer o país e mobilizar os nossos filiados.” Falar, em pleno 2013, em mobilizar filiados, com uma militância esquerdista tão aguerrida e há décadas organizada, faz o PSDB parecer um partido que sempre corre atrás de uma inserção na sociedade que ele não consegue alcançar. Está na hora de renovar os quadros do partido e adotar uma postura (mais do que um discurso) de efetiva aproximação com o povo?

Senador Álvaro Dias: Primeiramente, relembro que sou autor de um projeto para disciplinar a realização de eleições primárias para a escolha do candidato à Presidência da República.  Aprovado no Senado, seguiu para Câmara dos Deputados onde já foi apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça e aguarda inclusão na ordem do dia. A minha proposta não pretende obrigar os partidos a realizarem eleições primárias, mas, sim, propiciar as condições materiais e institucionais para que os partidos possam optar por fazê-las, mediante a assistência da Justiça Eleitoral que garanta aos partidos e coligações os meios e a lisura necessários ao processo de escolha do seu candidato a Presidente da República. Não há dúvida de que a nossa inspiração é o modelo americano que propicia, a cada quatro anos, o confronto de ideias entre os candidatos do mesmo partido para que possa ser escolhido um que concorrerá à Presidência da República, já tendo as suas idéias sido aprovadas pela maioria dos simpatizantes de sua legenda. (leia mais…)


21
agosto
2013
Coluna “Política à Flor da Pele” publicada hoje

Reforma Política rouba a cena das manifestações e vira debate recorrente no Congresso Nacional

As manifestações abrandaram por todo o país. Consequência delas, vimos muito pouco – possivelmente a médio e longo prazo poderemos aferir melhor se o “gigante” de fato acordou! O certo é que os protestos trouxeram a baila o tema da reforma política como um prioridade nacional. Tentativas de enganar o povo (novidade!) à parte – como o dito plebiscito e a natimorta “Nova Constituinte” – o certo é que um Grupo de Trabalho da Reforma Política foi criado e começará a discutir limitação de gastos em campanhas eleitorais no próximo dia 22, tendo como coordenador o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Para o coordenador, as mudanças que implementaram a reforma não irão valer para 2014 por falta de tempo hábil para as discussões acerca do tema e tramitação das votações. Até porque a Constituição, para que as alterações tenham validade no próximo ano, impõe que os projetos sejam votados e sancionados antes de 3 de outubro deste ano.

Hoje, na coluna “Política à Flor da Pele” você confere mais opiniões exclusivas de deputados federais acerca do tema.

– Jânio Natal (deputada federal PRP / BA): (para a coluna “Política à Flor da Pele”)

A reforma política se faz necessária e a população brasileira a quer como bem demonstrou nas recentes e justas manifestações. Quanto ao plebiscito sou favorável desde que realizado com propostas claras para que não permeiem dúvidas ao cidadão. Todavia acredito que não haverá tempo hábil na mudança da lei para as eleições de 2014. Sou a favor, também, que se proíba reeleição já em 2014 para o Executivo. Sou contra financiamento público de campanha bem como acabar com as coligações proporcionais. Sou contrário à lista partidária também. Outro quesito que sou contra é a colocação de suplentes com parentescos de primeiro e segundo graus.

– Esperidião Amin (deputado federal PP / SC)

A reunião promovida no dia 24/06 pela Presidente Dilma e Ministros, com Governadores e Prefeitos de capitais, foi aberta com o comunicado da proposta de 5 Pactos a serem construídos nos três níveis federativos. Tem, sem dúvida, grande sentido simbólico. No que diz respeito à Reforma Política, a Presidente está certa ao afirmar que o Congresso tem dificuldades em promover mudanças. Em 1986, já me manifestei a favor de Constituinte Exclusiva, tese então defendida pela OAB. Propus, nas recentes discussões do projeto da Reforma Política, que propostas como a do financiamento público de campanhas fossem submetidas a consulta popular (clique aqui para ver o texto da Emenda). O governo tem sido, até aqui, omisso no debate. A Presidente falou em pacto, não falou em determinação! Logo, cabe, democraticamente, debater e aperfeiçoar as diretrizes que instruam políticas públicas capazes de inspirar o País numa jornada nacional renovada e moderna!

 – Moreira Mendes (deputado federal PSD / RO)

A reforma política é tema recorrente, que sempre entra na pauta da sociedade e do Congresso Nacional, sem que seja, no entanto, efetivada. É como uma “pedra de toque” a qual se recorre para espantar e mandar para longe, ou ao esquecimento, as crises provocadas pelo questionamento da representatividade, escândalos de corrupção e mais recentemente a onda de manifestações por todo o país carregadas de reivindicações das mais difusas, conforme já tratamos aqui neste espaço. Não importa a natureza da crise, a reforma política é trazida para a ordem do dia. Desta vez foi o governo que tirou a proposta do “bolso do colete” depois da maior mobilização de rua dos últimos 12 anos. Primeiro propôs a convocação de constituinte exclusiva para debater o tema e fracassou. Na sequência, a tentativa de empurrar goela da Câmara o plebiscito, que já foi devidamente sepultado pela Casa, mas que o PT ainda tenta garantir por meio de decreto legislativo.


26
julho
2013
Série de entrevistas é destaque no Jornal Diário Bahia

Obaaa, além da coluna “Política à Flor da Pele”, temos mais post hoje.

Venho dividir com vocês uma alegria: olha quem está no Jornal Diário Bahia: eu! rs Na coluna social da jornalista, publicitária, apresentadora de TV e MINHA AMIGA Manuela Berbert. Uma honra!!! O jornal Diário Bahia circula em Itabuna, Ilhéus e região; e pode ser lido no site DIÁRIO BAHIA.

Você pode acompanhar o trabalho de Manuela no Perfil e FanPage do Facebook, Twitter e Instagram (@manuelaberbert). Aos amigos da região de Itabuna e Ilhéus, indico que assistam sempre o programa Bem Pensado, na TVI, canal 3 ou pela internet às 14h (www.tvitabuna.com.br).

Leia texto na íntegra:

A consultora política Daniele Barreto estreia uma série de entrevistas com os maiores nomes da política nacional em seu blog (www.danielebarreto.com.br) que vem se destacando pela abordagem leve de temas espinhosos da política nacional atraindo leitores de diversas faixas etárias pela interatividade com o aporte nas redes sociais. Natural de Alagoinhas-Ba, Dani é advogada e pós graduada em Direito do Estado, tem especialização em Marketing Político Eleitoral. E reside em Salvador. Jogue duro, Dani.

Comente no Facebook!

Agradeço a Manu de coração pela divulgação da série e pelo carinho!!!! (leia mais…)


26
julho
2013
Coluna “Política à Flor da Pele” – 26/07/13

Oi, genteeee,

vamos à coluna “Política à Flor da Pele” de hoje? O texto está abaixo, mas convido você a acessar a lista de jornais e sites parceiros da coluna para acompanhar as publicações também no veículo do seu estado/região. Clique AQUI  e leia a coluna “Política à Flor da Pele” em um dos veículos parceiros”. Já são 28 parceiros em todo o país.

Coluna “Política à Flor da Pele”
 
Malandro é malandro e mané é mané
Uma historinha pra aprendermos um pouco mais de “política no Brasil” nessa sexta-feira…
Era uma vez um senhor chamado Raimundo Carreiro. Ele era Secretário geral do Senado, quando em março de 2007 apresentou uma identidade na qual constava que ele nasceu em 1946 e tinha 60 anos, podendo aposentar-se pela Casa. A aposentadoria se deu com salário integral – a remuneração bruta alcança hoje R$ 44 mil (sim, senhores, eu não repeti o “4” equivocadamente nãoooo… são R$ 44 mil mesmooo). (leia mais…)


23
julho
2013
Projeto destaque: Tiririca quer ampliar Minha Casa Minha Vida

Olá amigos do blog, tudo bem?

Em maio estreamos uma novidade no blog: o “Projeto de Lei da Semana”. Os posts têm duas peculiaridades: não são semanais, como o nome faz crer, e são dedicado a NÃO falar mal de políticos. hahaha Puxado, né? Mas é possível. Ou quase possível…

É o seguinte: vou sempre publicar texto sobre algum Projeto de Lei (PL) de parlamentares – de todo o país – que efetivamente façam a diferença (em outras palavras: projetos que sirvam pra alguma coisa, né? Porque boa parte… Opa, nada de falar mal nesse post!).

Olha, reclamamos tanto de políticos que exercem seu mandado atuando em prol dos seus próprios interesses pessoais e de bancadas específicas (pra dizer o mínimo), que, ao ver projetos que visam o bem comum, nos espantamos. E são esses os exemplos que traremos aqui no blog nos posts “Projeto de Lei da Semana”.

O primeiro post foi sobre uma iniciativa do deputado federal Roberto Freire (PPS/SP): um PL que propõe vedar a decretação do segredo de justiça em ações instauradas em decorrência de ato ou omissão de agente público em função de seu cargo (LEIA). A publicação do blog teve ampla repercussão no site e redes do deputado (VEJA).

Hoje, trago um PL do deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva (PR/SP). Você nunca ouviu falar nele? Ouviu sim. É o deputado Tiririca! (não ria, o projeto é bom, pô! Juro!)

Projeto do Deputado Tiririca amplia programa Minha Casa Minha Vida

É o seguinte: a Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei 5094/13 que estende os benefícios do Programa Minha Casa Minha Vida para a aquisição de trailers e motor-homes usados por populações itinerantes. #AchoDigno

É importante salientar que se trata de grupos que não se enquadram na exigência legal de terem residência fixa para que consigam se beneficiar do programa do governo. Para Tiririca, isso é um absurdo porque se estima 25 mil artistas de circo em atividade no país – pessoas que devem ser beneficiadas também. (leia mais…)


21
julho
2013
TCU: malandro é malandro e mané é mané

Uma historinha pra aprendermos um pouco mais de “política no Brasil” nessa tarde ensolarada de domingo…

Era uma vez um senhor chamado Raimundo Carreiro (o tiozinho da foto aí embaixo). Ele era Secretário geral do Senado, quando em março de 2007 apresentou uma identidade na qual constava que ele nasceu em 1946 e tinha 60 anos, podendo aposentar-se pela Casa. A aposentadoria se deu com salário integral – a remuneração bruta alcança hoje R$ 44 mil (sim, senhores, eu não repeti o “4” equivocadamente nãoooo… são R$ 44 mil mesmooo).

Em seguida ele foi nomeado Ministro do Tribunal de Contas da União – para quem não sabe, o TCU é aquele lugar para onde vão os políticos de grande projeção nacional depois que morrem, ops, depois que “deixam de exercer cargos eletivos” (em regra, por terem perdido eleições e terem sido expulsos da vida pública pelo povo) e para onde vão todas aquelas pessoas que ao longo de suas vidas de TUDO fizeram para prestar “grandissíssimos” favores a “grandissíssimos” picaret… ops, a políticos. O cargo de Ministro do TCU é para sempre, o cara só sai do cargo com a aposentadoria compulsória aos 70, independente de quantos anos passar lá dentro… Diz a lenda que o TCU é um lugar cheio de “malaca” (mas eu discordo do lendário popular – escrevi que discordo só pra não ser processada)! (leia mais…)


16
julho
2013
Dany Barreto entrevista… o Senador Randolfe Rodrigues

O primeiro bate-papo do “Dany Barreto Entrevista” é com o senador Randolfe Rodrigues, do PSOL do Amapá. Professor universitário, formado em história e Direito, elegeu-se em 1998 e 2002 deputado estadual do Amapá. Em 2010 foi o senador mais votado do estado com 203.259 votos, o mais jovem integrante do Senado na atual legislatura. Desde que chegou à Casa, marcou presença com posicionamentos firmes e sua atuação o rendeu prêmios em várias categorias do “Congresso em Foco 2012“: “Parlamentar de Futuro” (eleito pelos internautas); Combate ao Crime Organizado; Defesa da Democracia; e da Segurança Jurídica e Cidadania (nas três categorias eleito pelos jornalistas).

Militância e trajetória política

Colunista: Eleito senador mais jovem da legislatura, em 2010, o senhor sempre esteve à frente de movimentos estudantis e sociais… Conta pra gente um pouco mais do início de sua trajetória política e quais as suas influências ideológicas. Porque se deu a opção, ainda jovem, pelo ingresso na política partidária?

Senador Randolfe Rodrigues: Nasci na cidade de Garanhuns, em Pernambuco. Depois, mudei-me para o Amapá e, logo no começo da juventude, participei do movimento estudantil, onde iniciei minha carreira política. No início dos anos 90, junto com a geração cara pintada eu comecei a dar os primeiros passos nas frentes de luta do movimento estudantil. No Amapá, eu ajudava a liderar as passeatas pelo Fora Collor, organizava grêmios nas escolas secundaristas e participava de todo tipo de debate político que aparecia pela frente.  Meu pai, Januário Martins, era urbanitário e sindicalista do PT, foi sempre meu incentivador e minha grande inspiração. Mas cedo rompi com a corrente dele e me juntei aos grupos mais à esquerda do partido. Sou formado em história pela Universidade Federal do Amapá e em direito pela faculdade Seama (Associação Educacional da Amazônia), também sou mestre em políticas públicas pela Universidade Estadual do Ceará. Pelo Amapá, fui eleito deputado estadual em 1998 e reeleito em 2002.

Deixei o PT em 2005 para fundar o PSOL no Amapá.

Colunista: Assim que chegou ao Senado, o senhor lançou sua candidatura à presidência contra José Sarney – marcando posicionamento firme contra acordos políticos espúrios quem mantêm caudilhos a frente da Casa que, no ano anterior, 2010, se viu envolta em escândalos que abalaram a já chamuscada imagem dos seus pares. Mas em 2013, você não concorreu e a disputa se deu entre Renan Calheiros e Pedro Taques. O que motivou essas duas decisões: a de concorrer em 2011 – recém chegado – e a de não apresentar seu nome em 2013 – quando já possui mais experiência na Casa? A motivação em 2011 teria sido meramente política, para afrontar seu inimigo histórico no Amapá José Sarney?

Senador Randolfe Rodrigues: Em 2011 existia um falso consenso estabelecido e ninguém queria se insurgir contra a candidatura de Sarney. Minha candidatura foi para denunciar esse falso consenso, e apresentar um contraponto ao que representava a candidatura de Sarney. Para dizer que não estava tudo bem. O senado tinha passado por uma gravíssima crise, notadamente com o que ocorreu relacionado aos atos secretos, e a sociedade brasileira não aprovava esse episódio. Eu, em nome do meu partido, o PSOL, apresentei um programa alternativo ao Senado. Esta minha candidatura do PSOL em 2011, encorajou outros senadores de outros partidos em 2013. Vi que o nome do Senador Pedro Taques, reunia as mesmas condições que eu em 2011. Por isso, entendi que a candidatura de Taques me representava.

Manifestações pelo Brasil

Colunista: Senador, com esse histórico de militância política, como você vê os protestos que tomaram as ruas do país num coro contra a corrupção e por melhores serviços públicos? (leia mais…)


05
julho
2013
Reforma Política: saiba o posicionamento da presidente e de parlamentares federais (com exclusivas)

Há exatamente um mês o povo tomou às ruas do país numa onda de cidadania e civismo que surpreendeu a muitos (a mim, inclusive) e fez renascer a esperança de mudanças concretas. Em meio ao turbilhão de questionamentos populares, o governo federal aproveitou e tentou fazer emplacar uma tal Nova Constituinte, de logo rechaçada pelo povo – de tão absurda, oportunista e de má-fé. Mas a presidente não se aquietou e – na falta de vontade em atender o clamor popular (menos corrupção, mais saúde, educação de qualidade…) – tratou logo de criar outro subterfúgio, desta vez com uma aceitação um pouco maior (contando, claro, com as artimanhas retóricas do marketeiro-mor da República João Santana): o plebiscito da Reforma Política.

Que eu sou a favor da Reforma Política, quem acompanha nossas redes sociais, coluna e blog já sabem. Que eu sou absolutamente contrária o plebiscito, também não há dúvida. Mas, a mim cabe ter um pouco (só um pouco – rs) mais de imparcialidade e levantar outras opiniões (diferentemente do texto da semana passada no qual manifestei unicamente meu pensamento). Por isso, a coluna “Política à Flor da Pele” desta semana vem com algumas informações teóricas e jurídicas sobre a Reforma Política (fonte: Senado Federal) e a opinião (a maioria exclusiva para a coluna “Política à Flor da Pele”) de parlamentares de destaque nacional.

Vamos primeiro a alguns itens que podem aparecer na “reforma”:

1- Reeleição

Em 1997, foi aprovada a reeleição para cargos executivos por uma vez consecutiva, sem necessidade de deixar o cargo. Quem apoia a reeleição argumenta que ela permite aos governos trabalhar com mais tempo. Quem é contra, lembra que muitos governantes costumam usar a “máquina” para se reeleger. Outros países a permitem: Estados Unidos, Venezuela, Bolívia. A Proposta de Emenda à Constituição 39/2011 do senador José Sarney (PMDB-AP) propunha o fim da reeleição, mas foi rejeitada.

2 – Duração do mandato

Debate atrelado à reeleição. Quem considera o mandato curto (4 anos) defende a reeleição. Mas outros defendem o fim da reeleição, aumentando o mandato para 5 ou 6 anos.

3 – Eleição de deputados: voto proporcional, voto distrital, lista fechada, voto distrital misto, distritão

Vixe, essa discussão é longa… E mexe com uma tradição política de “compra de prefei…”, ops, de acordos com prefeitos e… Olha… Vou resumir: sabemos que os deputados, na sua maioria, são distantes do povo. Pelos rincões desse país de dimensões continentais, acordos com prefeitos e lideranças locais facilitam a eleição de deputados que jamais colocaram os pés no município (ou que não mais colocarão até a pré-campanha seguinte). Essa mudança para voto distrital visa permitir a eleição de políticos conhecidos do eleitor. Vamos fazer assim, dada a complexidade do tema, vamos abordá-lo separadamente na coluna da semana que vem, com a opinião de especialistas, ok?

4 – Financiamento de Campanha

Mais polêmica na área! Está vendo como não há a mínima condição de uma reforma nessa pressa que o governo quer fazer? São temas densos, exigem discussão profunda com a sociedade (que, convenhamos, não tem a educação política como uma tradição, né?). Quanto ao financiamento de campanhas, hoje, tanto empresas privadas quanto pessoas físicas podem fazer doações. Além disso, cada partido recebe recursos públicos provenientes do chamado Fundo Partidário, que são distribuídos de acordo com o tamanho de cada bancada na Câmara dos Deputados. Essa relação do candidato com a iniciativa privada gera “compromissos” pós eleição que, em havendo êxito na campanha, serão cumpridos com dinheiro público. Óbvio! Tem várias propostas: maior fiscalização das doações; proibição de doações de empresas; proibição doação privada.

5 – Voto: obrigatório ou facultativo?

Há quem defenda que o voto é um direito e uma obrigação. Outros o consideram obrigatório e defendem que isso agride a liberdade individual de não poder optar por não votar. A PEC 55/2012, do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), acaba com a obrigatoriedade do voto. A proposta aguarda relator na CCJ do Senado.

6 – Candidatura avulsa

Um cidadãos deveria ter o direito de se candidatar sem partido? Joaquim Barbosa (STF) defende que sim, e muitos também defendem essa teoria por entender que é preciso abrir espaço para outras formas de representação política que não são contempladas em partidos políticos. Quem se opõe à ideia, acredita que é preciso fortalecer, e não enfraquecer os partidos. Hrum, como se existisse algum partido programático no Brasil, né? 

7 – Recall

É a possibilidade da população decidir revogar o mandato de um governante por meio de uma consulta.  Hoje isso não é possível (somente o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal podem destituir um governante ou um parlamentar), mas há quem defenda que na Democracia deveria haver a consulta sobre a continuidade ou não de um governo.

Leia aqui a mensagem da presidente Dilma e os tópicos que ela propõe para o plebiscito

* O que alguns políticos acham da Reforma Política proposta pela Presidente Dilma e/ou do plebiscito:

– Devanir Ribeiro (deputado federal PT/SP): (para a coluna “Política à Flor da Pele”)

A discussão que se coloca sobre a reforma política no nosso País é realmente necessária. Há na sociedade um anseio por mudanças e aprimoramento no sistema que temos hoje, para que mude o modo como são financiadas as campanhas, que aumente a participação popular na vida pública, entre outros temas. Nesses últimos 10 anos de governo, conseguimos tirar mais de 18 milhões de brasileiros da pobreza extrema, demos a oportunidade aos jovens com menor poder aquisitivo de cursar uma universidade, por meio de programas do Governo Federal, e na área da Habitação, o sonho da casa própria, que parecia tão distante, hoje já pode se tornar realidade, com o Programa Minha Casa, Minha Vida. Estamos mudando o Brasil para melhor e uma reforma política precisa acompanhar essas mudanças. Sou favorável à uma reforma política que atenda esses e outros e outros anseios. É preciso e é possível avançar mais em todas as áreas e isso passa por mudanças profundas no nosso sistema político.

– Arnaldo Jardim (deputado federal PPS/SP):  (para a coluna “Política à Flor da Pele”)

Plebiscito é cortina de fumaça para fragilidades do governo. Sem conseguir implementar reformas estruturais, a presidente preferiu apresentar a proposta do plebiscito que nada mais é do que uma manobra diversionista, uma cortina de fumaça sobre as fragilidades do próprio governo, sobretudo da incapacidade de reverter o baixo crescimento econômico. Ao longo do mandato, a presidente Dilma foi incapaz de tomar iniciativas políticas para promover mudanças. O governo tenta mascarar a crise iminente quando os fatos demonstram que a credibilidade de sua equipe econômica está em xeque. O governo meteu os pés pelas mãos quando propôs uma constituinte exclusiva sobre a reforma política e continua na mesma toada com a sugestão de plebiscito encaminhada hoje ao Congresso Nacional a toque de caixa, sem ter clareza nas questões a serem abordadas pela consulta popular. Plebiscito agora é distrair a atenção da população.

– Raul Lima (deputado federal PSD/RR): (para a coluna “Política à Flor da Pele”)

Sou a favor da Reforma Política. Mas a discussão precisa ser mais ampla e a sociedade civil precisa participar intensamente, não apenas em um simples plebiscito.

– José Stédile (deputado federal PSB/RS):  (para a coluna “Política à Flor da Pele”)

O debate sobre a reforma política havia encerrado por falta de consenso entre os parlamentares. Principalmente no que diz respeito ao sistema de votação. Nem mesmo os partidos têm posição fechada sobre o tema. Em geral, o que percebo é os deputados defendem o que é melhor para eles, para sua eleição. Eu defendo o financiamento público de campanha, mas isso só seria viável se houvesse voto em listas fechadas. O que poderia fortalecer os partidos. Mas nem todos têm um processo democrático de escolha de candidatos. Também vejo dificuldade na fiscalização do processo. Outra possibilidade, do voto distrital, faria com que deputados atuassem apenas em prol de uma única região, não considerando o melhor para o país. Eu considero importante o Plebiscito, mas este processo não pode ser atropelado e deve trazer claramente as propostas que serão votadas pela população, com ampla divulgação. Porém, acredito que não teremos tempo hábil para a eleição do ano que vem.

– Manuela D´Ávila (deputada federal PCdoB/RS): (para a coluna “Política à Flor da Pele”)

Sou favorável ao plebiscito. Considero fundamental uma reforma política que mexa nas questões: o financiamento das campanhas (o fim do financiamento privado é essencial para melhorar a política no Brasil) e o sistema de votação. O meu partido, o PCdoB, defende que essa população que foi às ruas possa escolher e ajudar o Congresso a fazer a reforma política. Não temos problema nem medo de ouvir as pessoas. Se o povo nos elege, sabe também fazer a reforma política. Em nenhuma das vezes, chegamos ao consenso no plenário sobre os principais temas a serem enfrentados, como o fim do financiamento privado das campanhas. Se não conseguimos alcançar uma maioria, não devemos nos constranger em ouvir a população.

– Mário Negromonte (deputado federal PP/BA): (para a coluna “Política à Flor da Pele”)

A reforma política é fundamental para o Brasil. A voz das ruas comprova que a sociedade está cada vez mais amadurecida e a reforma política encontra-se em um momento propício para ser aprovada. Precisamos abordar os temas de financiamento público de campanhas, fim das coligações, voto em lista, voto distrital proporcional com lista aberta ou fechada, sistema misto, reeleição, duração de mandatos e, o mais importante que vai gerar uma grande economia para o país, a coincidência das eleições. Temos que definir as propostas que unem a curto, a médio e a longo prazos, independente de plebiscito, e o Congresso pode fazer isso, mas não há tempo hábil para ser feito para valer em dois mil e quatorze.

– Fábio Reis (deputado federal PMDB/SE)

A reforma política é um tema que tem sido altamente debatido nos últimos dias e será de grande importância para todos os brasileiros e para o sistema político do país. Defendo o fim da reeleição, a unificação das eleições e que o mandato dure cinco anos. Sou contra o financiamento público e também das coligações partidárias. 

Acredito que o referendo seja a melhor forma de consultar a população, mas não critico o plebiscito. Mas que ele aconteça junto com as eleições de 2014. Afinal, os custos seriam altos, ultrapassando os R$ 200 milhões (no último referendo foram gastos R$ 252 milhões, segundo o TSE).

– Nazareno Fonteles (deputado federal PT/PI): (para a coluna “Política à Flor da Pele)

Defendo o plebiscito para a reforma política porque isso fortalece a soberania popular, que muitas vezes os Poderes não a representam bem. Devemos avançar para o financiamento público, eliminando pelo menos o financiamento das empresas e de todas as pessoas jurídicas, atendendo a um dos grandes reclamos que vem das ruas, que é o combate à corrupção. Isto deveria ser aprovado já para as eleições 2014. Os pontos mais complexos que dependem de emenda constitucional deveriam ser debatidos com a população antes do plebiscito. Entre eles, cito o fim das coligações proporcionais; a coincidência das eleições; suplência de senador e iniciativa popular para plebiscitos, referendos e emendas constitucionais.

– Édio Lopes (deputado federal PMDB/RR): (do Facebook do deputado)

Parece que a Presidente da República não ouviu a voz das ruas, que pediram, ou melhor, exigiram, mais saúde, mais educação, mais e melhor transporte público, fim da corrupção e etc. Os temas encaminhados pelas nossa Presidente, muitos deles, sequer foram citados, podem até serem importantes, mas estão distantes de serem prioritários. Querer discutir este tipo de plebiscito, é no mínimo, querer desviar o foco dos pleitos e gritos que estão clamando nas ruas do país!

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27
junho
2013
Coluna Política à Flor da Pele – 27/06/2013

Olá, amigos, boa tarde!

Posto para vcs o novo texto da nossa coluna “Política à Flor da Pele”, publicada hoje! Esta semana abordo as manifestações pelo Brasil e o tal Plebiscito da Reforma Política! Na semana que vem, excepcionalmente, teremos a coluna em dois dias: segunda-feira e quinta-feira.

Abraço, Dani.

* Políticos posam de bons moços nas redes sociais

As manifestações pululam no país. Seja contra a tarifa de ônibus, a corrupção, os gastos excessivos com a COPA, a economia que toma rumos preocupantes, a PEC 37 (que caiu esta semana por força dos protestos populares) … E não só nas ruas, mas também nas redes sociais, onde nunca se viu tanta gente engajada e bem informada sobre os rumos do país.

Mas um fato curioso chama minha atenção: a quantidade de políticos de todos os estados e partidos se manifestando a favor dos protestos populares. Tendo em vista o aparecimento de alguns deles na TL do meu Twitter e no Feed de Notícias do Facebook, resolvi fazer uma pesquisa geral em redes sociais de deputados (estaduais e federais), senadores, prefeitos, vereadores… Conclusão: a dissimulação impera – reina absoluta!

Na boa?!?! É duro ficar lendo posts nas redes sociais de “políticos ficha suja” elogiando a manifestação! Tem cara aí com 10 gerações de banditismo político na família… que passa dia e noite em conchavos pra fraudar licitações… que comanda roubalheira em órgãos públicos no interior dos estados… que tem empresa/consultoria fantasma… que tem notório envolvimento com assaltantes de cofres públicos… que manda emendas para cidade do interior pra roubar dinheiro público através de contratos com empreiteiras com cartas marcadas… que teve pai cassado por improbidade… que é alvo de sei lá quantas investigações do Ministério Público… que rouba o dinheiro de verba de gabinete apresentando “nota fria”… cuja família há 30 anos explora a seca no nordeste para ter votação e enriquecer roubando o povo miserável… que já ocupou cargos públicos e comandou/facilitou desvios de verbas… que há muito não consegue justificar seu patrimônio (quando declarado)!

E vem elogiar a democracia? Vem falar de cidadania? Vem dizer que o povo tem que sair às ruas? Vem falar que o povo tem que cobrar mesmo? Ah, tá! Tenha dó!

Estão em casa degustando o seu vinho importando comprado com dinheiro público, no seu sofá fruto de licitação fraudada, em seu apartamento pago por empreiteiro falando de cidadania? Da importância de manifestações democráticas? De apoio às manifestações?

E não são poucos os exemplos de políticos que se encaixam no que estou falando não…

*Plebiscito e Reforma Política

Nas últimas semanas, com as manifestações populares tomando às ruas do país, vimos nascer uma discussão no mínimo… estranha: um plebiscito para realização de uma supostamente ampla Reforma Política! Acho extremamente temerária essa tal “Reforma Política” às pressas… nessa correria, tudo pra ontem! E de onde surgiu essa história?  (leia mais…)