» Dilma planeja troca de ministros recém-anunciados - Daniele Barreto
06
janeiro
2015
Dilma planeja troca de ministros recém-anunciados

Oi, gente, bom dia!!!

Governo animado é assim, tem nem 8 dias que a equipe foi anunciada e a presidente já planeja mudanças. NÃO PERA, DILMA, NEM ESCREVI O POST DO BLOG FALANDO SOBRE TODOS OS MINISTROS!

(abaixo trago a matéria completa da Folha de São Paulo em letra preta negrito itálico, e os meus (poucos, dessa vez) comentários, em letra azul.

A matéria é da Folha, quem quiser ler a original, clica AQUI

Dilma planeja trocas em equipe ministerial recém-anunciada Dilma planeja trocas em equipe ministerial recém-anunciada

ANDRÉIA SADI
Apesar de ter acabado de anunciar a escolha dos ministros para seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff poderá fazer trocas em algumas pastas já no começo deste ano. Para isso, aguarda apenas a manifestação da Procuradoria-Geral da República sobre políticos envolvidos no esquema de desvio de recursos da Petrobras.

Nosso comentário: Mas gente, se os políticos não estivessem envolvidos nos esquemas, bastaria a palavra deles afirmando que “nada têm a ver com isso” para que Dilma os nomeasse. Se estão esperando a manifestação da Procuradoria-Geral da República sobre os nomes dos denunciados, a questão é muito clara e óbvia: o critério não será “não envolvimento” e sim “não descoberta do envolvimento”. Sim, porque se não tivessem envolvidos, estaria tudo resolvido com a mera palavra deles. Se estão aguardando as investigações, é porque sabem que estão envolvidos, mas querem aguardar para ver se foram descobertos. Simples assim. 

Durante as tratativas para compor o novo governo, no fim de 2014, Dilma avisou ao vice-presidente, Michel Temer, que Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) será ministro se ele não estiver implicado na investigação do esquema de corrupção na estatal.

Nosso comentário: Então pergunta ao Henrique Eduardo se ele está envolvido. A palavra dele não bastaria? Então ou Dilma não confia em seu provável ministro, ou estão aguardando para ver se ele foi descoberto nas investigações da Operação. 

A informação foi confirmada à Folha por dois ministros e dois integrantes do PMDB que acompanharam as negociações para a formação do novo governo da petista.

A presidente cogitou nomear Alves para o primeiro escalão já em dezembro, mas recuou depois que órgãos de imprensa publicaram que ele teria sido citado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, como um dos beneficiários do esquema desbaratado pela Polícia Federal na Operação Lava Jato.

Nosso comentário: Opa, então o que vai resolver tudo é a palavra do Paulo Roberto Costa? Que vale mais do que a de Henrique Eduardo então! Se Paulo Roberto o citou, não será nomeado ministro. Se não o citou, será. O diretor da Petrobrás decidirá sobre quadros relevantes (comprometidos, segundo uma análise óbvia da movimentação política) o ministério de Dilma.

Segundo um peemedebista, Dilma e Temer não quiseram arriscar e combinaram de aguardar a denúncia a ser feita pela Procuradoria-Geral da República, prevista para fevereiro, antes de contemplar o deputado com algum ministério.

Se Alves não for denunciado, seu destino deve ser o Ministério do Turismo, hoje ocupado por Vinicius Lages, um indicado do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Mas gente…

Se o Ministério Público não citar Alves, o acerto entre Dilma e Temer prevê que ele assuma a pasta possivelmente já em fevereiro, quando toma posse o novo Congresso e ele deixa a presidência da Câmara dos Deputados.

“Não citar” significa “não envolvimento”? Gente????? O indivíduo já será nomeado com essa nuvem de desconfiança relevante sobre sua cabeça.

Derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande Norte em outubro, Alves não disputou a reeleição para deputado e estará sem mandato a partir do próximo mês.

  Editoria de Arte/Folhapress  
ministros provisórios
 

IRRITAÇÃO

A articulação envolvendo uma pasta para Henrique Eduardo Alves gerou controvérsia no PMDB. Renan Calheiros ficou irritado ao ser avisado que seu indicado para o Turismo pode ser obrigado a ceder a cadeira para a ala peemedebista da Câmara. Alves é ligado a Temer e ao líder do PMDB na Casa, Eduardo Cunha (RJ).

A perspectiva de ter o poder no governo reduzido levou o PMDB do Senado a estudar formas de “dar o troco” em Dilma no Congresso.

Nosso comentário: fica tipo assim: se não nomear nosso indicado, mesmo com o nome dele citado nas investigações, vamos dar o troco. Okay!

Renan avisou a Aloizio Mercadante (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Comunicações) e Pepe Vargas (Relações Institucionais) que o partido poderá assumir uma postura independente no Senado caso seja prejudicado.

Renan reclamou aos ministros do Planalto que o PMDB foi reduzido a um partido de ‘secretarias”, com o comando de Portos, Aviação Civil e Pesca. Oficialmente, no entanto, ele nega divergências.

COMANDO INTERINO

Outra pasta que, segundo assessores presidenciais, está sob comando “interino” é a da Integração Nacional.

O ministério está nas mãos de Gilberto Occhi, um técnico indicado pelo PP. Mas Dilma tem apreço por outro integrante do partido, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PB). Ele foi ministro das Cidades no primeiro mandato e líder da legenda na Câmara, o que garantiria à presidente apoio no Congresso.

Além disso, conta com apoio do presidente da legenda, senador Ciro Nogueira (PI), que não teria problemas em trocar o titular da pasta.

Comentário: então para que nomeou Gilberto Occhi? Oxe! (trocadilho infame kkkk)

Assim como no caso do Turismo, Dilma aguarda a lista de políticos envolvidos na Lava Jato para fazer a troca na Integração. Em depoimento à Justiça, Paulo Roberto Costa afirmou que o esquema de corrupção na estatal irrigou campanhas de PP, PT e PMDB.

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